As residências terapêuticas constituem-se como alternativas de moradia para um grande contingente de pessoas que estão internadas há anos em hospitais psiquiátricos por não contarem com suporte adequado na comunidade.
Além disso, essas residências podem servir de apoio a usuários de outros serviços de saúde mental, que não contem com suporte familiar e social suficientes para garantir espaço adequado de moradia.
O Serviço Residencial Terapêutico (SRT) são casas localizadas no espaço urbano, constituídas para responder as necessidades de moradia de pessoas portadoras de transtornos mentais graves ou não.
O número de usuários podem variar desde um indíviduo até um pequeno grupo de no máximo oito pessoas, que deverão contar sempre com um suporte profissional sensível às demandas de cada um.
O suporte de caráter interdisciplinar (seja o CAPS de referência, seja uma equipe de atenção básica, sejam outros profissionais) deverá considerar a singularidade de cada um dos moradores, e não apenas projetos e ações baseadas no coletivo de moradores.
O acompanhamento a um morador deve prosseguir, mesmo que ele mude de endereço ou eventualmente seja hospitalizado.
O processo de reabilitação psicossocial deve buscar de modo especial a inserção do usuário na rede de serviços, organizações e relações sociais da comunidade, ou seja, a inserção em um SRT é o início de um longo processo de reabilitação que deverá buscar a progressiva inclusão social do morador.
A implantação de uma residência terapêutica exige pacto entre gestor, comunidade, usuários, profissionais de saúde, vizinhança, rede social de apoio, e trabalho clínico com os futuros moradores.
Os beneficiados serão:
- Portadores de transtornos mentais egressos de internações psiquiátricas em hospitais cadastrados no SIH/SUS.
- Egressos de internação em Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico,em conformidade com decisão judicial.
- Pessoas em acompanhamento nos Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), para os quais existem problemas de moradia identificados.
- Moradores de rua com transtornos mentais severos, quando inseridos em projetos terapêuticos especiais acompanhados nos CAPS.
* Regulamentação das SRTs:
- Lei Federal nº10.216/01
- Lei nº 10.708/03
- Portaria GM nº 52 e 53/ 2004
- Portaria 106/2000
- Portaria nº 1.220/2000
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sábado, 28 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
Projeto de Lei quer regularizar os blogs brasileiros
Proposta prevê a obrigatoriedade da moderação dos comentários e ainda exige que os donos de blogs sejam responsabilizados por todos os textos anônimos comentados.
Está em trâmite no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê regular a atividade nos blogs brasileiros. Segundo o texto, os usuários devem ser obrigados a moderar os comentários publicados em suas páginas e todos os conteúdos comentados por anônimos serão de responsabilidade do blogueiro.
A proposta de número 7.131 foi apresentada no dia 14 de abril e é de autoria do deputado federal Gerson Peres (PP-PA). O projeto prevê que, com as novas medidas, os comentários sem autores também possam ser respondidos legalmente. Caso a lei entre em vigor, os donos de blogs que não concordarem com as novas regras poderão ser multados pelo Poder Judiciário em até R$10 mil.
Outra obrigação imposta pelo projeto é a identificação de todos os blogs brasileiros publicados na internet. Os responsáveis pelas páginas deverão ser cadastrados no site Registro.br, informando nome, RG e CPF.
A proposta argumenta que as medidas são necessárias devido à possibilidade de difusão de calúnias, injúrias e difamações por meio dos blogs. A regularização tentaria reduzir esses impactos na web.
Está em trâmite no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê regular a atividade nos blogs brasileiros. Segundo o texto, os usuários devem ser obrigados a moderar os comentários publicados em suas páginas e todos os conteúdos comentados por anônimos serão de responsabilidade do blogueiro.
A proposta de número 7.131 foi apresentada no dia 14 de abril e é de autoria do deputado federal Gerson Peres (PP-PA). O projeto prevê que, com as novas medidas, os comentários sem autores também possam ser respondidos legalmente. Caso a lei entre em vigor, os donos de blogs que não concordarem com as novas regras poderão ser multados pelo Poder Judiciário em até R$10 mil.
Outra obrigação imposta pelo projeto é a identificação de todos os blogs brasileiros publicados na internet. Os responsáveis pelas páginas deverão ser cadastrados no site Registro.br, informando nome, RG e CPF.
A proposta argumenta que as medidas são necessárias devido à possibilidade de difusão de calúnias, injúrias e difamações por meio dos blogs. A regularização tentaria reduzir esses impactos na web.
sábado, 17 de julho de 2010
Timidez excessiva pode ser doença
Grande parte das pessoas sente-se ansiosa em situações de exposição social. Alguns ficam nervosos nas famosas entrevistas de emprego ou exposição de seminários no local do trabalho. Outros são tímidos para convidar alguém para um encontro pra lá de especial. O coração pulsa forte e acelerado, o rubor facial delata a timidez, as mãos tremem e ficam com sudorese, os músculos ficam tensos, tem-se um nó na garganta e um sentimento de frio na barriga.
Quando tal ansiedade é normal, logo ela passa. Outros podem ficar com memórias negativas de tais situações estressoras, ficando ansiosos pela simples lembrança de tais episódios. Tais pessoas costumam ter medo de serem avaliadas, criticadas ou julgadas de forma negativa. Projetam que os outros a recriminam, a julgam severa e vorazmente, considerando- as incompetentes ou incapazes.
Nas situações em que a ansiedade, perante situações sociais, torna-se intensa, incapacitante e paralisante, prejudicando as atividades do dia a dia e os relacionamentos interpessoais, com grande sofrimento psíquico, podemos fazer o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Social (TAS) ou Fobia Social (FS). Portanto, o TAS é muito mais que timidez.
