sábado, 26 de maio de 2012

Como lidar com um chefe estressado

O acúmulo de tarefas, a exigência pela qualidade e a agilidade estão produzindo profissionais estressados. E não é só você que sofre com tantas cobranças: seu chefe, na posição de gestor, carrega ainda mais responsabilidades. 
Segue algumas dicas para lidar com a situação:
 
Respire fundo, conte até 3
A tendência da pessoa diante de um agressor, ainda que a causa da agressividade seja o estresse, é de se magoar e ter uma atitude reativa. Mas você não deve levar para o lado pessoal. Se ele gritou com você, antes de devolver na mesma moeda, pergunte a si mesmo os motivos que levaram o seu chefe a agir assim.

Olhe para si mesma
Faça as seguintes autoanálises: há motivos para o meu chefe estar agindo assim comigo?, estou atrasando meus prazos?, ando faltando muito? Se as respostas forem positivas, pense o que pode fazer para melhorar.

Sele a paz

Perceba como você pode ajudar seu chefe a superar esse momento que está passando. Pergunte se há algo que você possa contribuir para o bom funcionamento do trabalho. Dê sugestões, ideias para ajudar a tirar essa sobrecarga de responsabilidades do seu chefe. Assim, ele perceberá que não tem inimigos no ambiente de trabalho, mas parceiros para lhe ajudar. Naturalmente, ele vai preferir usufruir desse carinho dos funcionários, não ficar gritando com eles.

Leve tudo numa boa
Responda com bom humor as atitudes agressivas do seu chefe. Não confunda isso com cinismo, sarcasmo ou ironia. Fale de futebol, brinque com a situação e descontraia. Isso reduz aquele mal estar, além de melhorar o clima no ambiente de trabalho.

Mais um no happy hour
Convide o chefe para um almoço. Apesar da vontade, diversos líderes têm dificuldade de convidar os funcionários para horas de lazer. Eles acreditam que não são bem-vindos, que vão atrapalhar. Tomando a iniciativa, você dá a oportunidade de ele participar desses momentos e revelar o seu lado humano.

sábado, 19 de maio de 2012

Ansiedade e Medo podem atrapalhar sua carreira

Pedir um aumento ao chefe ou fechar um negócio são atividades que podem gerar no profissional dúvidas sobre como agir. Pesquisa realizada pelo LinkedIn, maior rede profissional do mundo, com mais de 150 milhões de usuários, revela que o brasileiro é o profissional com maior medo de negociação, dentre os oito países pesquisados.

O estudo mostra ainda que 35% das pessoas entrevistadas globalmente reportaram sentir ansiedade ou medo.A negociação mais temida, geralmente, é aquela que envolve pedir um aumento. Nunca é fácil fazer um pedido monetário a um gerente. No entanto, expor o valor que você dá ao ambiente de trabalho e respaldar seu pedido com pontos-chaves sobre seu desempenho como funcionário lhe permitirão ir além para superar o medo.
 Procure por oportunidades através das quais você possa praticar suas habilidades de negociação, para ganhar confiança”.

Leia abaixo outras dicas da especialista para entrar numa negociação mais confiante:

Consulte sua rede
A pesquisa detectou que as redes sociais são as ferramentas menos utilizadas para uma negociação. Mas não se deve negligenciar esta rica fonte de perspectiva e apoio. Suas conexões - e até conexões de segundo e terceiros graus - podem oferecer a você muitas formas de ajuda, desde dar insights sobre as motivações de sua contraparte e estilo para agir como uma pessoa de confiança.

Comece grande
Saiba que as pessoas sofrem de baixas expectativas mais do que qualquer coisa numa negociação. Este é um fator que os faz mirar baixo e receber pouco ou os paralisa. Sempre comece com um resultado ambicioso que poderá agradá-lo e animá-lo, não apenas satisfazê-lo.

Feche a brecha
Às vezes, uma simples mudança no modo como enxergamos nosso papel pode ser suficiente para provocar uma negociação ou debater em favor de uma direção. Não superestime o poder da outra pessoa. Ao invés disso, encare da forma ‘colega para colega’. Isso poderá fazer toda a diferença em conseguirmos os resultados que queremos.

Escute “não” como “ainda não”
Um grande erro de muitas pessoas é assumir quando alguém diz ‘não’ e o assunto se fecha para discussão. Muitas vezes, uma segunda pergunta - cronometrada melhor ou em diferentes circunstâncias - pode dar certo. É mais do que correto ser obstinado e perguntar mais uma vez. Se você nunca ouvir ‘não’, provavelmente não está perguntando o suficiente.

Faça pré-pesquisa
Negociadores podem ganhar vantagem ao tomar a iniciativa de escrever um plano para qualquer proposta que tenham. Este tipo de plano é reforçado se há uma assinatura ou uma linha de aprovação. Ao destacar detalhes-chaves de sua proposta, você economiza o tempo da outra pessoa, especialmente se eles precisam aprovar com uma terceira, e torna mais fácil lhe dizerem ‘sim’.

Não ceder
Durante uma negociação, fique à vontade para dispersar a conversa – ou até mesmo adiá-la – se necessário, em vez de concordar ou se render ao ‘ok’. Você pode experimentar ao ficar em silêncio por alguns segundos para nivelar o poder ou fazer perguntas para abrir o diálogo. Estas perguntas aprofundam a conversa e frequentemente se assemelham. Faça perguntas do tipo: ‘Você pode explicar como você chegou a essa solução?’ ou ‘Como posso ajudá-lo a se sentir mais confortável com este pedido?

sábado, 5 de maio de 2012

A bola da vez ou As relações entre colegas de trabalho

Em uma empresa tudo é muito dinâmico, pessoas estão sempre desenvolvendo algo, ou apenas fazendo o que lhes competem , mas também podem estar nas redes sociais ou lendo seus e-mails, vez por outra fofocando ( vide nossos posts sobre fofoca no trabalho).
Surgem diversos tipos de relações, pois ali vários mundos se encontram, pessoas diversas, claro que como em qualquer lugar, surgem as transferências (mecanismo de defesa, no sentido psicológico), nos convites para happy hours, as histórias e estórias se encontram, e ali surgem afinidades e desafetos contidos, velados.
Olhares se encontram, cochichos e cochilos na hora do almoço, é a hora de queimar, fritar o colega. 
E como disse no Facebook um colega de trabalho, ele "chora de rir quando a notícia é alguém que se lasca#souassim".
Encontros, amigos hoje que se transformam em inimigos no dia seguinte, inimigos ferrenhos que fazem alianças e sorrizinhos voltam a brotar, inimigos ontem, amigos de infância hoje.
É tudo, tudo muito rápido, redes sociais lotadas de colegas de trabalho que se adicionam e que mandam recadinhos, indiretas do tipo: "Xô Falsidade","Tenho amigas que são cobras", e por aí vai, indiretas para os colegas íntimos, não posso esquecer do " kkkkk ", habitual e ambivalente.
Sem falar dos sotaques que soam como "miados"  dos colegas que vem de outros estados, e acreditam que aqui em Pernambuco só tem semianalfabeto, e nos brindam com sua ignorância, muitas vezes em altos cargos, que esquecem o básico, como limpar a boca na toalha da mesa, ops!
E nesse ínterim , logo a  fofoca chega a chefia, que ávida por mais uma amostra de seu "poder", assedia moralmente e sexualmente mais um funcionário, e depois de muitos embates exibicionistas, faz de sua vítima e , ao mesmo objeto de seu desejo, a bola da vez.