O acúmulo de tarefas, a exigência pela qualidade e a agilidade estão
produzindo profissionais estressados. E não é só você que sofre com
tantas cobranças: seu chefe, na posição de gestor, carrega ainda mais
responsabilidades. Antes de se aborrecer com alguma palavra mais dura do
seu supervisor, invista nas dicas da master coach e instrutora de
recursos humanos licenciada pela Sociedade Brasileira de Coaching Márcia
Belmiro para saber como lidar com um chefe irritado pelo estresse.
Respire fundo, conte até 3
“A
tendência da pessoa diante de um agressor, ainda que a causa da
agressividade seja o estresse, é de se magoar e ter uma atitude reativa.
Mas você não deve levar para o lado pessoal. Se ele gritou com você,
antes de devolver na mesma moeda, pergunte a si mesmo os motivos que
levaram o seu chefe a agir assim.“
Olhe para si mesma
“Faça
as seguintes autoanálises: há motivos para o meu chefe estar agindo
assim comigo?, estou atrasando meus prazos?, ando faltando muito? Se as
respostas forem positivas, pense o que pode fazer para melhorar”.
Sele a paz
“Perceba
como você pode ajudar seu chefe a superar esse momento que está
passando. Pergunte se há algo que você possa contribuir para o bom
funcionamento do trabalho. Dê sugêstões, ideias para ajudar a tirar essa
sobrecarga de responsabilidades do seu chefe. Assim, ele perceberá que
não tem inimigos no ambiente de trabalho, mas parceiros para lhe ajudar.
Naturalmente, ele vai preferir usufruir desse carinho dos funcionários,
não ficar gritando com eles.”
Leve tudo numa boa
“Responda
com bom humor as atitudes agressivas do seu chefe. Não confunda isso
com cinismo, sarcasmo ou ironia. Fale de futebol, brinque com a situação
e descontraia. Isso reduz aquele mal estar, além de melhorar o clima no
ambiente de trabalho.”
Mais um no happy hour
“Convide
o chefe para um almoço. Apesar da vontade, diversos líderes têm
dificuldade de convidar os funcionários para horas de lazer. Eles
acreditam que não são bem-vindos, que vão atrapalhar. Tomando a
iniciativa, você dá a oportunidade de ele participar desses momentos e
revelar o seu lado humano.”
Fonte: Wikipédia
sábado, 26 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
Ansiedade e Medo podem atrapalhar sua carreira
Pedir um aumento ao chefe ou fechar um negócio são atividades que podem
gerar no profissional dúvidas sobre como agir. Pesquisa realizada pelo
LinkedIn, maior rede profissional do mundo, com mais de 150 milhões de
usuários, revela que o brasileiro é o profissional com maior medo de
negociação, dentre os oito países pesquisados. “O ato da negociação pode
intimidar, porém há diferentes formas de se preparar que ajudam a
superar este medo”, garante Danielle Restivo, gerente de comunicação do
LinkedIn para Brasil e Canadá.
O estudo mostra ainda que 35% das pessoas entrevistadas globalmente reportaram sentir ansiedade ou medo. “A negociação mais temida, geralmente, é aquela que envolve pedir um aumento. Nunca é fácil fazer um pedido monetário a um gerente. No entanto, expor o valor que você dá ao ambiente de trabalho e respaldar seu pedido com pontos-chaves sobre seu desempenho como funcionário lhe permitirão ir além para superar o medo”, diz Restivo, que salienta: “O número maior de negociações realizadas pelos profissionais de outros países ao longo de suas carreiras pode ser determinante para desenvolver a autoconfiança. Procure por oportunidades através das quais você possa praticar suas habilidades de negociação, para ganhar confiança”.
Leia abaixo outras dicas da especialista para entrar numa negociação mais confiante
Consulte sua rede
“A pesquisa detectou que as redes sociais são as ferramentas menos utilizadas para uma negociação. Mas não se deve negligenciar esta rica fonte de perspectiva e apoio. Suas conexões - e até conexões de segundo e terceiros graus - podem oferecer a você muitas formas de ajuda, desde dar insights sobre as motivações de sua contraparte e estilo para agir como uma pessoa de confiança.”