A timidez é uma ansiedade normal que diminui com a exposição e a experiência de vida, podendo até contribuir para um desempenho melhor nas situações sociais. Só falamos em fobia social quando a ansiedade é persistente, de alto grau e incapacitação plena.
Há várias situações temidas, tais como falar em público, comer em público, assinar cheques na frente de terceiros, freqüentar banheiros públicos, abordar uma possível paquera.
A ansiedade excessiva pode estar restrita a uma ou poucas situações, sendo chamada, neste caso, de “circunscrita”, ou então, pode ocorrer em várias funções sociais (falar com estranhos, comer em público, expor um trabalho para chefias), sendo aqui conhecida como “generalizada”.
O TAS acomete cerca de uma em cada oito pessoas. As mulheres são, ligeiramente, mais acometidas do que os homens, sendo os quadros femininos mais propensos ao uso indiscriminado de benzodiazepínicos (tranqüilizantes) , enquanto os homens abusam do álcool. O início do quadro de FS, nas mulheres, costuma ocorrer no final da adolescência, enquanto no sexo masculino, logo no início.
A biologia da ansiedade inclui o medo condicionado, processado por vias ou conexões existentes entre algumas estruturas do cérebro como o tálamo, o córtex sensorial e o sistema límbico (amídala e hipocampo). Este último rege as emoções e sentimentos. Humanos com lesão na amídala cerebral (não confundir com a outra “amídala”, a da garganta), não conseguem reconhecer o medo na face de uma pessoa e não identificam os estímulos que levam ao perigo. Poderíamos dar o nome de “circuito do medo” às conexões entre tais estruturas cerebrais. A ativação da amídala cerebral - principal estrutura responsável pela sensação do medo -, parece ter um componente genético responsável, com vários mensageiros químicos cerebrais envolvidos como a serotonina, a norepinefrina, o glutamato e o GABA).
O TAS pode levar a pessoa a deixar o trabalho ou a escola, pode impedir que as pessoas façam novos amigos, enfim, trazer enormes prejuízos sócio-funcionais às mesmas. Tais pessoas começam, em qualquer contexto social, a ter pensamentos automáticos negativos, como “vou dar vexame”, “vão me considerar incapaz ou despreparado”, “vou ter um branco ou gaguejar”. Tais pensamentos já produzem o medo que leva à resposta de ansiedade, com todos os sintomas físicos já citados. Com tanto sofrimento, alguns comportamentos de esquiva e mesmo evitação são realizados, mudando a rotina de vida de tais pessoas.
Geralmente, os pacientes com FS têm também depressão e abuso de álcool ou drogas.
A terapia comportamental cognitiva costuma ser útil no tratamento, envolvendo quatro etapas importantes:
1) Psicoeducação: É importante que o paciente tenha um conhecimento aprofundado sobre o transtorno, tendo, através de um aprendizado pleno mais confiança e determinação para superar o problema.
2) Reestruturação cognitiva: Faz com que o paciente entenda o quanto os pensamentos automáticos negativos influem na ansiedade gerada, ensinando técnicas de combate a tais pensamentos.
3) Treinamento de habilidades sociais e técnicas de controle de ansiedade: Técnicas úteis para um melhor desempenho nas situações sociais
4) Exposição: Enfrentamento progressivo das situações temidas.
Quanto às medicações utilizadas, incluímos os beta-bloqueadores (controlam sintomas específicos como o tremor e a taquicardia) e os antidepressivos. Os antidepressivos mais utilizados são os que atuam sobre a serotonina, ou os conhecidos de duplo mecanismo de ação, que atuam tanto sobre a serotonina quanto sobre a noradrenalina.
É importante que as pessoas não se decepcionem, durante o curso do tratamento, com eventuais recaídas. Isso pode acontecer, é normal. Qualquer ser humano, durante o processo de novos aprendizados comete equívocos ou falhas, isso é típico. A família também é uma forte aliada. O paciente precisa ter um papel ativo na recuperação, não pode ficar de braços cruzados jamais.
No final, todo esforço valerá a pena.
Quando tal ansiedade é normal, logo ela passa. Outros podem ficar com memórias negativas de tais situações estressoras, ficando ansiosos pela simples lembrança de tais episódios. Tais pessoas costumam ter medo de serem avaliadas, criticadas ou julgadas de forma negativa. Projetam que os outros a recriminam, a julgam severa e vorazmente, considerando- as incompetentes ou incapazes.
Nas situações em que a ansiedade, perante situações sociais, torna-se intensa, incapacitante e paralisante, prejudicando as atividades do dia a dia e os relacionamentos interpessoais, com grande sofrimento psíquico, podemos fazer o diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Social (TAS) ou Fobia Social (FS). Portanto, o TAS é muito mais que timidez.
A timidez é uma ansiedade normal que diminui com a exposição e a experiência de vida, podendo até contribuir para um desempenho melhor nas situações sociais. Só falamos em fobia social quando a ansiedade é persistente, de alto grau e incapacitação plena.
Há várias situações temidas, tais como falar em público, comer em público, assinar cheques na frente de terceiros, freqüentar banheiros públicos, abordar uma possível paquera.
A ansiedade excessiva pode estar restrita a uma ou poucas situações, sendo chamada, neste caso, de “circunscrita”, ou então, pode ocorrer em várias funções sociais (falar com estranhos, comer em público, expor um trabalho para chefias), sendo aqui conhecida como “generalizada”.
O TAS acomete cerca de uma em cada oito pessoas. As mulheres são, ligeiramente, mais acometidas do que os homens, sendo os quadros femininos mais propensos ao uso indiscriminado de benzodiazepínicos (tranqüilizantes) , enquanto os homens abusam do álcool. O início do quadro de FS, nas mulheres, costuma ocorrer no final da adolescência, enquanto no sexo masculino, logo no início.
