As lesões por reforço repetitivo (LER) são um conjunto de doenças que atingem os músculos, tendões, nervos e articulações e decorrem de sobrecarga no trabalho sobre o sistema músculo-esquelético.
Determinadas também pela Previdencia Social como distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho(Dort), ocorrem principalmente nos membros superiores(dedos,mãos,punhos,antebraços e braços) e são cada vez mais frequentes.
Um levantamento realizado pelo Ministério da Previdência Social mostra que, entre outubro de 2008 e janeiro de 2009, LER/Dort foram os principais motivos de afastamento temporário com concessão de benefícios de natureza previdenciária e acidentária, ao lado dos afastamentos por transtornos mentais.
Os principais fatores de risco são:
- Trabalho automatizado, sob pressão, em que o trabalhador não tem controle sobre suas atividades ( caixa, digitador, operador de telemarketing e outros).
- Obrigatoriedade de manter o ritmo acelerado para garantir a produção.
- Trabalho fragmentado, em que cada um exerce uma única tarefa de forma repetitiva.
- Trabalho rigidamente hierarquizado, sob pressão permanente das chefias.
- Número insuficiente de funcionários.
- Jornadas prolongadas de trabalho, com frequente realização de horas extras.
- Ausência de pausas durante a jornada de trabalho.
- Trabalho realizado em ambientes frios, ruidosos e mal ventilados.
- Mobiliário inadequado( cadeiras, mesas, etc), que leva a posturas incorretas.
O melhor modo de se prevenir pode ser:
- Controle do ritmo de trabalho pela pessoa que o executa.
- Enriquecimento das tarefas, não permitindo a fragmentação do trabalho.
- Eliminação das horas extras.
-Pausas durante a jornada de trabalho para que músculos e tendões descansem, sem aumento do ritmo ou do volume do trabalho
- Adequação do posto de trabalho para evitar posturas incorretas. Mobiliário e máquinas devem ser ajustadas às caracteristicas físicas individuais dos trabalhadores.
- Ambiente de trabalho com temperatura, ruído e iluminação adequados.
- Fiscalização nos ambientes de trabalho pela comissão interna de prevenção de acidentes
(Cipa), Delegacia Regional do Trabalho e Emprego, sindicato e centros de referência em saúde do trabalhador (Cerest).
- Claúsulas nos acordos coletivos de trabalho que privilegiem a prevenção de doenças do trabalho ou profissionais, tratamento e reabilitação dos trabalhadores.
- Implantação de programas de ginástica laboral, com duração de 8 a 12 minutos por dia, de cinco a seis vezes por semana.
Existem três tipos de ginástica que pode ser utilizados pelas empresas:
* Compensatória: Praticada antes do expediente de trabalho, tem como objetivo proporcionar aquecimento para o trabalho.
* De Pausa: Praticado no meio do expediente, para aliviar as tensões e fortalecer os músculos.
* Relaxamento: Praticada após o expediente do trabalho,proporciona relaxamento muscular.
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sábado, 24 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
O Ato Médico afeta realmente profissionais de saúde?
Apontarei alguns trechos do Ato Médico, que afetam o “profissional de saúde”, não apenas o psicólogo:
1- Nos Art. 1 a 4, descrevem-se as atividades privativas (como intubação traqueal, sedação) e não privativas (como fazer cateterização, punção, aplicar injeção etc) do médico. Com a descrição das funções não-privativas do médico, compreende-se sobre o que não há exclusividade (que fique claro, ninguém disse que o enfermeiro não pode mais aplicar injeções só porque é uma função médica).
2- No Parágrafo 2º do Art. 4, é afirmado que: “Não são privativos do médico os diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva”. Mais adiante, no Parágrafo 7º do Art. 4, temos: “O disposto nesse artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia” .
O texto deixa claro que os atos médicos não vêm alterar os atos dos outros profissionais de saúde que se profissionalizaram por meio de um curso superior (graduação) e que têm suas atividades regulamentadas por lei.
3- No Art. 5, ao listar atos privativos do médico (direção, chefia, coordenação e ensino), novamente o parágrafo único esclarece: “A direção administrativa de serviços de saúde não constitui função privativa de médico”. Além disso, descrições semelhantes são normais, encontradas sobre atos administrativos privativos de outros profissionais da saúde (como no decreto n. 53.464/64, das funções do psicólogo).
Os atos do médico ficariam agora estabelecidos em lei ( rígida e fiscalizada) e não somente pelo Conselho Federal de Medicina.
Isso é reafirmado no Art. 6, “A denominação de Médico é privativa dos graduados em cursos superiores de medicina e o exercício da profissão, dos inscritos no Conselho Regional de Medicina com jurisdição na respectiva unidade da Federação”.
1- Nos Art. 1 a 4, descrevem-se as atividades privativas (como intubação traqueal, sedação) e não privativas (como fazer cateterização, punção, aplicar injeção etc) do médico. Com a descrição das funções não-privativas do médico, compreende-se sobre o que não há exclusividade (que fique claro, ninguém disse que o enfermeiro não pode mais aplicar injeções só porque é uma função médica).
2- No Parágrafo 2º do Art. 4, é afirmado que: “Não são privativos do médico os diagnósticos funcional, cinésio-funcional, psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mental, sensorial e perceptocognitiva”. Mais adiante, no Parágrafo 7º do Art. 4, temos: “O disposto nesse artigo será aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico e tecnólogo de radiologia” .
O texto deixa claro que os atos médicos não vêm alterar os atos dos outros profissionais de saúde que se profissionalizaram por meio de um curso superior (graduação) e que têm suas atividades regulamentadas por lei.
3- No Art. 5, ao listar atos privativos do médico (direção, chefia, coordenação e ensino), novamente o parágrafo único esclarece: “A direção administrativa de serviços de saúde não constitui função privativa de médico”. Além disso, descrições semelhantes são normais, encontradas sobre atos administrativos privativos de outros profissionais da saúde (como no decreto n. 53.464/64, das funções do psicólogo).
Os atos do médico ficariam agora estabelecidos em lei ( rígida e fiscalizada) e não somente pelo Conselho Federal de Medicina.
