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sábado, 31 de outubro de 2009

Não faça do sofrimento, um vício


 Em que momento podemos perceber que a tristeza pela perda “passa dos limites”?
Sofrer é uma realidade que diz respeito a todos nós. A tristeza por uma perda é algo inevitável na vida das pessoas. Perdemos amigos, parentes, e tantas outras coisas que podemos lembrar e enumerar nas nossas vidas. No entanto, apesar do sofrimento fazer parte da condição humana, é preciso ficar atento para o sofrimento evitável, que não necessitaria fazer parte da vida cotidiana. A tristeza ou o sofrimento que “passou dos limites” pode ser evidenciado quando o mesmo causa isolamento social, depressão, pensamentos obsessivo-compulsivos e ansiedade disfuncional (gasta-se muita energia para pouco ou nenhum resultado).
Sofrer em demasia pode estar camuflado em alguns quadros psicodinâmicos. É importante perceber quando isso acontece para poder encaminhar a pessoa a um especialista / psiquiatra para uma avaliação e receber tratamento medicamentoso se for o caso. Do ponto de vista daqueles viciados em sofrimento, podemos dizer que o adulto que sofre de hoje foi uma criança que se sentiu pouco amada, reprimiu seu desejo de ser cuidada e perpetuou sentimentos de vergonha, inferioridade e inadequação, estruturando uma forma sofrida de viver.
Hoje vivemos no que chamamos de mundo contemporâneo ou sociedade pós-moderna, que pode ser definida basicamente pelo cientificismo, abandono do ideal de reflexão/contemplação e exaltação do mercado e busca da felicidade individual. Somos influenciados pela ideologia capitalista do consumo e do acúmulo, tanto de bens materiais quanto de informações e novidades tecnológicas: o homem de hoje esta cada vez mais ansioso e desconectado do universo. A competitividade e o materialismo exacerbados, a perda da tradição e a velocidade acelerada em que vivemos conduziram ao individualismo e ao hedonismo. Neste contexto, predominam a insegurança, a sensação de vazio e a falta de sentido na vida.
A melhor opção é procurar auxílio especializado na psicoterapia. O processo terapêutico permite a desconstrução de padrões comportamentais e pode ser a chave para um trabalho de conscientização. Obviamente a presença de amigos e a convivência em grupos sociais é importante, porque pode proporcionar o surgimento de novos modelos relacionais. O apoio da família também é fundamental para evitar o isolamento e a sensação de abandono. Entendemos o ser humano como um ser relacional em que o conhecimento de si e do mundo se apoia no processo de complementariedade e de interdependência com o outro.

Estima-se que no Brasil cerca de 12% dos homens e 20% das mulheres terão algum nível de depressão em alguma fase da vida. Em geral, nos serviços de atendimento primários a incidência de depressão varia de 10% a 15% dos pacientes avaliados. O falso diagnóstico pode ocorrer quando o paciente apresenta sintomas facilmente confundíveis com depressão  caso de uma tristeza profunda por uma perda importante ou estresse.

sábado, 24 de outubro de 2009

Cigarro na Gravidez e Delinqüência Juvenil



Se já não bastassem todos os malefícios físicos e psicológicos trazidos ao recém-nascido e à criança no seu desenvolvimento, temos hoje, o conhecimento, através de vários estudos científicos metodologicamente corretos, que a exposição pré-natal do feto ao tabagismo materno durante a gravidez, está associada a uma maior chance de distúrbios de comportamento e do Transtorno da Hiperatividade com Déficit Atencional ( doença iniciada na infância que tem como principais características a impulsividade, agressividade, falta de atenção e concentração e hiperatividade) na adolescência, principalmente em meninos.