A biologia da ansiedade inclui o medo condicionado, processado por vias ou conexões existentes entre algumas estruturas do cérebro como o tálamo, o córtex sensorial e o sistema límbico (amídala e hipocampo). Este último rege as emoções e sentimentos. Humanos com lesão na amídala cerebral (não confundir com a outra “amídala”, a da garganta), não conseguem reconhecer o medo na face de uma pessoa e não identificam os estímulos que levam ao perigo. Poderíamos dar o nome de “circuito do medo” às conexões entre tais estruturas cerebrais. A ativação da amídala cerebral - principal estrutura responsável pela sensação do medo -, parece ter um componente genético responsável, com vários mensageiros químicos cerebrais envolvidos como a serotonina, a norepinefrina, o glutamato e o GABA).
O TAS pode levar a pessoa a deixar o trabalho ou a escola, pode impedir que as pessoas façam novos amigos, enfim, trazer enormes prejuízos sócio-funcionais às mesmas. Tais pessoas começam, em qualquer contexto social, a ter pensamentos automáticos negativos, como “vou dar vexame”, “vão me considerar incapaz ou despreparado”, “vou ter um branco ou gaguejar”. Tais pensamentos já produzem o medo que leva à resposta de ansiedade, com todos os sintomas físicos já citados. Com tanto sofrimento, alguns comportamentos de esquiva e mesmo evitação são realizados, mudando a rotina de vida de tais pessoas.
Geralmente, os pacientes com FS têm também depressão e abuso de álcool ou drogas.
A terapia comportamental cognitiva costuma ser útil no tratamento, envolvendo quatro etapas importantes:
1) Psicoeducação: É importante que o paciente tenha um conhecimento aprofundado sobre o transtorno, tendo, através de um aprendizado pleno mais confiança e determinação para superar o problema.
2) Reestruturação cognitiva: Faz com que o paciente entenda o quanto os pensamentos automáticos negativos influem na ansiedade gerada, ensinando técnicas de combate a tais pensamentos.
3) Treinamento de habilidades sociais e técnicas de controle de ansiedade: Técnicas úteis para um melhor desempenho nas situações sociais
4) Exposição: Enfrentamento progressivo das situações temidas.
Quanto às medicações utilizadas, incluímos os beta-bloqueadores (controlam sintomas específicos como o tremor e a taquicardia) e os antidepressivos. Os antidepressivos mais utilizados são os que atuam sobre a serotonina, ou os conhecidos de duplo mecanismo de ação, que atuam tanto sobre a serotonina quanto sobre a noradrenalina.
É importante que as pessoas não se decepcionem, durante o curso do tratamento, com eventuais recaídas. Isso pode acontecer, é normal. Qualquer ser humano, durante o processo de novos aprendizados comete equívocos ou falhas, isso é típico. A família também é uma forte aliada. O paciente precisa ter um papel ativo na recuperação, não pode ficar de braços cruzados jamais.
No final, todo esforço valerá a pena.
sábado, 10 de julho de 2010
Para que serve uma relação
Para que serve uma relação?
Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil. Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantêm relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toque sou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e,quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa ... principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil. Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantêm relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toque sou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e,quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa ... principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
sábado, 26 de junho de 2010
Uso Abusivo de Computador à noite afeta a qualidade do sono dos Jovens
Adolescentes que passam muito tempo em frente ao computador à noite apresentam má qualidade do sono, sonolência diurna e alterações no humor. As constatações são de pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp) com 160 adolescentes entre 15 e 18 anos.
Pelo estudo, 66,25% dos participantes tiveram problemas com o sono. A redução do período de sono implica em maior frequência de cochilos diurnos, elevado índice de estresse e baixo aproveitamento escolar entre alunos que estudam no período matutino.
Para os pesquisadores, os pais devem ficar mais atentos ao comportamento dos filhos. O ideal é que os adolescentes tenham de nove a dez horas de sono diário. Uma noite bem dormida é fundamental para a faixa etária, pois além de ser uma fase de crescimento, trata-se de um período de transição no qual o equilíbrio psíquico e emocional é fundamental.
Pelo estudo, 66,25% dos participantes tiveram problemas com o sono. A redução do período de sono implica em maior frequência de cochilos diurnos, elevado índice de estresse e baixo aproveitamento escolar entre alunos que estudam no período matutino.
Para os pesquisadores, os pais devem ficar mais atentos ao comportamento dos filhos. O ideal é que os adolescentes tenham de nove a dez horas de sono diário. Uma noite bem dormida é fundamental para a faixa etária, pois além de ser uma fase de crescimento, trata-se de um período de transição no qual o equilíbrio psíquico e emocional é fundamental.
sábado, 19 de junho de 2010
Aprendendo a Conviver
Eis algumas regras simples mais essencial na convivência, isso também é psicologia:
1. Execute as tarefas desagradáveis, como pôr o lixo para fora, de boa vontade, e de preferência antes que isso lhe seja pedido.
2. Não guarde a prataria para as visitas. Use-as...
3. Lembre-se das datas importantes.
4. Mesmo dentro de casa, lembre-se sempre de usar: "por favor", "obrigado", "você poderia?"
5. Seja firme, mas nunca esqueça de fazer um carinho.
6. Reconheça seus erros.
7. Abrace as crianças depois de ter lhes chamado a atenção.
8. Dance coladinho uma música suave.
9. Mesmo que sua situação financeira seja ótima, seus filhos devem fazer por merecer a faculdade, e devem pagar uma parte.