Isso é reafirmado no Art. 6, “A denominação de Médico é privativa dos graduados em cursos superiores de medicina e o exercício da profissão, dos inscritos no Conselho Regional de Medicina com jurisdição na respectiva unidade da Federação”.
Agora, atentem para esse artigo:
No Art. 4, temos: “São atividades privativas do médico:
I-Formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica”; no Parágrafo 1º, a definição de diagnóstico nosológico: “(...) restringe-se à determinação da doença que acomete o ser humano, aqui definida como interrupção, cessação ou distúrbio da função do corpo, sistema ou órgão, caracterizada por no mínimo dois dos seguintes critérios:
I-agente etiológico conhecido;
II-grupo identificável de sinais ou sintomas;
III-alterações anatômicas ou psicopatológicas” e, no Parágrafo 3º, “As doenças, para efeito desta Lei, encontram-se referenciadas na décima revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde”.
No Art. 4, temos: “São atividades privativas do médico:
I-Formulação do diagnóstico nosológico e respectiva prescrição terapêutica”; no Parágrafo 1º, a definição de diagnóstico nosológico: “(...) restringe-se à determinação da doença que acomete o ser humano, aqui definida como interrupção, cessação ou distúrbio da função do corpo, sistema ou órgão, caracterizada por no mínimo dois dos seguintes critérios:
I-agente etiológico conhecido;
II-grupo identificável de sinais ou sintomas;
III-alterações anatômicas ou psicopatológicas” e, no Parágrafo 3º, “As doenças, para efeito desta Lei, encontram-se referenciadas na décima revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde”.
Enquanto classe de psicólogos, que bom seria se tivéssemos uma legislação mais específica, definindo as atividades.
O mais perto disso está na Lei 4.119 de 1962, Art.13, Parágrafo 1º: “Constitui função privativa do psicólogo a utilização de métodos e técnicas psicológicas com os seguintes objetivos:
(a) diagnóstico psicológico;
(b) orientação e seleção profissional;
(c) orientação psicopedagógica;
(d) solução de problemas de ajustamento”.
Pelo Ato Médico indiretamente os outros profissionais da saúde foram beneficiados pela listagem das profissões regulamentadas por lei, que possuem curso superior para ensiná-las.
Nada foi listado sobre cromoterapeutas, terapias de vidas passadas, ou profissionais que lidam com florais e aromas.
Que se saiba quais são as intervenções sobre a saúde humana reconhecidas pela lei.
Devo frizar que, o trabalho sobre a melhora da saúde das pessoas deveria ser aquele que:
(1) o profissional é apto a realizar porque estudou e consta na grade curricular do curso superior que realizou;
(2) consta na grade curricular porque tem resultados comprovados e coerência teórica interna e
(3) tem compromisso com a melhor resolução possível do problema de saúde que lhe compete intervir.
O mais perto disso está na Lei 4.119 de 1962, Art.13, Parágrafo 1º: “Constitui função privativa do psicólogo a utilização de métodos e técnicas psicológicas com os seguintes objetivos:
(a) diagnóstico psicológico;
(b) orientação e seleção profissional;
(c) orientação psicopedagógica;
(d) solução de problemas de ajustamento”.
Pelo Ato Médico indiretamente os outros profissionais da saúde foram beneficiados pela listagem das profissões regulamentadas por lei, que possuem curso superior para ensiná-las.
Nada foi listado sobre cromoterapeutas, terapias de vidas passadas, ou profissionais que lidam com florais e aromas.
Que se saiba quais são as intervenções sobre a saúde humana reconhecidas pela lei.
Devo frizar que, o trabalho sobre a melhora da saúde das pessoas deveria ser aquele que:
(1) o profissional é apto a realizar porque estudou e consta na grade curricular do curso superior que realizou;
(2) consta na grade curricular porque tem resultados comprovados e coerência teórica interna e
(3) tem compromisso com a melhor resolução possível do problema de saúde que lhe compete intervir.
sábado, 3 de abril de 2010
Sindrome de Asperger
Síndrome de Asperger ou o transtorno de Asperger ou ainda Desordem de Asperger é uma síndrome que está relacionado com o autismo, diferenciando-se deste por não comportar nenhum “atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou de linguagem”.
O termo “síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma honrar Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990, mais precisamente em 1994 no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, na sua quarta edição.
O termo “síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma honrar Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990, mais precisamente em 1994 no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, na sua quarta edição.
Suspeita-se que Einstein, o físico Isaac Newton, o compositor Mozart e o pintor renascentista Miguel Ângelo também fossem portadores da síndrome, além do cineasta Stanley Kubrick e do filósofo Wittgenstein, bem como Andy Warhol. Outra Asperger de sucesso chama-se Temple Grandin, nos Estados Unidos, uma engenheira e zoóloga, professora universitária.
Outro Asperger de sucesso é Syd Barret, vocalista, guitarrista e compositor do Pink Floyd, que devido ao Síndrome de Asperger, viria a só participar no primeiro álbum (maioritariamente) e, minoritariamente, no segundo álbum da banda. Também o vocalista da banda australiana The Vines, Craig Nicholls, foi diagnosticado com a síndrome. Nicholls catalisa toda a sua inteligência na música, criando climas energéticos e totalmente psicadélicos, estando, no entanto, afastado de quase todo o relacionamento social.
Outro Asperger de sucesso é Syd Barret, vocalista, guitarrista e compositor do Pink Floyd, que devido ao Síndrome de Asperger, viria a só participar no primeiro álbum (maioritariamente) e, minoritariamente, no segundo álbum da banda. Também o vocalista da banda australiana The Vines, Craig Nicholls, foi diagnosticado com a síndrome. Nicholls catalisa toda a sua inteligência na música, criando climas energéticos e totalmente psicadélicos, estando, no entanto, afastado de quase todo o relacionamento social.
Características:
- Interesses específicos ou preocupações com um tema em detrimento de outras atividades;
- Rituais ou comportamentos repetitivos;
- Peculiaridades na fala e na linguagem;
- Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo (às vezes comparado com os traços de personalidade do personagem Spock de Jornada nas Estrelas);
- Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interação inter pessoal;
- Problemas com comunicação não-verbal;
- Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados.