Comece grande
“Saiba que as pessoas sofrem de baixas expectativas mais do que qualquer coisa numa negociação. Este é um fator que os faz mirar baixo e receber pouco ou os paralisa. Sempre comece com um resultado ambicioso que poderá agradá-lo e animá-lo, não apenas satisfazê-lo.”
Feche a brecha
“Às vezes, uma simples mudança no modo como enxergamos nosso papel pode ser suficiente para provocar uma negociação ou debater em favor de uma direção. Não superestime o poder da outra pessoa. Ao invés disso, encare da forma ‘colega para colega’. Isso poderá fazer toda a diferença em conseguirmos os resultados que queremos.”
Escute “não” como “ainda não”
“Um grande erro de muitas pessoas é assumir quando alguém diz ‘não’ e o assunto se fecha para discussão. Muitas vezes, uma segunda pergunta - cronometrada melhor ou em diferentes circunstâncias - pode dar certo. É mais do que correto ser obstinado e perguntar mais uma vez. Se você nunca ouvir ‘não’, provavelmente não está perguntando o suficiente.”
Faça pré-pesquisa
“Negociadores podem ganhar vantagem ao tomar a iniciativa de escrever um plano para qualquer proposta que tenham. Este tipo de plano é reforçado se há uma assinatura ou uma linha de aprovação. Ao destacar detalhes-chaves de sua proposta, você economiza o tempo da outra pessoa, especialmente se eles precisam aprovar com uma terceira, e torna mais fácil lhe dizerem ‘sim’.”
Não ceder
“Durante uma negociação, fique à vontade para dispersar a conversa – ou até mesmo adiá-la – se necessário, em vez de concordar ou se render ao ‘ok’. Você pode experimentar ao ficar em silêncio por alguns segundos para nivelar o poder ou fazer perguntas para abrir o diálogo. Estas perguntas aprofundam a conversa e frequentemente se assemelham. Faça perguntas do tipo: ‘Você pode explicar como você chegou a essa solução?’ ou ‘Como posso ajudá-lo a se sentir mais confortável com este pedido?’”
Fonte: Bolsa de Mulher
O estudo mostra ainda que 35% das pessoas entrevistadas globalmente reportaram sentir ansiedade ou medo. “A negociação mais temida, geralmente, é aquela que envolve pedir um aumento. Nunca é fácil fazer um pedido monetário a um gerente. No entanto, expor o valor que você dá ao ambiente de trabalho e respaldar seu pedido com pontos-chaves sobre seu desempenho como funcionário lhe permitirão ir além para superar o medo”, diz Restivo, que salienta: “O número maior de negociações realizadas pelos profissionais de outros países ao longo de suas carreiras pode ser determinante para desenvolver a autoconfiança. Procure por oportunidades através das quais você possa praticar suas habilidades de negociação, para ganhar confiança”.
Leia abaixo outras dicas da especialista para entrar numa negociação mais confiante
Consulte sua rede
“A pesquisa detectou que as redes sociais são as ferramentas menos utilizadas para uma negociação. Mas não se deve negligenciar esta rica fonte de perspectiva e apoio. Suas conexões - e até conexões de segundo e terceiros graus - podem oferecer a você muitas formas de ajuda, desde dar insights sobre as motivações de sua contraparte e estilo para agir como uma pessoa de confiança.”
Comece grande
“Saiba que as pessoas sofrem de baixas expectativas mais do que qualquer coisa numa negociação. Este é um fator que os faz mirar baixo e receber pouco ou os paralisa. Sempre comece com um resultado ambicioso que poderá agradá-lo e animá-lo, não apenas satisfazê-lo.”
Feche a brecha
“Às vezes, uma simples mudança no modo como enxergamos nosso papel pode ser suficiente para provocar uma negociação ou debater em favor de uma direção. Não superestime o poder da outra pessoa. Ao invés disso, encare da forma ‘colega para colega’. Isso poderá fazer toda a diferença em conseguirmos os resultados que queremos.”