10. Mesmo que sua situação financeira seja ótima, seus filhos devem fazer por merecer um carro, e devem pagar todo o seguro.
11. Tenha sempre em casa aquele vinho ou quitute especial. Nunca se sabe quando pode acontecer uma noite especial...
12. Respeite a intimidade de seus filhos. Bata à porta antes de entrar no quarto deles e ensine-os a fazer o mesmo.
13. Não se esqueça de levantar o assento da privada.
14. Seja enérgico na ação, mas sensível no coração.
15. Não aperte as despesas a fim de que sobre dinheiro para dar às crianças.
16. Seja mais gentil que o meramente necessário.
17. Seja o(a) melhor amigo(a) de sua(seu) companheira( o).
18. Não faça nada enquanto estiver zangado.
19. Estimule seus filhos a ter um emprego de meio expediente
após os dezesseis anos.
20. Seja romântico(a).
21. Não guarde rancores. Se não gostou, diga logo, sem raiva.
22. Aprenda a fazer pequenos consertos.
23. Não se preocupe por não poder dar a seus filhos o melhor de tudo. Dê a eles o seu melhor.
24. Não fique se lamentando.
25. Lembre-se que um casamento maravilhoso não depende só de encontrar a pessoa certa, mas também de ser a pessoa certa.
26. Não se esqueça de que a maior necessidade emocional de uma pessoa é se sentir valorizada.
27. Não permita que o telefone interrompa momentos importantes. Você tem um telefone para sua conveniência, e não para a de quem liga.
28. Não perca tempo lamentando erros passados. Aprenda com eles e siga em frente.
29. Cumpra suas promessas.
30. Não complique.
31. Tire férias com a família, mesmo que isso saia caro para você. As lembranças não terão preço.
32. Numa discussão, se ficar perfeitamente claro que você é que tem razão, peça desculpas imediatamente.
1. Execute as tarefas desagradáveis, como pôr o lixo para fora, de boa vontade, e de preferência antes que isso lhe seja pedido.
2. Não guarde a prataria para as visitas. Use-as...
3. Lembre-se das datas importantes.
4. Mesmo dentro de casa, lembre-se sempre de usar: "por favor", "obrigado", "você poderia?"
5. Seja firme, mas nunca esqueça de fazer um carinho.
6. Reconheça seus erros.
7. Abrace as crianças depois de ter lhes chamado a atenção.
8. Dance coladinho uma música suave.
9. Mesmo que sua situação financeira seja ótima, seus filhos devem fazer por merecer a faculdade, e devem pagar uma parte.
10. Mesmo que sua situação financeira seja ótima, seus filhos devem fazer por merecer um carro, e devem pagar todo o seguro.
11. Tenha sempre em casa aquele vinho ou quitute especial. Nunca se sabe quando pode acontecer uma noite especial...
12. Respeite a intimidade de seus filhos. Bata à porta antes de entrar no quarto deles e ensine-os a fazer o mesmo.
13. Não se esqueça de levantar o assento da privada.
14. Seja enérgico na ação, mas sensível no coração.
15. Não aperte as despesas a fim de que sobre dinheiro para dar às crianças.
16. Seja mais gentil que o meramente necessário.
17. Seja o(a) melhor amigo(a) de sua(seu) companheira( o).
18. Não faça nada enquanto estiver zangado.
19. Estimule seus filhos a ter um emprego de meio expediente
após os dezesseis anos.
20. Seja romântico(a).
21. Não guarde rancores. Se não gostou, diga logo, sem raiva.
22. Aprenda a fazer pequenos consertos.
23. Não se preocupe por não poder dar a seus filhos o melhor de tudo. Dê a eles o seu melhor.
24. Não fique se lamentando.
25. Lembre-se que um casamento maravilhoso não depende só de encontrar a pessoa certa, mas também de ser a pessoa certa.
26. Não se esqueça de que a maior necessidade emocional de uma pessoa é se sentir valorizada.
27. Não permita que o telefone interrompa momentos importantes. Você tem um telefone para sua conveniência, e não para a de quem liga.
28. Não perca tempo lamentando erros passados. Aprenda com eles e siga em frente.
29. Cumpra suas promessas.
30. Não complique.
31. Tire férias com a família, mesmo que isso saia caro para você. As lembranças não terão preço.
32. Numa discussão, se ficar perfeitamente claro que você é que tem razão, peça desculpas imediatamente.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
7 Passos para superação e Controle do Ego
1. Pare de se sentir ofendido. O comportamento de outras pessoas não é motivo para se sentir imobilizado. Existe a ofensa apenas quando você se enfraquece. Se procurar por situações que o aborreça, as encontrará em cada esquina. É o ego no controle convencendo você que o mundo não deveria ser do jeito que é. Mas é possível tornar-se um observador da vida e alinhar-se com o Espírito da Criação universal. Não se alcança o poder da intenção sentindo-se ofendido. Procure erradicar, de todas as formas possíveis, os horrores do mundo que emanam da identificação maciça do ego, e esteja em paz. O Ser está em Deus e você que é parte Dele só retorna ao lar em Sua paz. Ficar ofendido cria o mesmo tipo de energia destrutiva que a princípio o feriu, e pode levar você a agressão, ao contra-ataque e a guerra.
2. Abandone o querer vencer. O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas. Você não se resume às suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é jogo do medo e próprio do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa. Significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador: perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.
3. Abandone o querer estar certo. O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona, indevidamente, a julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego: "Não sou seu escravo.Quero me tornar generoso.Quero rejeitar a necessidade de ter razão. Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade". Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com aintenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver. É preciso que sua intenção seja sempre boa e a mais honesta possível.