Sinais de Alerta:
1. Dificuldade em ler as mensagens sociais e emocionais dos olhares – portadores de S.A geralmente não olham nos olhos, e quando olham, não os conseguem “ler”.
2. Interpretar literalmente – indivíduos com SA têm dificuldade em interpretar coloquialismos, ironia, gírias, sarcasmo e metáforas.
3. Ser considerado rude e ofensivo – propensos a um comportamento egocêntrico, os Aspergers não captam indiretas e sinais de alertas de que seu comportamento é inadequado à situação social.
4. Honestidade - portadores de Asperger são geralmente considerados “honestos demais” e têm dificuldade em enganar ou mentir, mesmo às custas de magoar alguém.
5. Percepção de erros sociais – à medida que os Aspergers amadurecem e se tornam cientes de sua “cegueira emocional”, começam a temer cometer novos erros no comportamento social, e a autocrítica em relação a isso pode crescer a ponto de se tornar numa fobia.
6. Paranoia – por causa da “cegueira emocional”, pessoas com S.A têm problemas para distinguir a diferença entre as atitudes deliberadas ou casuais dos outros, o que por sua vez pode gerar uma paranoia.
7. Lidar com conflitos – ser incapaz de entender outros pontos de vista pode levar a inflexibilidade e a uma incapacidade de negociar soluções de conflitos. Uma vez que o conflito se resolva, o remorso pode não ser evidente.
8. Consciência de magoar os outros – uma falta de empatia em geral leva a comportamentos ofensivos ou insensíveis não-intencionais.
9. Consolar os outros – como carecem de intuição sobre os sentimentos alheios, pessoas com SA têm pouca noção sobre como consolar alguém.
10. Reconhecer sinais de enfado – a incapacidade de entender os interesses alheios pode levar Aspergers a serem bastante desatentos e geralmente não percebem quando o seu interlocutor está entediado ou desinteressado.
11. Introspecção e autoconsciência – os indivíduos com S.A têm dificuldade de entender os seus próprios sentimentos ou o seu impacto nos sentimentos alheios.
12. Vestuário e higiene pessoal – pessoas com S.A tendem a ser menos afetadas pela pressão dos semelhantes do que outras. Como resultado, geralmente fazem tudo da maneira que acham mais confortável, sem se importar com a opinião alheia. Isto é válido principalmente em relação à forma como se vestem e aos cuidados com a própria aparência.
13. Amor e rancor – como os Aspergers reagem mais pragmaticamente do que emocionalmente, as suas expressões de afeto e rancor são em geral curtas e fracas.
14. Compreensão de embaraço e passo em falso – apesar do fato de pessoas com SA terem compreensão intelectual de constrangimento e gafes, são incapazes de aplicar estes conceitos no nível emocional.
15. Lidar com críticas – pessoas com S.A sentem-se forçosamente compelidas a corrigir erros, mesmo quando são cometidos por pessoas em posição de autoridade, como um professor ou um chefe. Por isto, podem parecer imprudentemente ofensivos.
16. Velocidade e qualidade do processamento das relações sociais – como respondem às interacções sociais com a razão e não com a intuição, os portadores de S.A tendem a processar informações de relacionamento muito mais lentamente do que o normal, levando a pausas ou demoras desproporcionais e incômodas.
17. Exaustão – quando um indivíduo com S.A começa a entender o processo de abstração, precisa treinar um esforço deliberado e repetitivo para processar informações de outra maneira. Isto muito frequentemente leva a exaustão mental.
sábado, 27 de março de 2010
Banco de Dados facilita a adoção de crianças
Anteriormente regionalizadas, as informações sobre o perfil de crianças e adolescentes e de pessoas aptas a adotar, além da localização e do número de abrigos no país, estão disponíveis no Cadastro Nacional de Adoção ( CNA). Os dados referentes aos processos de adoção são inseridos obrigatoriamente pelos juízes das Varas da Infância e da Juventude ou pelas corregedorias - gerais de Justiça dos estados, administradoras do CNA e responsáveis por criar o acesso para usuários do sistema.
O cadastro amplia a abrangência da consulta aos pretendentes, que só tinham a possibilidade de adotar crianças que morassem na localidade em que o pedido havia sido feito. Antes, para fazer uma nova tentativa de adoção em outro lugar do país, era preciso passar por novo processo de habilitação, com a apresentação de documentos, entrevistas com psicólogos e assistentes sociais e um parecer do juiz da vara da Infância e Juventude.
Agora os pretendentes habilitados em uma localidade t~em a chance de encontrar a criança com o perfil desejado em qualquer parte do Brasil.
A ampliação das possibilidades de consulta aos pretendentes também colabora para que seja cumprida a determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) de que, apenas quando esgotadas as chances de adoção nacional, os órfãos sejam encaminhados para a adoção internacional.
No entanto, um dos grandes entraves para o aumento do número de adoções é justamente o perfil que as pessoas cadastradas traçam para o s futuros filhos adotivos. A maioria deseja uma criança branca, do sexo feminino, sem problemas de saúde, e recém - nascida.
Outro dado importante é o Projeto de Lei 3.220/08, que institui no país o parto anônimo, que assegura a mulher, durante o período de gravidez ou até o dia em que deixar a unidade de saúde após o parto, a possibilidade, de não assumir a maternidade da criança que gerou.
Uma das determinações previstas no projeto é a de que, após 30 dias da saída do hospital, a criança nascida no parto anônimo seja incluída no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).
São usuários do CNA:
- Juízes de Direito das varas da Infância e Juventude
- Promotores de Justiça com atribuição para a infância e juventude.
- Comissões estaduais judiciárias de adoção e comissões estaduais judiciárias de adoção internacional.
- Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
- Auxiliares do juiz: serventuários técnicos da justiça da Infância e Juventude.
O cadastro amplia a abrangência da consulta aos pretendentes, que só tinham a possibilidade de adotar crianças que morassem na localidade em que o pedido havia sido feito. Antes, para fazer uma nova tentativa de adoção em outro lugar do país, era preciso passar por novo processo de habilitação, com a apresentação de documentos, entrevistas com psicólogos e assistentes sociais e um parecer do juiz da vara da Infância e Juventude.
Agora os pretendentes habilitados em uma localidade t~em a chance de encontrar a criança com o perfil desejado em qualquer parte do Brasil.