Escute “não” como “ainda não”
“Um grande erro de muitas pessoas é assumir quando alguém diz ‘não’ e o assunto se fecha para discussão. Muitas vezes, uma segunda pergunta - cronometrada melhor ou em diferentes circunstâncias - pode dar certo. É mais do que correto ser obstinado e perguntar mais uma vez. Se você nunca ouvir ‘não’, provavelmente não está perguntando o suficiente.”
Faça pré-pesquisa
“Negociadores podem ganhar vantagem ao tomar a iniciativa de escrever um plano para qualquer proposta que tenham. Este tipo de plano é reforçado se há uma assinatura ou uma linha de aprovação. Ao destacar detalhes-chaves de sua proposta, você economiza o tempo da outra pessoa, especialmente se eles precisam aprovar com uma terceira, e torna mais fácil lhe dizerem ‘sim’.”
Não ceder
“Durante uma negociação, fique à vontade para dispersar a conversa – ou até mesmo adiá-la – se necessário, em vez de concordar ou se render ao ‘ok’. Você pode experimentar ao ficar em silêncio por alguns segundos para nivelar o poder ou fazer perguntas para abrir o diálogo. Estas perguntas aprofundam a conversa e frequentemente se assemelham. Faça perguntas do tipo: ‘Você pode explicar como você chegou a essa solução?’ ou ‘Como posso ajudá-lo a se sentir mais confortável com este pedido?’”
Fonte: Bolsa de Mulher
sábado, 12 de maio de 2012
O Telefone - Gilberto Marques
É claro que não é da telefonia no Brasil que pretendo
falar. O tema exigiria ser abordado tim-tim por tim-tim e o espaço não permite.
Nesse aspecto, ficaria apenas no primeiro Oi. Na verdade, quero falar da minha
dor imensa, da minha saudade sem remédio.
A memória me faz vaguear em círculos. Lembro de mim
aos dez anos, no compasso de espera do resultado do Exame de Admissão ao
ginásio.(uma espécie de vestibular da época). Papai pegou firme na minha mão e
eu gostei. Na época da Faculdade, esperamos juntos noite adentro. Meu grito de
"passei" interrompeu o sono leve e ele disse num sorriso: "Quer
me matar, rapaz?". Na formatura, na praça Adolfo Cirne, em pé, ouviu cada
palavra do meu discurso, no meio do povo. Viajo no tempo e vislumbro o marido
que trazia vestido, sapato, perfume fora de época, sem avisar a mulher. Do pai
que devolvia a prole à mesa com peixe frito na rua, galeto e lasanha -
novidades de um jantar inesperado. Domingo era o sorvete na Boa Vista, o leite
maltado na Galeria, a batata frita com salsichão no Castelinho. O piquenique na
praia com laranja, banana, galinha e farofa. O passeio campestre na fazenda de
um amigo, o cavalo tosco sem sela e eu esfolado no mucumbu. Crescemos com esse
acervo de carinho. A gente sempre se via e se falava muito, quase todo dia. Na
hora da sopa, encostava com minhas histórias - ele ouvia atento, junto com
mamãe. A velhice, porém,
trazia um cochilo
impertinente na hora do jornal ou da novela. Eu tinha medo daquele sono - de
boca aberta.
O ano de 2012 chegou cruento. Levou Wando, Chico,
Millôr, Sílvio - meu tio, e derrubou meu velho no hospital. Doía ver tanto
sofrimento, tanta luta, o desatino, o delírio, a volta da consciência - muita
dor. No dia 15 de março completou 83 anos. Uma cirurgia marcada, inalienável,
dava 20% de esperança. Caio eu, que nunca quisera ser órfão. Lutei sozinho no
meio da rua. Gente boa apareceu e ajudou. Médicos se juntaram no socorro,
voltei a respirar no compasso. Abri o peito, colei
os cacos. Na Sexta-Feira da Paixão, papai morto. O sofrimento acabara. Ainda no
hospital, ninguém me disse. Sábado de sol, Dr. Luiz Gonzaga senta a 2 metros e
dá a notícia. Na sequência, sai o médico, senta junto o amigo. Chorei um pouquinho,
parte aliviado, parte como todos, sem entender o vazio. Hoje, porém, me
confrontei com outra realidade. Ao manipular o arquivo do telefone celular,
esbarrei no "J" - José Marques. Com medo de sequestro, roubo, trote,
nunca agendei papai. Mas, ali uma notícia
nova: Graham Bell já não faria a ponte. Já não mais existe interlocutor na
espera. Chorei gostoso pela primeira vez. Adeus, meu pai. Quanto a mim, volto em breve.