4. Abandone o querer ser superior. A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência. Tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance e nossa missão neste planeta é única e ninguém pode realizá-la por nós. Cada um tem uma tarefa a realizar, não importa se parece ser modesta ou importante. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade, retorna a você sentimentos de ressentimentos e até de hostilidade, proveniente da outra pessoa. Esses sentimentos são veículos que nos levam para longe da intenção da boa convivência. A distinção ou julgamento, sempre leva à comparações. Baseia-se nas faltas ou defeitos vistos no outro, e se mantém pela procura e demonstração das falhas percebidas.
5. Deixe de querer ter mais. O mantra do ego é "mais e mais" Ele nunca está satisfeito pois é insaciável. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente pois se sente sempre inseguro. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Ele quer sempre abarcar o mundo. Quem é rico, por exemplo, quer sempre mais riqueza. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha sua. Ao cessar essa necessidade por mais, ou colocar um controle nela, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz. A Fonte universal é feliz nela mesma, está sempre expandindo e criando vida nova constantemente pelo prazer e a beleza de criar. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, sempre mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos ou suas realizações. É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Pode-se ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Tudo no Universo é criação da Mente Divina Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um espírito.Você é um observador. É sua mente que cria o seu mundo. Sua mente é uma parte da mente de DEUS. Quando você cria é DEUS criando. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades recebidas e acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.
7. Deixe sua reputação de lado. Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens diferentes de você. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao bom propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa.
2. Abandone o querer vencer. O ego adora nos dividir entre ganhadores e perdedores. A busca pela vitória é a forma infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque basicamente é impossível vencer sempre. Algumas pessoas serão mais rápidas, mais sortudas, mais jovens, mais fortes e mais espertas que você e acabará se sentindo insignificante e sem valor diante delas. Você não se resume às suas conquistas e vitórias. Uma coisa é gostar de competir e se divertir num mundo onde vencer é tudo, mas não precisa ser assim em seus pensamentos. Não há perdedores num mundo onde todos compartilham da mesma fonte de energia. Só se pode afirmar que, em determinado dia, sua atuação esteve num certo nível comparada a outras. Mas cada dia é diferente, com outros competidores e novas situações a serem consideradas. Você continua sendo a infinita presença num corpo que está a cada dia ou a cada década, mais velho. Pare com essa necessidade de vencer, não aceite o conceito de que o contrário de vencer é perder. Esse é jogo do medo e próprio do ego. Se seu corpo não está respondendo de forma vencedora, não importa. Significa que você não está se identificando unicamente com seu ego. Seja um observador: perceba e aprecie tudo sem a necessidade de ganhar um troféu. Esteja em paz e alinhe-se com a energia da intenção. De forma inusitada, as vitórias aparecerão mais em seu caminho quanto menos as desejá-las.
3. Abandone o querer estar certo. O ego é a raiz de muitos conflitos e desavenças porque o impulsiona, indevidamente, a julgar as pessoas como erradas. Quando a pessoa é hostil, houve uma desconexão com o poder da intenção. O Espírito de Criação é generoso, amoroso e receptivo; e livre de raiva, ressentimento ou amargura. Cessar a necessidade de ter razão nas discussões e nos relacionamentos é como dizer ao ego: "Não sou seu escravo.Quero me tornar generoso.Quero rejeitar a necessidade de ter razão. Dê a oportunidade de se sentir bem dizendo a outra pessoa que ela está certa, e agradeça-a por lhe direcionar ao caminho da verdade". Ao deixar de querer ter razão, você fortalece a conexão com o poder da intenção. Mas fique atento, pois o ego é um combatente determinado. Tenho visto pessoas terminarem lindos relacionamentos por apego a necessidade de estarem certas. Preste atenção à vontade controlada pelo ego. Quando estiver no meio de uma discussão, pergunte a si mesmo; "Quero estar certo ou ser feliz?" Ao optar por ser feliz, amoroso e predisposto espiritualmente, a conexão com aintenção se fortalecerá. Esses momentos expandem novas conexões com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você para uma vida criativa ao qual foi predestinado a viver. É preciso que sua intenção seja sempre boa e a mais honesta possível.
4. Abandone o querer ser superior. A verdadeira nobreza não é uma questão de ser melhor que os outros. É uma questão de ser melhor ao que você era. Concentre-se em seu crescimento, consciente de que ninguém neste planeta é melhor que ninguém. Todos nós emanamos da mesma força de vida criadora. Todos temos a missão de realizar nossa pretendida essência. Tudo que precisamos para cumprir nosso destino está ao nosso alcance e nossa missão neste planeta é única e ninguém pode realizá-la por nós. Cada um tem uma tarefa a realizar, não importa se parece ser modesta ou importante. Mas nada é possível quando nos sentimos superiores aos outros. É um velho ditado e, todavia, verdadeiro: somos todos iguais aos olhos de Deus. Abandone a necessidade de sentir-se superior, perceba a expansão de Deus em cada um. Não julgue as pessoas pelas aparências, conquistas, posses e outros índices do ego. Ao projetar sentimentos de superioridade, retorna a você sentimentos de ressentimentos e até de hostilidade, proveniente da outra pessoa. Esses sentimentos são veículos que nos levam para longe da intenção da boa convivência. A distinção ou julgamento, sempre leva à comparações. Baseia-se nas faltas ou defeitos vistos no outro, e se mantém pela procura e demonstração das falhas percebidas.