A ampliação das possibilidades de consulta aos pretendentes também colabora para que seja cumprida a determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) de que, apenas quando esgotadas as chances de adoção nacional, os órfãos sejam encaminhados para a adoção internacional.
No entanto, um dos grandes entraves para o aumento do número de adoções é justamente o perfil que as pessoas cadastradas traçam para o s futuros filhos adotivos. A maioria deseja uma criança branca, do sexo feminino, sem problemas de saúde, e recém - nascida.
Outro dado importante é o Projeto de Lei 3.220/08, que institui no país o parto anônimo, que assegura a mulher, durante o período de gravidez ou até o dia em que deixar a unidade de saúde após o parto, a possibilidade, de não assumir a maternidade da criança que gerou.
Uma das determinações previstas no projeto é a de que, após 30 dias da saída do hospital, a criança nascida no parto anônimo seja incluída no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).
São usuários do CNA:
- Juízes de Direito das varas da Infância e Juventude
- Promotores de Justiça com atribuição para a infância e juventude.
- Comissões estaduais judiciárias de adoção e comissões estaduais judiciárias de adoção internacional.
- Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
- Auxiliares do juiz: serventuários técnicos da justiça da Infância e Juventude.
sábado, 20 de março de 2010
Dez sugestões para manter nossa Saúde Mental
1. Construa confiança:
Identifique todas as suas fraquezas e habilidades juntas, aceite-as, construa sobre elas e faça o melhor com o que você tem.
2. Coma direito, mantenha-se em forma:
Você pode reduzir o stress e gozar mais a vida uma dieta balanceada, exercícios e repouso.
3. Encontre tempo para a família e os amigos:
Estes relacionamentos precisam ser cultivados. Se você der isso por certo pode ser que eles não estejam lá para dividir as alegrias e os pesares da vida.
4. Dê e aceite apoio:
Os relacionamentos entre amigos e família se desenvolvem quando eles são colocados em teste.
5. Crie um orçamento significativo:
Problemas financeiros causam stress. Um gasto excessivo naquilo que nós queremos ao invés daquilo que nós necessitamos frequentemente é a causa.
6. Seja voluntário:
Estar envolvido na comunidade dá um senso de propósito e satifação que um trabalho pago não pode dar.
7. Gerencie o Stress:
Todos nós temos muitos causadores de stress na nossa vida, mas aprender como lidar com eles quando surge a ameaça de nos esmagar, irá manter a nossa saúde mental.
8. Encontre força nos números:
Dividir um problema com outros que tem experiências semelhantes, pode te ajudar a encontrar uma solução e te fará sentir bem menos isolado.
9. Identificar e lidar com o humor:
Todos nós precisamos encontrar um caminho seguro e construtivo para expressar nossos sentimentos de raiva, tristeza, alegria e medo.
10. Aprenda a estar em paz consigo mesmo:
Saiba quem você é, o que te faz realmente feliz , e aprenda a equilibrar o que você pode ou não pode mudar sobre si mesmo.
Identifique todas as suas fraquezas e habilidades juntas, aceite-as, construa sobre elas e faça o melhor com o que você tem.
2. Coma direito, mantenha-se em forma:
Você pode reduzir o stress e gozar mais a vida uma dieta balanceada, exercícios e repouso.
3. Encontre tempo para a família e os amigos:
Estes relacionamentos precisam ser cultivados. Se você der isso por certo pode ser que eles não estejam lá para dividir as alegrias e os pesares da vida.
4. Dê e aceite apoio:
Os relacionamentos entre amigos e família se desenvolvem quando eles são colocados em teste.
5. Crie um orçamento significativo:
Problemas financeiros causam stress. Um gasto excessivo naquilo que nós queremos ao invés daquilo que nós necessitamos frequentemente é a causa.
6. Seja voluntário:
Estar envolvido na comunidade dá um senso de propósito e satifação que um trabalho pago não pode dar.
7. Gerencie o Stress:
Todos nós temos muitos causadores de stress na nossa vida, mas aprender como lidar com eles quando surge a ameaça de nos esmagar, irá manter a nossa saúde mental.
8. Encontre força nos números:
Dividir um problema com outros que tem experiências semelhantes, pode te ajudar a encontrar uma solução e te fará sentir bem menos isolado.
9. Identificar e lidar com o humor:
Todos nós precisamos encontrar um caminho seguro e construtivo para expressar nossos sentimentos de raiva, tristeza, alegria e medo.
10. Aprenda a estar em paz consigo mesmo:
Saiba quem você é, o que te faz realmente feliz , e aprenda a equilibrar o que você pode ou não pode mudar sobre si mesmo.
sábado, 6 de março de 2010
Vigilância e Castração Química contra pedófilos - Será alternativa eficaz?
Duas propostas destinadas a frear o aumento dos crimes de pedofilia podem serem votados no Senado neste ano.
Uma delas cria um banco de dados nacional, acessível a população pela internet, com à identificação e a localização de todos os condenados por crimes contra a liberdade sexual de criança ou adolescente. A outra defende a castração química de molestadores sexuais reincidentes.
A pedofilia é a perversão na qual a atração sexual de um adulto, idoso ou adolescente está dirigida primariamente para crianças pré-púberes ( ou seja, antes de entrar na puberdade).
É classificada como desordem mental e de personalidade do adulto e também como desvio sexual, pela Organização Mundial de Saúde.
Nos Estados Unidos, onde o número de molestadores sexuais condenados em liberdade condicional é de trezentos mil, o Ministério da Justiça criou um departamento específico para monitorar os criminosos sexuais, e mantém no ar site com a base de dados nacional informando a localização de cada um deles. O que pode ser feito aqui no Brasil também.
O objetivo é simples: permitir aos pais tomar conhecimento da existência de pedófilos condenados residindo próximo a sua residência ou à escola de seus filhos, com a possibilidade de identilficá-los fisicamente.
Já a possibilidade de castração química, apesar de polêmica, já tem simpatizantes, segundo confirma a enquete no site Brasil contra Pedofilia,87% dos internautas são favoráveis à castração química para pedófilos e estupradores.
A castração química vem para tornar possível o retorno do pedófilo ao ambiente social, segundo o senador Crivella.