Fonte: Dr. Gilberto Marques renomado advogado atua em Pernambuco escreve para vários jornais e revistas, e autorizou a publicação de seu artigo.
sábado, 5 de maio de 2012
A bola da vez
Em uma empresa tudo é muito dinâmico, pessoas estão sempre desenvolvendo algo, ou apenas fazendo o que lhes competem , mas também podem estar nas redes sociais ou lendo seus e-mails, vez por outra fofocando
( vide nossos posts sobre fofoca no trabalho).
Surgem diversos tipos de relações, pois ali vários mundos se encontram, pessoas diversas, claro que como em qualquer lugar, surgem as transferências (mecanismo de defesa, no sentido psicológico), nos convites para happy hours, as histórias e estórias se encontram, e ali surgem afinidades e desafetos contidos, velados.
Olhares se encontram, cochichos e cochilos na hora do almoço, é a hora de queimar, fritar o colega. E como disse no Facebook um colega de trabalho, ele "chora de rir quando a notícia é alguém que se lasca#souassim".
Encontros, amigos hoje que se transformam em inimigos no dia seguinte, inimigos ferrenhos que fazem alianças e sorrizinhos voltam a brotar, inimigos ontem, amigos de infância hoje.
É tudo, tudo muito rápido, redes sociais lotadas de colegas de trabalho que se adicionam e que mandam recadinhos, indiretas do tipo: "Xô Falsidade","Tenho amigas que são cobras", e por aí vai, indiretas para os colegas intímos, não posso esquecer do " kkkkk ", habitual e ambivalente.
Sem falar dos sotaques que soam como "miados" dos colegas que vem de outros estados, e acreditam que aqui em Pernambuco só tem semianalfabeto, e nos brindam com sua ignorancia, muitas vezes em altos cargos, que esquecem o básico, como limpar a boca na toalha da mesa, ops!
E nesse interim , logo a fofoca chega a chefia, que ávida por mais uma amostra de seu "poder", assedia moralmente e sexualmente mais um funcionário, e depois de muitos embates exibicionistas, faz de sua vítima e , ao mesmo objeto de seu desejo, a bola da vez.
( vide nossos posts sobre fofoca no trabalho).
Surgem diversos tipos de relações, pois ali vários mundos se encontram, pessoas diversas, claro que como em qualquer lugar, surgem as transferências (mecanismo de defesa, no sentido psicológico), nos convites para happy hours, as histórias e estórias se encontram, e ali surgem afinidades e desafetos contidos, velados.
Olhares se encontram, cochichos e cochilos na hora do almoço, é a hora de queimar, fritar o colega. E como disse no Facebook um colega de trabalho, ele "chora de rir quando a notícia é alguém que se lasca#souassim".
Encontros, amigos hoje que se transformam em inimigos no dia seguinte, inimigos ferrenhos que fazem alianças e sorrizinhos voltam a brotar, inimigos ontem, amigos de infância hoje.
É tudo, tudo muito rápido, redes sociais lotadas de colegas de trabalho que se adicionam e que mandam recadinhos, indiretas do tipo: "Xô Falsidade","Tenho amigas que são cobras", e por aí vai, indiretas para os colegas intímos, não posso esquecer do " kkkkk ", habitual e ambivalente.
Sem falar dos sotaques que soam como "miados" dos colegas que vem de outros estados, e acreditam que aqui em Pernambuco só tem semianalfabeto, e nos brindam com sua ignorancia, muitas vezes em altos cargos, que esquecem o básico, como limpar a boca na toalha da mesa, ops!
E nesse interim , logo a fofoca chega a chefia, que ávida por mais uma amostra de seu "poder", assedia moralmente e sexualmente mais um funcionário, e depois de muitos embates exibicionistas, faz de sua vítima e , ao mesmo objeto de seu desejo, a bola da vez.
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