5. Deixe de querer ter mais. O mantra do ego é "mais e mais" Ele nunca está satisfeito pois é insaciável. Não importa o quanto conquistou ou conseguiu, o ego insiste que ainda não é o suficiente pois se sente sempre inseguro. Ele põe você num estado perpétuo de busca e elimina a possibilidade de chegada. Ele quer sempre abarcar o mundo. Quem é rico, por exemplo, quer sempre mais riqueza. Na realidade, você já está lá e a forma que opta para usar esse momento presente da vida é uma escolha sua. Ao cessar essa necessidade por mais, ou colocar um controle nela, as coisas que mais deseja começam a chegar até você. Sem o apego da posse, fica mais fácil compartilhar com os outros. Você percebe o pouco que precisa para estar satisfeito e em paz. A Fonte universal é feliz nela mesma, está sempre expandindo e criando vida nova constantemente pelo prazer e a beleza de criar. Nunca obstrui suas criações por razões egoístas. Cria e deixa ir. Ao cessar a necessidade do ego de ter mais, sempre mais, você se unifica com a Fonte. Como um apreciador de tudo que aparece, aprende a lição poderosa de São Francisco de Assis: "É dando que se recebe". Ao permitir que a abundância lhe banhe, você se alinha com a Fonte e deixa essa energia fluir.
6. Abandone a idéia de você baseado em seus feitos ou suas realizações. É um conceito difícil quando se acredita que a pessoa é o que ela realiza. Deus compõe todas as músicas. Deus constrói todos os prédios. Deus é a fonte de todas as realizações. Pode-se ouvir os egos protestando em alto e bom som. Mas, vá se afinizando com essa idéia. Tudo emana da Fonte! Tudo no Universo é criação da Mente Divina Você e a Fonte são um só! Você não é esse corpo ou os seus feitos. Você é um espírito.Você é um observador. É sua mente que cria o seu mundo. Sua mente é uma parte da mente de DEUS. Quando você cria é DEUS criando. Veja tudo ao seu redor e seja grato pelas habilidades recebidas e acumuladas. Todo crédito pertence ao poder da intenção, o qual lhe fez existir e do qual você é uma parte materializada. Quanto menos atribuir a si mesmo suas realizações, mais conectado estará com as sete faces da intenção, mais livre será para realizar e muito aparecerá em seu caminho. Quando nos apegamos às realizações e acreditamos que as conseguimos sozinhos abandonamos a paz e a gratidão à Fonte.
7. Deixe sua reputação de lado. Sua reputação não está localizada em você. Ela reside na mente dos outros. Você não tem controle algum sobre isso. Ao falar para 30 pessoas, terá 30 imagens diferentes de você. Conectar-se com a intenção significa ouvir o coração e direcionar sua vida baseado no que a voz interior lhe diz. Esse é o seu propósito aqui. Ao preocupar-se demasiadamente em como está sendo visto pelos outros, mostra que seu eu está desconectado com a intenção e está sendo guiando pelas opiniões alheias. É o seu ego no controle. É uma ilusão que se levanta entre você e o poder da intenção. Não há nada a fazer, a não ser que você se desconecte da fonte de poder convencido de que seu propósito é provar o quão poderoso e superior é, desperdiçando sua energia na tentativa de obter uma reputação maior entre outros egos. Faça o que fizer, guie-se sempre pela voz interior conectada e seja grato à Fonte. Atenha-se ao bom propósito, desapegue-se dos resultados e assuma a responsabilidade do que reside dentro de você: seu caráter. Deixe os outros discutirem sobre a sua reputação, isso não interessa.
sábado, 12 de junho de 2010
Transformações e Crescimento
É muito comum pessoas com 28, 35, 42 e 49 anos me escreverem
colocando desabafos, tipo: minha vida está sem graça,
ando dormindo demais e com pouca vontade de acordar,
sinto-me sem significado ou significância.
O que posso fazer na minha alimentação para recuperar minhas forças e ânimo?
Este quadro pode ser diagnosticado como depressivo.
E, guardadas as devidas proporções e casos específicos,
nestas idades, tais sintomas são esperados e normais.
Podendo durar de 3 a 12 meses.
Estas idades são mudanças de ciclos, de idade, inerentes à vida humana.
São engrenagens (gatilhos) da existência que nos cobram paradas,
revisões, reflexões, mudanças e transformações. Ninguém foge disso.
Só que dá trabalho crescer.
Dá medo ficar sem aquela casca antiga, de ficar vulnerável
e sem um futuro previsível.
E, como na história da cobra, não é possível crescer sem mudar de casca.
E, não dá para mudar de casca sem passar por um período de vulnerabilidade
e buscar sustentabilidade para a casca maior.
Então, vem a vontade de autossabotagem dizendo:
A vida está sem graça, tô cansada,quero dormir etc e tal. Vêm as resistências e no meio do pânico do desconhecido,os desejos por alimentos que intoxicam e dificultam a percepção clara e lúcida do que o universo esta pedindo.
Sabe o que proponho? Coloque este mantra (MENOS) na sua vida, 24 horas/dia, começa a triagem e uma nova forma de como você realiza cada coisinha da sua vida. Não estou propondo parar de fazer suas coisas,cumprir seus compromissos.
Mas mudar a consciência de como assumir os novos compromissos, e a percepção de como realiza (seus pensamentos, sentimentos e ações) o seu dia-a-dia.
Dá trabalho? No começo sim, até porque há uma resistência para crescer e ser feliz.
Para acordar e deixar de ser vítima de você mesma. Mas os resultados, as sensações de superação, de amar-se, cuidar-se, atentar-se dão muita energia,muita vontade de viver,de ser feliz, e achar que a vida vale a pena.
Vamos rir disso tudo? Vamos começar a comer menos e mais saudável.
A tomar aquele suquinho desintoxicante todos os dias?