Esses comportamentos, chamados de disruptivos, favorecem a delinquência, a depressão, o suicídio e o uso de drogas entre adolescentes, sem dúvida alguma fatores geradores de culpa em algumas mães, dependendo de suas características de personalidade e relacionais.
Alguns estudos recentes têm examinado os antecedentes maternos de vários meninos pré-púberes com transtornos de conduta. Esses estudos acharam uma frequência maior de tabagismo materno durante a gravidez em 22% dos meninos com déficit atencional contra 8% dos chamados controles normais. Vários outros fatores foram controlados para não causarem distorções nos estudos, como por exemplo, condição sócio-econômica, inteligência dos pais e história parental de transtorno de conduta ou hiperatividade.
Wakschlag e colaboradores, em 1997, chegaram à conclusão que mulheres fumantes de mais da metade de um maço de cigarros por dia, eram mais propensas a terem filhos com distúrbio de conduta. Importante frisarmos que esses autores concluiram ser o tabagismo um fator de risco isolado para o distúrbio de conduta entre os adolescentes.
Pesquisadores da Suécia, em 1998, estudaram 62 crianças com Déficit Atencional e Hiperatividade, comparando-as com crianças normais. Eles acharam que no subgrupo de pré-púberes doentes havia o dobro de mães que tinham fumado durante a gravidez.
Outro estudo realizado por Fergusson e colaboradores, na Nova Zelândia, com 1265 indivíduos com idade variando entre 16-18 anos, concluiu que as crianças expostas à nicotina durante a gestação tinham maior prevalência de uso de drogas, distúrbios de comportamento e depressão.
O mais recente trabalho publicado sobre o tema, em 2005, no British Journal of Psychiatry, pesquisou 723 casais de gêmeos idênticos e 1173 não idênticos. Os pesquisadores associaram diretamente o fumo, durante gravidez, ao transtorno do déficit atencional e hiperatividade. Um outro trabalho de 2005, publicado na revista Pediatrics, também encontrou tal direção. Segundo este trabalho, as futuras mães correm um risco três vezes maior de ter filhos com transtornos de hiperatividade se fumarem durante a gravidez.
Há algumas hipóteses bem conduzidas, entre elas a de que a nicotina atuaria estimulando o sistema motivacional cerebral dopaminérgico (dopamina é uma substância química que comunica as células nervosas entre si) durante uma fase crítica do desenvolvimento cerebral do feto, o que predisporia tardiamente a um risco aumentado do uso de outras drogas na adolescência.
Portanto, embora estudos retrospectivos mereçam uma análise crítica mais rigorosa, a hipótese de que o tabagismo na gravidez predispõe a doenças mentais na infância e adolescência é bem razoável. A única dúvida que nos restaria seria em relação ao período de amamentação. Será que a exposição da criança à nicotina através do leite mateno não é o mais importante nesses efeitos?
De qualquer forma, programas de prevenção do tabagismo materno durante a gravidez devem ser incentivados, na Rede de Saúde Pública, pelos inúmeros malefícios que essa prática pode acarretar ao futuro jovem. Acho extremamente sensibilizador uma mulher ter o conhecimento de que a sua dependência de nicotina pode ser um dos fatores de risco para futuros delinquentes juvenis.

sábado, 12 de setembro de 2009

Entusiasmo dar um up nas nossas vidas.



O entusiasmo que nos faz seguir em frente
Em alguns momentos da nossa vida aparecem obstáculos que nos desafiam. Estas “pedras no caminho” nos testam, nos colocam em situações inusitadas, que nos mostram a verdadeira essência do entusiasmo.
Estes obstáculos funcionam de forma diferente em cada indivíduo, pois alguns simplesmente desistem, outros “travam” não vão nem adiante e nem conseguem retornar, outras pessoas se agarram em seus ideais, suas crenças, no amor, em sua fé e seguem em frente.Dizem que entusiasmo é a força que nos faz seguir em frente nos momentos onde os demais começam a desistir.
Como sabemos, a palavra entusiasmo origina-se do grego e significa ter um Deus dentro de si. Como fomos feitos a imagem e semelhança de Deus, o entusiasta é aquele que acredita em Deus e em si mesmo.Se refletirmos um pouco começamos a perceber que para seguir em frente perante um obstáculo devemos ter onde nos agarrar.
Ter um apoio que nos dá força e que funciona como uma alavanca permitindo-nos sobrepor nossos problemas.Este apoio que nos fortalece são as nossas metas, planejamento, sonhos, desejos e quanto mais claro forem estes objetivos mais sustentação ele nos dará.O apoio que nos fortalece é o amor, o amor próprio, amor pela vida, pelo próximo, família, trabalho, etc.
O apoio que nos fortalece são as nossas experiências, pois quantos problemas já não enfrentamos no passado?
O apoio que nos fortalece é a fé em Deus, pois para ele nada é impossível.O entusiasmo deve ser praticado constantemente através de ações entusiastas.
Esperar ter as condições ideais para nos sentir entusiasmados é uma boa maneira de não se chegar a lugar algum.Se você é daqueles que acham impossível entusiasmar- se com as condições atuais, creia que acabar com o negativismo é a primeira ação da pessoa entusiasta.
Acredite no seu poder para mudar as coisas, na capacidade de vencer e construir o sucesso, siga em frente, tente outra vez.Como diz a música: “Não diga que a canção está perdida, tenha fé em Deus, tenha fé na vida, tente outra vez!”Tenha entusiasmo e afine-se para o sucesso!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Assédio Moral: Já existe seguro