Os que são contrários a castração química,Rafael Di Tella e Ernesto Schargrodsky, doutores pela Faculdade de Economia d Harvard, concluíram através de pesquisas que não há comprovação dos efeitos do monitoramento da redução da reincidência de pedófilos. estudo concluiu que, em geral presos com maior tempo de detenção apresentaram maiores taxas de reincidência, mesmo com o monitoramento. A medida também é criticada por psiquiatras, pois a pedofilia não seria uma questão de vigilância ou punição, mas de tratamento psiquiátrico.
Na Itália, França, Inglaterra, Polônia, República Tcheca e em mais de dez estados norte-americanos já permitem a castração, em vias de ser implementada na Espanha.
* Perfil dos Agressores Sexuais *
- Pedófilos:
+ Têm cerca de 40 anos
+ A maioria molesta crianças conhecidas, em geral, filhos e enteados
+ São mais dependentes de álcool do que de drogas
+ 60% são casados, 20% solteiros, 18% separados, 2% viúvos.
- Estupradores:
+ São mais jovens, com 33 anos em média
+ Atacam desconhecidas (os)
+ Abusam mais de outras drogas do que do álcool
+ 50% são casados, 30% solteiros, 20% separados
Uma delas cria um banco de dados nacional, acessível a população pela internet, com à identificação e a localização de todos os condenados por crimes contra a liberdade sexual de criança ou adolescente. A outra defende a castração química de molestadores sexuais reincidentes.
A pedofilia é a perversão na qual a atração sexual de um adulto, idoso ou adolescente está dirigida primariamente para crianças pré-púberes ( ou seja, antes de entrar na puberdade).
É classificada como desordem mental e de personalidade do adulto e também como desvio sexual, pela Organização Mundial de Saúde.
Nos Estados Unidos, onde o número de molestadores sexuais condenados em liberdade condicional é de trezentos mil, o Ministério da Justiça criou um departamento específico para monitorar os criminosos sexuais, e mantém no ar site com a base de dados nacional informando a localização de cada um deles. O que pode ser feito aqui no Brasil também.
O objetivo é simples: permitir aos pais tomar conhecimento da existência de pedófilos condenados residindo próximo a sua residência ou à escola de seus filhos, com a possibilidade de identilficá-los fisicamente.
Já a possibilidade de castração química, apesar de polêmica, já tem simpatizantes, segundo confirma a enquete no site Brasil contra Pedofilia,87% dos internautas são favoráveis à castração química para pedófilos e estupradores.
A castração química vem para tornar possível o retorno do pedófilo ao ambiente social, segundo o senador Crivella.
Os que são contrários a castração química,Rafael Di Tella e Ernesto Schargrodsky, doutores pela Faculdade de Economia d Harvard, concluíram através de pesquisas que não há comprovação dos efeitos do monitoramento da redução da reincidência de pedófilos. estudo concluiu que, em geral presos com maior tempo de detenção apresentaram maiores taxas de reincidência, mesmo com o monitoramento. A medida também é criticada por psiquiatras, pois a pedofilia não seria uma questão de vigilância ou punição, mas de tratamento psiquiátrico.
Na Itália, França, Inglaterra, Polônia, República Tcheca e em mais de dez estados norte-americanos já permitem a castração, em vias de ser implementada na Espanha.
* Perfil dos Agressores Sexuais *
- Pedófilos:
+ Têm cerca de 40 anos
+ A maioria molesta crianças conhecidas, em geral, filhos e enteados
+ São mais dependentes de álcool do que de drogas
+ 60% são casados, 20% solteiros, 18% separados, 2% viúvos.
- Estupradores:
+ São mais jovens, com 33 anos em média
+ Atacam desconhecidas (os)
+ Abusam mais de outras drogas do que do álcool
+ 50% são casados, 30% solteiros, 20% separados
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Recomendações a amigos e familiares desconfiados de que alguém conhecido corre o risco de cometer suícidio
Segue algumas dicas caso voce tenha suspeita de algum amigo ou familiar que usa drogas e queira ajudá-lo:
-Leve a sério seu amigo ou familiar.
-Leve a sério seu amigo ou familiar.
-Fique calmo, mas não sem reação.
-Envolva outras pessoas. Não tente manipular a crise sozinho ou pôr em risco sua
própria integridade ou segurança. Chame socorro, se necessário.
-Faça contato com o psiquiatra ou terapeuta da pessoa, com a equipe de
intervenção em momentos de crise, ou outros treinados para ajudar.
-Exprima preocupação. Dê exemplos do que leva você a crer que seu amigo(ou
seu familiar) está a beira do suicídio.
-Ouça atentamente. Mantenha contato visual. Use linguagem corporal, tal como
se aproximar da pessoa ou segurar-lhe a mão, se for adequado.
-Faça perguntas diretas. Descubra se o seu amigo(ou familiar) tem um plano
específico para o suicídio. Determine, se puder, em que método ele está
pensando.
-Reconheça, os sentimentos da pessoa. Demonstre empatia, não crítica. Não
isente a pessoa da responsabilidade por suas ações.
-Tranqüilize-o. Ressalte que o suicídio é uma solução permanente para um
problema temporário. Forneça esperança. Lembre ao seu amigo ou familiar
que existe ajuda e que as coisas irão melhorar.
-Não prometa segredo. Você pode precisar falar com o médico da pessoa a fim de
protegê-la. Não faça promessas que coloquem em risco a vida desta pessoa.
-Se possível, não deixe sozinha até se certificar de que está nas mãos de
profissionais competentes.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Daltonismo : Dificuldade de identificar cores
Estou atendendo uma pessoa daltônica, e devido a isso, resolvi pesquisar sobre o daltonismo, claro que tinha de compartilhar com nossos leitores.
O daltonismo foi descoberto em 1794 pelo químico e físico britânico John Dalton (1766-1844), o mesmo que formulou a teoria atômica. Ele próprio sofria dessaanomalia genética.
Cerca de cinquenta anos depois Herman von Helmholtz, também físico e fisiologista alemão, desenvolveu a hipótese de que a retina possui três espécies de células sensiveis, chamados de cones.