O primeiro em jejum, e se der outros 2 sucos ao longo do dia, principalmente quando os grilinhos da estagnação começam a clamar por doces, frituras e cafezinhos mil.
Segunda questão: mas se estou vivendo um quadro depressivo,vou ter que tomar remédio? Psiquiatra, tarja-negra e as inerentes olheiras? Que barbaridade! Nada que ver pensar em remédios.
Tem momentos na vida que a depressão faz parte.
É o chamado momento cobra que para crescer tem que mudar de casca e ficar vulnerável.Tipo mudar de idade, perder um ente querido, mudanças radicais.Nestes casos é proibido tomar remédios.São oportunidades maravilhosas que o universo nos proporciona para crescermos.Ressurreições!
Esta depressão é para parar, refletir, ir fundo nas dores e cores,se ver pelo avesso, ir até o fundo do poço.
Curta esta propulsão que o universo te jogou. A única coisa que peço: preserve-se.
Do quê?
De pessoas que te fazem pior, de discussões, de geladeiras e lares intoxicantes, de exageros, de expectativas falsas.
E ria muito disso tudo!
colocando desabafos, tipo: minha vida está sem graça,
ando dormindo demais e com pouca vontade de acordar,
sinto-me sem significado ou significância.
O que posso fazer na minha alimentação para recuperar minhas forças e ânimo?
Este quadro pode ser diagnosticado como depressivo.
E, guardadas as devidas proporções e casos específicos,
nestas idades, tais sintomas são esperados e normais.
Podendo durar de 3 a 12 meses.
Estas idades são mudanças de ciclos, de idade, inerentes à vida humana.
São engrenagens (gatilhos) da existência que nos cobram paradas,
revisões, reflexões, mudanças e transformações. Ninguém foge disso.
Só que dá trabalho crescer.
Dá medo ficar sem aquela casca antiga, de ficar vulnerável
e sem um futuro previsível.
E, como na história da cobra, não é possível crescer sem mudar de casca.
E, não dá para mudar de casca sem passar por um período de vulnerabilidade
e buscar sustentabilidade para a casca maior.
Então, vem a vontade de autossabotagem dizendo:
A vida está sem graça, tô cansada,quero dormir etc e tal. Vêm as resistências e no meio do pânico do desconhecido,os desejos por alimentos que intoxicam e dificultam a percepção clara e lúcida do que o universo esta pedindo.
Sabe o que proponho? Coloque este mantra (MENOS) na sua vida, 24 horas/dia, começa a triagem e uma nova forma de como você realiza cada coisinha da sua vida. Não estou propondo parar de fazer suas coisas,cumprir seus compromissos.
Mas mudar a consciência de como assumir os novos compromissos, e a percepção de como realiza (seus pensamentos, sentimentos e ações) o seu dia-a-dia.
Dá trabalho? No começo sim, até porque há uma resistência para crescer e ser feliz.
Para acordar e deixar de ser vítima de você mesma. Mas os resultados, as sensações de superação, de amar-se, cuidar-se, atentar-se dão muita energia,muita vontade de viver,de ser feliz, e achar que a vida vale a pena.
Vamos rir disso tudo? Vamos começar a comer menos e mais saudável.
A tomar aquele suquinho desintoxicante todos os dias?
O primeiro em jejum, e se der outros 2 sucos ao longo do dia, principalmente quando os grilinhos da estagnação começam a clamar por doces, frituras e cafezinhos mil.
Segunda questão: mas se estou vivendo um quadro depressivo,vou ter que tomar remédio? Psiquiatra, tarja-negra e as inerentes olheiras? Que barbaridade! Nada que ver pensar em remédios.
Tem momentos na vida que a depressão faz parte.
É o chamado momento cobra que para crescer tem que mudar de casca e ficar vulnerável.Tipo mudar de idade, perder um ente querido, mudanças radicais.Nestes casos é proibido tomar remédios.São oportunidades maravilhosas que o universo nos proporciona para crescermos.Ressurreições!
Esta depressão é para parar, refletir, ir fundo nas dores e cores,se ver pelo avesso, ir até o fundo do poço.
Curta esta propulsão que o universo te jogou. A única coisa que peço: preserve-se.
Do quê?
De pessoas que te fazem pior, de discussões, de geladeiras e lares intoxicantes, de exageros, de expectativas falsas.
E ria muito disso tudo!
sábado, 5 de junho de 2010
Ações em Saúde do Trabalhador que devem ser desenvolvidas no local de trabalho
As propostas de ações apresentadas a seguir deverão ser desenvolvidas pela rede básica municipal de saúde, quer ela se organize em equipes de Saúde da Família, em Agentes Comunitários de Saúde e/ou em centros/ postos de saúde.
Não devem ser compreendidas como um check-list, devendo ser discutidas e adaptadas em função da dinâmica de trabalho dos grupos de profissionais que atuam na atenção básica no nível municipal de saúde.
- Atribuições gerais:
* A população economicamente ativa( definida pelo IBGE como aquela composta por pessoas de 10 a 65 anos de idade, classificadas como ocupadas ou desocupadas, mas procurando emprego,na semana de referencia da pesquisa realizada pelo Instituto.), por sexo e faixa etária.
* As atividades produtivas existentes na área, bem como os perigos e os riscos potenciais para a saúde dos trabalhadores, da população e do meio ambiente.
* Os integrantes das famílias que são trabalhadores( ativos do mercado formal ou informal, no domicílio, rural ou urbano e desempregados), por sexo e faixa etária.
* A existência de trabalho precoce ( crianças e adolescentes menores de 16 anos, que realizam qualquer atividade de trabalho, independentemente de remuneração, que frequentem ou não as escolas).