Seguradora multinacional lança a primeira apólice que garante o pagamento às empresas de ações indenizatórias movidas por assédio moral, sexual e discriminação no ambiente de trabalho.
Apostando no receio das empresas de tornarem-se rés em processos judiciais movidos por funcionários, a Zurich Brasil Seguros lança a primeira apólice que garante o pagamento de indenizações por assédio moral, sexual e discriminação no ambiente de trabalho.
De acordo com o diretor financeiro da empresa, Eduardo Pitombeiro, o chamado seguro contra práticas trabalhistas indevidas deve cativar cerca de 5 mil empresas em todo o País, sobretudo as grandes, de diversos setores econômicos. "É um risco invisível que todas as companhias correm. O produto deverá interessar àquelas que consideram que o pagamento dessas ações pode afetar a sua integridade financeira", diz.
O custo do seguro varia entre 0,8% a 3% do valor que a empresa pretende como cobertura. Fatores como a atividade desenvolvida, postura adotada diante de práticas ilícitas no ambiente de trabalho e a existência de um código de ética interno são levados em conta na definição do valor a ser desembolsado pela contratante. O seguro cobre tanto as ações individuais como as coletivas. Essas últimas são movidas pelo Ministério Público do Trabalho e não há limites para as indenizações.
O aumento do número de processos na Justiça e o valor das condenações envolvendo principalmente o assédio moral foram outros fatores que motivaram a empresa a lançar o produto. "Já vimos condenações de até R$ 5 milhões, que antes não existiam", informou Pitombeira.
Além do alto custo de uma ação do gênero, o diretor da Zurich destaca que é preciso levar em conta que a exposição de trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras é muito mais fiscalizada hoje que no passado. Nos últimos sete anos, o Ministério Público do Trabalho de São Paulo, que abrange 46 municípios, abriu 920 processos para apurar denúncias de assédio moral, sexual e discriminação.
No momento, os procuradores estão analisando 263 reclamações contra empresas que mantêm em seus quadros "especialistas" em expor subordinados a situações consideradas vexatórias. De acordo com Pitombeira, a preocupação das empresas com esse tipo de ação ficou mais evidente depois da reforma do Judiciário, em 2004, que passou para a Justiça do Trabalho a incumbência de julgar processos por dano moral decorrentes de questões trabalhistas.
Até então, as vítimas de assédio podiam recorrer à Justiça comum. No perfil traçado pelo MPT das principais vítimas de assédio está as mulheres, pessoas com idade mais avançada, gestantes, membros da CIPA, dirigentes sindicais, homossexuais, portadores de HIV, obesos, mães solteiras e negros.

A procuradora do MPT, Adélia Augusto Domingues, não vê com bons olhos a demanda pelo seguro. "O dinheiro que as empresas vão gastar com o produto deveria ser utilizado em trabalho interno para que fatos como esses não aconteçam", diz.
Já a advogada trabalhista Adriana Calvo considera o seguro interessante, principalmente porque dá cobertura às ações coletivas, que são as mais perigosas para as empresas. Mas ela chama a atenção para o risco de se criar uma indústria de ações.