Cada cone é composto por pigmentos sensíveis a um dos três cumprimentos de onda de luz: o Protan é o cone sensível ao vermelho; o Deutan ao verde; e o Tritan ao azul.A percepção limitada das cores ocorre quando uma ou mais das três espécies de cone não funcionam adequadamente.
O daltonismo é hereditário, com transmissão ligada ao cromossomo X.Para ter a anomalia, a mulher precisa possuir o gene recessivo nos dois cromossomos X, daí a razão para a maor incidência do problema em homens, que têm um cromossomo X e um cromossomo Y.
Os tipos de daltonismo são classificados como:
* Deuteranomalia: Tipo menos grave e mais comum, é a dificuldade em distinguir tonalidades de verde.
* Protanomalia: Dificuldade de distinguir tons de vermelho. ( Em ambos os casos a cor que causa confusão assume um tom acinzentado).
* Titanomalia: Dificuldade em reconhecer cores na faixa do azul-amarelo.
* Monocromacia: Tipo mais raro de daltonismo, em que tudo é enxergado em preto,branco e tons de cinza.
*Dicromacia: Impede a percepção do vermelho,do verde e do azul.
O teste para detectar se o indivíduo possui daltonismo chama-se Ishihara, baseia-se na análise de lâminas formadas por pontos coloridos nas quais aparece um número em determinada cor.
Outro método chama-se anomaloscópio, onde a pessoa testada precisa combinar as cores controlando o brilho de uma luz amarela em parte da tela e uma mistura de luzes vermelhas e verdes no outro lado.Pessoas comuns combinam com precisão, o que não ocorre com as que possuem daltonismo.
O curioso é que os daltônicos possuem uma visão noturna superior a visão da pessoa que não tem daltonismo,são capazes de identificar mais matizes de violeta que as pessoas de visão normal.
Outro dado interessante: baleias e focas são daltônicas.
E mais: após um ferimento ou uma cirurgia de catarata, algumas pessoas ficam com visão ultravioleta.
O daltonismo foi descoberto em 1794 pelo químico e físico britânico John Dalton (1766-1844), o mesmo que formulou a teoria atômica. Ele próprio sofria dessaanomalia genética.
Cerca de cinquenta anos depois Herman von Helmholtz, também físico e fisiologista alemão, desenvolveu a hipótese de que a retina possui três espécies de células sensiveis, chamados de cones.
Cada cone é composto por pigmentos sensíveis a um dos três cumprimentos de onda de luz: o Protan é o cone sensível ao vermelho; o Deutan ao verde; e o Tritan ao azul.A percepção limitada das cores ocorre quando uma ou mais das três espécies de cone não funcionam adequadamente.
O daltonismo é hereditário, com transmissão ligada ao cromossomo X.Para ter a anomalia, a mulher precisa possuir o gene recessivo nos dois cromossomos X, daí a razão para a maor incidência do problema em homens, que têm um cromossomo X e um cromossomo Y.
Os tipos de daltonismo são classificados como:
* Deuteranomalia: Tipo menos grave e mais comum, é a dificuldade em distinguir tonalidades de verde.
* Protanomalia: Dificuldade de distinguir tons de vermelho. ( Em ambos os casos a cor que causa confusão assume um tom acinzentado).
* Titanomalia: Dificuldade em reconhecer cores na faixa do azul-amarelo.
* Monocromacia: Tipo mais raro de daltonismo, em que tudo é enxergado em preto,branco e tons de cinza.
*Dicromacia: Impede a percepção do vermelho,do verde e do azul.
O teste para detectar se o indivíduo possui daltonismo chama-se Ishihara, baseia-se na análise de lâminas formadas por pontos coloridos nas quais aparece um número em determinada cor.
Outro método chama-se anomaloscópio, onde a pessoa testada precisa combinar as cores controlando o brilho de uma luz amarela em parte da tela e uma mistura de luzes vermelhas e verdes no outro lado.Pessoas comuns combinam com precisão, o que não ocorre com as que possuem daltonismo.
O curioso é que os daltônicos possuem uma visão noturna superior a visão da pessoa que não tem daltonismo,são capazes de identificar mais matizes de violeta que as pessoas de visão normal.
Outro dado interessante: baleias e focas são daltônicas.
E mais: após um ferimento ou uma cirurgia de catarata, algumas pessoas ficam com visão ultravioleta.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Tipos de Transtornos Sexuais
Os problemas sexuais são conhecidos como Transtornos Sexuais na linguagem médica. Dividem-se em três grandes grupos:
* As Disfunções Sexuais
* As Parafilias
* Os Transtornos de Identidade de Gênero
Disfunção Sexual:
A Disfunção Sexual é um problema que pode afetar o desejo sexual e/ou alterar as respostas psicofisiológicas do corpo frente aos estímulos sexuais, causando sofrimento e insatisfação não só na pessoa, como também no seu par. Aline não consegue chegar ao orgasmo, frustrando-se
constantemente. Ela tem Anorgasmia.
Outras Disfunções Sexuais femininas são: Desejo Sexual Hipoativo, Aversão Sexual, Transtorno de Excitação (Frigidez), Dispareunia (dor na relação sexual) e Vaginismo (contração involuntária dos músculos perineais que impedem a penetração).
Nos homens, encontramos o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo, a Aversão Sexual, a Disfunção Erétil (Impotência), a Ejaculação Precoce (ou Prematura) e a Anorgasmia.
As disfunções sexuais são freqüentes e relativamente fáceis de se tratar com ajuda especializada, principalmente as que acometem as fases de excitação ou de orgasmo.
Parafilia:
A parafilia antigamente era chamada de Desvio Sexual ou Perversão. É caracterizada pela presença de fantasias ou vontades sexuais estimulantes e persistentes relacionadas:
- com objetos não humanos
- com humilhação de si mesmo ou de parceiros
- com crianças ou pessoas que não estão consentindo com o ato sexual.
Existe uma parafilia chamada de Exibicionismo, onde há uma necessidade repetida de se obter prazer expondo-se sexualmente a pessoas estranhas, sem os seus consentimentos.