* A ocorrência de acidentes e/ou doenças relacionadas ao trabalho, que acometam trabalhadores inseridos tanto no mercado formal com informal de trabalho.
- Para o Serviço de Saúde:
* Organizar e analisar os dados obtidos em visitas domiciliares realizadas pelos agentes e membros das equipes de Saúde da Família.
* Desenvolver programas de Educação em Saúde do Trabalhador.
* Incluir o item ocupação e ramo de atividade em toda ficha de atendimento individual de crianças acima de 5anos, adolescentes e adultos.
* Em caso de acidente ou doença relacionada com o trabalho, deverá ser adotada a seguinte conduta:
1. Conduta clínica dos casos ( diagnóstico, tratamento e alta) para aquelas situações de menor complexidade, estabelecendo os mecanismos de referência e contra-referência necessários.
2. Encaminhamento dos casos de maior complexidade para serviços especializados em Saúde do Trabalhador, mantendo o acompanhamento dos mesmos até sua resolução.
3.Notificação dos casos, mediante instrumentos do setor saúde: Sistema de Informações de Mortalidade - SIM; Sistema de Informações Hospitalares do SUS- SIH; Sistema de Informações de Agravos Notificáveis - SINAN e Sistema de Informação da Atenção Básica- SIAB.
4. Solicitar à empresa a emissão da CAT, só em se tratando de trabalhador inserido no mercado formal de trabalho. Ao médico que está assistindo o trabalhador caberá preencher o item 2 da CAT, referente a diagnóstico, laudo e atendimento.
5. Investigação do local de trabalho, visando estabelecer relações entre situações de risco observadas e o agravo que está sendo investigado.
6. Realizar orientações trabalhistas e previdenciárias, de acordo com cada caso.
7. Informar e discutir com o trabalhador as causas de seu adoecimento.
- Planejar e executar ações de vigilância nos locais de trabalho , considerando as informações colhidas em visitas, os dados epidemiológicos e as demandas da sociedade civil organizada.
- Desenvolver, juntamente coma a comunidade e instituições públicas ( centros de referência em Saúde do Trabalhador,Ministério Público, laboratórios de toxicologia, universidades, etc), ações direcionadas para a solução dos problemas encontrados, para a resolução de casos clínicos e/ ou para as ações de vigilância.
- Considerar o trabalho infantil (menores de 16 anos) como situação de alerta epidemiológico.
Não devem ser compreendidas como um check-list, devendo ser discutidas e adaptadas em função da dinâmica de trabalho dos grupos de profissionais que atuam na atenção básica no nível municipal de saúde.
- Atribuições gerais:
* A população economicamente ativa( definida pelo IBGE como aquela composta por pessoas de 10 a 65 anos de idade, classificadas como ocupadas ou desocupadas, mas procurando emprego,na semana de referencia da pesquisa realizada pelo Instituto.), por sexo e faixa etária.
* As atividades produtivas existentes na área, bem como os perigos e os riscos potenciais para a saúde dos trabalhadores, da população e do meio ambiente.
* Os integrantes das famílias que são trabalhadores( ativos do mercado formal ou informal, no domicílio, rural ou urbano e desempregados), por sexo e faixa etária.
* A existência de trabalho precoce ( crianças e adolescentes menores de 16 anos, que realizam qualquer atividade de trabalho, independentemente de remuneração, que frequentem ou não as escolas).
* A ocorrência de acidentes e/ou doenças relacionadas ao trabalho, que acometam trabalhadores inseridos tanto no mercado formal com informal de trabalho.
- Para o Serviço de Saúde:
* Organizar e analisar os dados obtidos em visitas domiciliares realizadas pelos agentes e membros das equipes de Saúde da Família.
* Desenvolver programas de Educação em Saúde do Trabalhador.
* Incluir o item ocupação e ramo de atividade em toda ficha de atendimento individual de crianças acima de 5anos, adolescentes e adultos.
* Em caso de acidente ou doença relacionada com o trabalho, deverá ser adotada a seguinte conduta:
1. Conduta clínica dos casos ( diagnóstico, tratamento e alta) para aquelas situações de menor complexidade, estabelecendo os mecanismos de referência e contra-referência necessários.
2. Encaminhamento dos casos de maior complexidade para serviços especializados em Saúde do Trabalhador, mantendo o acompanhamento dos mesmos até sua resolução.
3.Notificação dos casos, mediante instrumentos do setor saúde: Sistema de Informações de Mortalidade - SIM; Sistema de Informações Hospitalares do SUS- SIH; Sistema de Informações de Agravos Notificáveis - SINAN e Sistema de Informação da Atenção Básica- SIAB.
4. Solicitar à empresa a emissão da CAT, só em se tratando de trabalhador inserido no mercado formal de trabalho. Ao médico que está assistindo o trabalhador caberá preencher o item 2 da CAT, referente a diagnóstico, laudo e atendimento.
5. Investigação do local de trabalho, visando estabelecer relações entre situações de risco observadas e o agravo que está sendo investigado.
6. Realizar orientações trabalhistas e previdenciárias, de acordo com cada caso.
7. Informar e discutir com o trabalhador as causas de seu adoecimento.
- Planejar e executar ações de vigilância nos locais de trabalho , considerando as informações colhidas em visitas, os dados epidemiológicos e as demandas da sociedade civil organizada.
- Desenvolver, juntamente coma a comunidade e instituições públicas ( centros de referência em Saúde do Trabalhador,Ministério Público, laboratórios de toxicologia, universidades, etc), ações direcionadas para a solução dos problemas encontrados, para a resolução de casos clínicos e/ ou para as ações de vigilância.
- Considerar o trabalho infantil (menores de 16 anos) como situação de alerta epidemiológico.
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