Fonte de pesquisa: Diário do Comércio

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Sobre doação de ossos


A doação de ossos pode ajudar pessoas com doenças que provocam perda óssea, como tumores, ou que utilizam próteses, cuja substituição exige preenchimento ósseo nas articulações, além de pacientes com problemas odontológicos.No Brasil existem seis bancos de tecidos músculo-esqueléticos (ossos, cartilagens, peles e ligamentos).O maior deles recebeu apenas dez doações de ossos em 2008. Para ser um doador de ossos é importante manifestar essa intenção as familiares ao longo da vida, pois confirmada a morte do doador, a autorização para a cirurgia de retirada do material é dada somente pele família ou por representante legal.Uma das razões para o reduzido número de doadores de ossos é o receio de que o corpo não tenha sua aparência preservada no velório. Apesar da Lei 9.434/97, Lei dos Transplantes, determinar que após retirada dos tecidos, órgãos e partes, o cadáver será condignamente recomposto para ser entregue, em seguida, aos parentes ou seus responsáveis legais para o sepultamento. De acordo com o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), responsável pela captação das doações no Rio de Janeiro, as regiões com ausência de pele são cobertas e as cavidades preenchidas com material sintético.Em nenhuma hipótese são retirados ossos da face do doador. Geralmente são retirados ossos de braços e pernas, uma única doação pode beneficiar entre 30 e 35 pacientes. Os ossos podem ser transplantados na forma original ou em pequenos fragmentos.As cirurgias são indicadas para portadores de tumores ósseos, para evitar amputação;pacientes cm próteses de quadril ou de joelho, que precisam ser trocadas devido ao desgaste do material; e ainda crianças portadoras de graves deformidades da coluna vertebral, que necessitam de cirurgia corretiva. A Lei dos Transplantes também estabelece que a retirada dos tecidos e órgãos do corpo humano destinados a transplante ou tratamento deverá ser precedida de diagnóstico de morte encefálica. Nos Estados Unidos são feitas cerca de 12 mil doações de ossos anualmente, que permitem mais de 150 mil operações de transplantes de tecidos ósseos.No Brasil, a média é de 50 doações por ano. deve sr excluído se forem detectados câncer, O transplante é realizado da seguinte maneira:Constatada a morte encefálica e a existência de um doador, o hospital comunica à central estadual de transplantes a possibilidade de uma nova doação.A equipe da central realiza então exames a procurar de indícios de doenças transmitidas pelo sangue, como hepatite, Aids e malária, que podem infectar o receptor. O doador também osteoporose,doenças infecciosas ou uso recente e prolongado de corticóide. Após esses exames, a central estadual de transplantes entra em contato com um dos seis bancos de ossos do país, que fará uma série de exames para comprovar a qualidade do material retirado do corpo. Outro procedimento para afastar a possibilidade de transmissão de doenças infecto-contagiosas é submeter a família do doador a um questionário clínico sobre o histórico de saúde. Somente depois desses procedimentos, que eliminam o já considerado baixo índice de rejeição detectado nesse tipo de transplante, os ossos são captados e encaminhados para o banco e ficam armazenados em uma temperatura de -85C à disposição dos hospitais credenciados no Sistema Nacional de Transplantes, que solicitam o material para cirurgias. Os transplantes e enxertos de tecidos músculo-esqueléticos podem ser realizados em 38 hospitais localizados nas cidades de Salvador, Fortaleza,Goiânia,Cuiabá,Curitiba,Londrina,Recife,Rio de Janeiro, Porto Alegre,Passo Fundo,Florianópolis,São Paulo e nas cidades paulistas de Ribeirão Preto,Botucatu, Campinas e Sorocaba. 