Outras formas de Parafilia são: o Sadomasoquismo (quando a satisfação erótica advém da prática de maus tratos físicos e/ou morais infligidos ao parceiro sexual e a si mesmo), a Pedofilia (sexo com crianças), o Voyeurismo (espiar pessoas estranhas nuas ou tendo sexo sem estas perceberem), o Fetichismo (quando o prazer consiste em amar não à pessoa, mas a uma parte dela ou um objeto de seu uso), o Frotteurismo e o Fetichismo Transvéstico.
O tratamento básico para esses tipos de problema sexual é a psicoterapia.
Transtorno de identidade de gênero:
O Transtorno de Identidade de Gênero caracteriza-se pela pessoa acreditar ou querer ser do sexo oposto, tendo um sofrimento e uma estranheza muito grande com seu próprio sexo e com o seu papel social.
João tem esse tipo de problema sexual. O tratamento desse transtorno é mais difícil de ser feito. Por vezes, essas pessoas mudam de sexo através de uma série de cirurgias plásticas reconstrutivas. É
indispensável que a pessoa procure atendimento psiquiátrico para, através de psicoterapia e apoio, poder enfrentar as dificuldades para assumir nova identidade e lidar com possíveis frustrações.
Desejo sexual hipoativo:
"Sinto-me cobrada na cama. Finjo prazer ou me queixo de dor de cabeça."
Cada vez mais as mulheres procuram ajuda quando sentem-se desmotivadas sexualmente. Buscam apoio em amigas, profissionais da área de saúde, como psiquiatras, psicólogos ou mesmo ginecologistas. Raramente abrem-se com seus parceiros por se sentirem ameaçadas na estabilidade
de seus relacionamentos.
Muitas vezes, adotam a velha postura de "luta ou fuga". Ou seja, ou combatem o seu problema insistindo na relação sexual, mesmo não prazerosa, fingindo deleite e orgasmo, (o que deixa o parceiro de fora da realidade e excluído como apoio), ou fogem do contato sexual como o "diabo foge da cruz", queixando-se de dores de cabeça, cansaço e irritação, (evitando o apoio do parceiro, que geralmente sente-se rejeitado).
Muitas vezes o problema é deslocado para o companheiro, encarado como o "inimigo", responsável pela perda do desejo. A depressão é uma consequência frequente e o desajuste conjugal é o passo seguinte.
Mas o que é isso?
Chamamos de Desejo Sexual Hipoativo (DSH) a esse transtorno sexual que acomete, em média, 35% da população brasileira. Caracteriza-se por uma diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas e de desejo de ter atividade sexual. Há dificuldades no envolvimento com o parceiro, pois este queixa-se de falta de intimidade ou reciprocidade.
E diminui por quê?
Vários fatores podem determinar o DSH. Dentre os fatores orgânicos, devemos dar atenção a desequilíbrios hormonais. O aumento de prolactina, a diminuição de testosterona ou de estrogênio, podem causar uma baixa importante da motivação sexual.
Várias medicações já estão disponíveis para lidar com esses problemas, como os hormônios de
reposição ou drogas que restituem o equilíbrio hormonal.
Quando há infecções na vagina ou nódulos, a melhora destes quadros,com tratamento apropriado (antibióticos, analgésicos, lubrificantes,tratamento cirúrgico), restaura o desejo sexual.
Outro grande fator de diminuição do desejo é a depressão.
Quadros de intensa tristeza e sentimentos de menos valia acabam com o apetite sexual.
O tratamento desses transtornos com antidepressivos pode restaurar o prévio desejo sexual. Infelizmente, grande parte dessas medicações pode provocar efeitos colaterais sexuais a curto e a longo prazo, como diminuição do desejo, impotência, retardo da ejaculação e anorgasmia. Por essa razão, o tratamento de depressão deve ser ministrado e acompanhado pelo psiquiatra. Existem algumas medicações que podem ser prescritas como "antídotos" para esses efeitos colaterais sexuais. Dessa forma, a pessoa pode se beneficiar do tratamento para depressão, sem prejudicar sua vida sexual.
Os fatores sociais e psicológicos têm muito peso no Desejo Sexual Hipoativo.
A forma de criação das mulheres nos países ocidentais, com muita repressão e influências culturais negativas no que tange à sexualidade, trouxe profundas consequências para a vida sentimental e
sexual feminina. A mulher não é tão estimulada a se ver, a se tocar e a se conhecer sexualmente quando comparada ao homem.
Educava-se para não permitir que a sexualidade feminina viesse à tona. Após a revolução sexual dos anos 60, houve uma tentativa de inversão desses valores. No entanto, busca-se ainda hoje um meio termo, um equilíbrio para a real identidade feminina.
É comum o conflito entre ser uma mulher maternal e também sexual, como se fossem funções incompatíveis. As queixas de baixa libido e depressão não são raras após o parto. O casal pode começar a se desajustar mesmo durante a gravidez.
A mulher passa a se ver e a ser vista como um ser idolatrado, puro, destituído de atrativos sexuais.
Passa a negar o lado sexual em prol de ser mãe.
Situações traumáticas de abuso sexual, mensagens anti-sexuais durante a infância, culpas, comportamento sedutor por parte dos pais, dificuldade em unir amor com sexo em si mesma (esposa X prostituta), raivas entre o casal e competição temida com o pai ou mãe, entre
outras, são fontes de baixa libido nas mulheres.
Possíveis soluções:
O DSH é uma das disfunções mais difíceis de se tratar, pois geralmente acomete o indivíduo por longos anos, dado que as pessoas resistem muito em procurar ajuda. É frequentemente originado por fatores psicossociais, sendo os raros casos de organicidade encaminhados para especialistas.
Grande parte das mulheres pode beneficiar-se de reeducação sexual, visando a informação e a permissão sexual. Ou seja, muitas mulheres não aprenderam a se aceitar sexualmente e a se conhecer, devendopassar por um processo de reeducação sexual a nível de consultório.
É o que chamamos de terapia cognitivo-comportamental.
Outras apresentam problemas mais profundos de autoestima, de culpas e de repressões. Para esses casos, a psicoterapia de orientação analítica e/ou o psicodrama podem ajudar significativamente.
Não deixe de procurar ajuda.