sábado, 15 de agosto de 2009

Como deixar sua casa saudável


Com o advento da H1N1, precisamos mais do que nunca transformar nossa casa em um ambiente saudável. Para isso pesquisei algumas dicas que podem ser úteis. - Faxina Ideal: * Cozinha:
  • Limpe-a diariamente com pano úmido, evitando contato entre alimentos e poeira.
  • Reserve panos diferentes para chão,prato, mãos, fogão,geladeira e bancada, lavando-os separadamente com água sanitária.
  • Lave a esponja cm água e sabão após cada utilização,espremendo-a bem e deixe em lugar seco(nunca sobre o sabão).Troque-a sempre que começar a sair fragmentos.
  • Limpe os utensílios da cozinha logo após o uso, para que os resíduos de alimentos e gorduras não se transformem em focos de contaminação.
  • Mantenha os azulejos e as pias livres de qualquer resíduo alimentar ou outras sujeiras.
  • Lave uma vez por semana os azulejos e janelas.
  • Limpe a geladeira uma vez por semana e o freezer, quinzenalmente.
  • Limpe o fogão após o uso.
  • Uma vez por semana esvazie e limpe a despensa com pano úmido, detergente e álcool em seguida com pano seco, pois esse é um lugar quente e pode se tornar ninho de insetos.
*Banheiro:
  • Deve ser mantido limpo e livre de odres desagradáveis.Uma boa ventilação ajuda a renovar o ar.
  • Mantenha encanamentos sem vazamentos e as louças sanitárias, vidros e portas em bom estado.
*Roupa de Cama e toalhas:
  • Lave pelo menos, uma vez por semana.
* Lixo:
  • Conserve as lixeiras tampadas,limpas e longe dos alimentos para evitar insetos e use,de preferência, as que tem pedais.
* Feiras:
  • Lave cuidadosamente as frutas,legumes e verduras,que são muito manipuladas nas feiras.Hortaliças devem ser colocadas na geladeira,folhas ruins devem ser desprezadas,lavando-se em água corrente para depois imergi-las por dez minutos em solução de cloro(uma colher de sopa de água sanitária para cada litro d'água).
  • Produtos hotifrutigrangeiros devem ser descascados e cozidos para eliminar ao máximo a chance de reterem pesticidas,bactérias e outros elementos nocivos.
  • Leis com atenção os rótulos para saber a data de fabricação e o prazo de validade.
  • Não compre ovos com cascas manchadas,rachadas ou sujas. Não utilize ovos na preparação de pratos, molhos ou sobremesas sem processamento químico.Para evitar contaminação pela bactéria salmonella,recomenda-se ainda não comê-los crus,com gema mole,malcozidos ou mal fritos.O armazenamento não deve ser feito na porta a geladeira, por ser esse local o que mais sofre variações de temperatura( devido ao abre e fecha) e trepidações, que podem levar a fissuras. (Alguém pode me dizer onde vou guardar os ovos, porque na geladeira só há lugar na porta?).
  • Pra garantir água com qualidade,os filtros domésticos devem ser higienizados periodicamente.As caixas de água devem ser higienizadas a cada seis meses.Deve-se jatear água nas paredes, tetos e piso,esgotando via balde, nunca pelo encanamento.Instalar um forro e um plástico na tampa da caixa e deixá-la lacrada.
  • Para preparar os alimentos: Lave bem as mãos e evite conversar sobre os alimentos que estão sendo preparados para que a saliva não aia sobre eles.Evite aerossóis e inseticidas na cozinha.Utilize mata-moscas e panos limpos para cobrir os alimentos.As panelas devem ser bem tampadas.

domingo, 26 de julho de 2009

Diferença de idade no relacionamento


É certo que ainda existe muito preconceito com relação à idade no relacionamento, mas, até onde essa diferença pode ser considerada benéfica?


O universo masculino é naturalmente diferente do feminino. De acordo com especialistas na área de relacionamentos, um grande erro que acontece frequentemente é um querer trazer o outro para o seu universo.


Quando a diferença de idade é muito grande, na maioria das vezes o casal leva mais um tempo para se ajustar. A diferença de idade tem sido, nos últimos tempos, um assunto bastante debatido dentro dos relacionamentos.


Muitos psicólogos explicam que, pelo fato de a mulher ter se tornado mais volúvel, preferindo somente “ficar”, os homens têm se interessado por mulheres mais velhas. A Bíblia não relata nenhum parecer sobre esse fato. Deus respeita a escolha de seus filhos.


Proibir um namoro por questão de cor, raça, nível social, financeiro ou diferença de idade, certamente é preconceito. E preconceito é pecado. O que precisa ser muito bem esclarecido, porém, é que no caso de a diferença ser “gritante” os dois precisam estar conscientes de que vão enfrentar olhares de discriminação.


Isso é fato. A questão é: Os dois estão dispostos a enfrentar as críticas? Se a resposta for sim, certamente nada impedirá de serem felizes. Se um dos dois, no entanto, não tiver tanta certeza, o melhor a fazer é conversar mais um pouco para saber se, realmente, é isso que querem.


Quando a diferença ultrapassa 10 anos, o relacionamento se torna um pouco complicado por causa das experiências que cada um adquiriu no decorrer desse tempo. A mulher é naturalmente mais madura. Apesar de ser bem mais emocional do que o homem, ela deseja segurança todo o tempo.


Se o homem mais novo é do tipo responsável e protetor, certamente ela não terá muitos problemas. Ele, porém, por ser mais jovem, pode exigir dela uma vida sexual mais ativa.


Isso pode comprometer, e muito, o matrimônio caso ela não corresponda com a mesma intensidade. Não se pode engessar uma história a fim de passar como exemplo para todas as outras parecidas, pois cada caso é um caso.


Ao aconselhar um casal de jovens nesse assunto, um pastor orientou da seguinte forma: “Pense em como ela estará daqui a vinte anos.


Se você continuar a amá-la mesmo diante dos traços que o tempo naturalmente irão trazer, vá em frente.” Dessa mesma forma pode se aplicar a mulher que casa com um homem bem mais velho.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Higiene Pessoal:Medidas simples evitam problemas graves


Quando os portugueses chegaram ao Brasil em 1500, tinham o costume de tomar pouquíssimos banhos por ano, o que contrastava com o hábito dos povos indígenas de nosso país, que tinham hábito de vários banhos diários.


O Brasil começa a se higienizar depois da década de 1950,mas a idéia de sujeira não está ligada ao processo civilizatório, pois os egípcios,assírios e babilônios, eram limpíssimos, para eles a limpeza tinha uma conotação religiosa.


A palavra higiene é de origem grega (hygeinos) e significa ¨o que é saudável¨, derivando da deusa grega da saúde, Hígia.


Para mantê-lo sempre higienizado e longe dessas bactérias segue as dicas;
  • Banho diário: De preferência usando sabonete neutro, após o banho enxugar bem entre os dedos, virilha e outras dobras do corpo, banhos mal tomados, ou a ausência deles, podem levar ao aparecimento de vermelhidão na pele, odor desagradável, piolhos, sarna, micoses, seborreia,infecções urinárias e corrimento vaginal.O banho de ducha é o mais higiênico.

  • Lavar as mãos:Depois de usar o vaso sanitário, tossir,espirrar ou assoar o nariz; de usar panos ou materiais de limpeza; de recolher lixo ou resíduos;sempre que tocar em sacarias, caixas,garrafas,sapatos,etc;depois que manusear alimentos crus ou não higienizados;antes das refeições;depois de tocar em alimentos estragados;depois de manusear dinheiro;depois de fumar.

  • Cortar as unhas:Mantê-las sempre limpas.Evite roer as unhas, pois a sujeira que fica debaixo da unha pode dar origem a verminoses e outras doenças intestinais.

  • Lavar os cabelos:No mínimo duas vezes por semana para evitar o acumulo de poeira e gordura nos fios, além de cortá-los periodicamente.

  • Usar roupas e calçados limpos:Que sejam confortáveis e adequados à temperatura ambiente.

  • Vestir roupas íntimas de algodão:Para não reter o suor e evitar o mau cheiro além de trocá-las diariamente.Evite usar roupas justas e de fibras sintéticas.

  • Escovar bem o de dentes e usar fio dental:Uma escovação adequada deve durar , no mínimo, dois minutos, e ser feita com movimentos suaves e curtos, com atenção para a a margem gengival.Após a escovação para remover a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova não alcança, use o fio dental.

  • Ingerir alimentos balanceados:Com pouco açúcar e amido, evite comer entre as refeições.

  • Faça avaliações regulares com o dentista:Para evitar que problemas menores se tornem sérios.

sábado, 4 de julho de 2009

Sofrimento gerado pela hipocondria


Caracterizada como uma preocupação exagerada da pessoa com seu estado de saúde, a hipocondria é conhecida desde o século 4 a.C.
Os primeiros estudos sobre esse transtorno foram realizados por Hipócrates, o pai da medicina, que o associou a melancolia.
A maioria das pessoas que sofrem de hipocondria apresenta tendência a depressão e ansiedade.
O hipocondríaco acredita que possui pelo menos uma doença grave, progressiva e com sintomas determinados, ainda que exames laboratoriais e consultas com vários médicos assegurem que nada exista.
Esse transtorno é uma forma do homem lidar com as dores de sua existência, quando o indivíduo passa a sentir-se doente sem motivo, possivelmente é um pedido de socorro e de atenção, o ideal seria que o profissional que atende essa pessoa investigue queixas de uma experiência de vida mal resolvida.
O termo hipocondria, vem do grego hypochóndrion - hipocondrio-, que reveste a cavidade gástrica, abrigando intestinos,estômago e baço. De acordo com a teoria dos humores, de Hipócrates, a hipocondria estava associada à melancolia, considerada uma doença nervosa com origem no hipocondrio.
Pacientes com sinais de hipocondria demonstram medo constante de adoecer, contaminar-se ou desenvolver uma doença grave, predomina na classe masculina.
A manifestação do transtorno é reconhecida na adolescência e passa a ser mais frequente a partir da quarta o quinta década da vida.
O que difere de uma pessoa que passou por uma doença grave, de fato , e após de restabelecerem ficam sensibilizadas com o ocorrido, preocupando-se demais, pois depois de passarem por um novo exame que descarte o recrudescimento da doença, a pessoa em questão, tranquiliza-se, o que não acontece com o hipocondríaco.
O hipocondríaco tem grande sensibilidade para identificar movimentos, sons, ruídos e outros sinais do corpo que passariam desapercebidos para a maioria das pessoas, dá importância demais a qualquer sinal físico ou dor, costuma ficar ansioso e temeroso.
Também tem a impressão de que qualquer dor ou desconforto é sinal de doença grave, injerindo remédios com frequência, sem prescrição médica.
Tem necessidade de consultar diversos médicos, apesar de vários deles terem feito o mesmo diagnóstico com base nos resultados dos exames.
Geralmente anda com vários exames arquivados em pastas nas suas peregrinações pelos profissionais.
Vive com a suspeita constante de ser portador de alguma doença grave.Tem compulsão por conversar com pessoas doentes para comparar sintomas e mal-estares.
Para os hipocondríacos, a crença de que há algo errado com seu corpo interfere no dia a dia, causa angustia e depressão, a doença imaginária causa, sim, sofrimento real, havendo situações que o quadro demora anos devido a falta de interesse dos profissionais de saúde pelas queixas do hipocondríaco.Esclarecendo, a hipocondria não é caracterizada como doença, porque não apresenta um conjunto claro de sintomas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A hipocondria pode ser tratada com psicoterapia associada a ansiolíticos, e deve ser investigado outros transtornos de ansiedade, como por exemplo, pânico ou depressão. No entanto,muitos hipocondríacos, resistem a idéia de procurarem um psiquiatra e partem para automedicação.
Já a Sindrome de Munchausen é uma doença psiquiátrica em que o paciente, de forma compulsiva, deliberada e contínua, causa, provoca ou simula sintomas de doenças, com a intenção de obter cuidados médicos e de enfermagem. A pessoa afetada exagera ou cria sintomas nela mesma para ganhar atenção, atendimento e simpatia.
O paciente com Muchausen sabe que está exagerando, enquanto o hipocondríaco acredita que está doente de fato.
Segue o teste chamado Índice de Whiteley, que avalia a possibilidade do diagnóstico de hipocondria:
  • Preocupa-se o tempo todo com a possibilidade de alguma doença séria?

  • Sofre dores e sintomas variados?

  • Presta muita atenção a tudo que ocorre no seu corpo?

  • Está muito preocupado com a saúde?

  • Tem sintomas de doenças muito graves com frequência?

  • Ao ser informado de alguma doença grave (pela mídia), preocupa-se com a possibilidade de adoecer?

  • Quando está doente, preocupa-se e incomoda-se se alguém diz que você já está melhor?

  • Está acometido com sintomas diferentes?

  • Costuma duvidar até de si mesmo e buscar outras razões?

  • Custa a acreditar no médico quando ele afirma que você não tem nenhuma doença?

  • Tem a sensação de que as pessoas não levam a sério a sua doença?

  • Tem convicção de que sua preocupação com saúde é maior que a dos amigos?

  • Acredita que há algo no seu corpo que está funcionando mal?

  • Tem medo de alguma doença?