* As Disfunções Sexuais
* As Parafilias
* Os Transtornos de Identidade de Gênero
Disfunção Sexual:
A Disfunção Sexual é um problema que pode afetar o desejo sexual e/ou alterar as respostas psicofisiológicas do corpo frente aos estímulos sexuais, causando sofrimento e insatisfação não só na pessoa, como também no seu par. Aline não consegue chegar ao orgasmo, frustrando-se
constantemente. Ela tem Anorgasmia.
Outras Disfunções Sexuais femininas são: Desejo Sexual Hipoativo, Aversão Sexual, Transtorno de Excitação (Frigidez), Dispareunia (dor na relação sexual) e Vaginismo (contração involuntária dos músculos perineais que impedem a penetração).
Nos homens, encontramos o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo, a Aversão Sexual, a Disfunção Erétil (Impotência), a Ejaculação Precoce (ou Prematura) e a Anorgasmia.
As disfunções sexuais são freqüentes e relativamente fáceis de se tratar com ajuda especializada, principalmente as que acometem as fases de excitação ou de orgasmo.
Parafilia:
A parafilia antigamente era chamada de Desvio Sexual ou Perversão. É caracterizada pela presença de fantasias ou vontades sexuais estimulantes e persistentes relacionadas:
- com objetos não humanos
- com humilhação de si mesmo ou de parceiros
- com crianças ou pessoas que não estão consentindo com o ato sexual.
Existe uma parafilia chamada de Exibicionismo, onde há uma necessidade repetida de se obter prazer expondo-se sexualmente a pessoas estranhas, sem os seus consentimentos.
Outras formas de Parafilia são: o Sadomasoquismo (quando a satisfação erótica advém da prática de maus tratos físicos e/ou morais infligidos ao parceiro sexual e a si mesmo), a Pedofilia (sexo com crianças), o Voyeurismo (espiar pessoas estranhas nuas ou tendo sexo sem estas perceberem), o Fetichismo (quando o prazer consiste em amar não à pessoa, mas a uma parte dela ou um objeto de seu uso), o Frotteurismo e o Fetichismo Transvéstico.
O tratamento básico para esses tipos de problema sexual é a psicoterapia.
Transtorno de identidade de gênero:
O Transtorno de Identidade de Gênero caracteriza-se pela pessoa acreditar ou querer ser do sexo oposto, tendo um sofrimento e uma estranheza muito grande com seu próprio sexo e com o seu papel social.
João tem esse tipo de problema sexual. O tratamento desse transtorno é mais difícil de ser feito. Por vezes, essas pessoas mudam de sexo através de uma série de cirurgias plásticas reconstrutivas. É
indispensável que a pessoa procure atendimento psiquiátrico para, através de psicoterapia e apoio, poder enfrentar as dificuldades para assumir nova identidade e lidar com possíveis frustrações.
Desejo sexual hipoativo:
"Sinto-me cobrada na cama. Finjo prazer ou me queixo de dor de cabeça."
Cada vez mais as mulheres procuram ajuda quando sentem-se desmotivadas sexualmente. Buscam apoio em amigas, profissionais da área de saúde, como psiquiatras, psicólogos ou mesmo ginecologistas. Raramente abrem-se com seus parceiros por se sentirem ameaçadas na estabilidade
de seus relacionamentos.
Muitas vezes, adotam a velha postura de "luta ou fuga". Ou seja, ou combatem o seu problema insistindo na relação sexual, mesmo não prazerosa, fingindo deleite e orgasmo, (o que deixa o parceiro de fora da realidade e excluído como apoio), ou fogem do contato sexual como o "diabo foge da cruz", queixando-se de dores de cabeça, cansaço e irritação, (evitando o apoio do parceiro, que geralmente sente-se rejeitado).
Muitas vezes o problema é deslocado para o companheiro, encarado como o "inimigo", responsável pela perda do desejo. A depressão é uma consequência frequente e o desajuste conjugal é o passo seguinte.
Mas o que é isso?
Chamamos de Desejo Sexual Hipoativo (DSH) a esse transtorno sexual que acomete, em média, 35% da população brasileira. Caracteriza-se por uma diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas e de desejo de ter atividade sexual. Há dificuldades no envolvimento com o parceiro, pois este queixa-se de falta de intimidade ou reciprocidade.
E diminui por quê?
Vários fatores podem determinar o DSH. Dentre os fatores orgânicos, devemos dar atenção a desequilíbrios hormonais. O aumento de prolactina, a diminuição de testosterona ou de estrogênio, podem causar uma baixa importante da motivação sexual.
Várias medicações já estão disponíveis para lidar com esses problemas, como os hormônios de
reposição ou drogas que restituem o equilíbrio hormonal.
Quando há infecções na vagina ou nódulos, a melhora destes quadros,com tratamento apropriado (antibióticos, analgésicos, lubrificantes,tratamento cirúrgico), restaura o desejo sexual.
Outro grande fator de diminuição do desejo é a depressão.
Quadros de intensa tristeza e sentimentos de menos valia acabam com o apetite sexual.
O tratamento desses transtornos com antidepressivos pode restaurar o prévio desejo sexual. Infelizmente, grande parte dessas medicações pode provocar efeitos colaterais sexuais a curto e a longo prazo, como diminuição do desejo, impotência, retardo da ejaculação e anorgasmia. Por essa razão, o tratamento de depressão deve ser ministrado e acompanhado pelo psiquiatra. Existem algumas medicações que podem ser prescritas como "antídotos" para esses efeitos colaterais sexuais. Dessa forma, a pessoa pode se beneficiar do tratamento para depressão, sem prejudicar sua vida sexual.
Os fatores sociais e psicológicos têm muito peso no Desejo Sexual Hipoativo.
A forma de criação das mulheres nos países ocidentais, com muita repressão e influências culturais negativas no que tange à sexualidade, trouxe profundas consequências para a vida sentimental e
sexual feminina. A mulher não é tão estimulada a se ver, a se tocar e a se conhecer sexualmente quando comparada ao homem.
Educava-se para não permitir que a sexualidade feminina viesse à tona. Após a revolução sexual dos anos 60, houve uma tentativa de inversão desses valores. No entanto, busca-se ainda hoje um meio termo, um equilíbrio para a real identidade feminina.
É comum o conflito entre ser uma mulher maternal e também sexual, como se fossem funções incompatíveis. As queixas de baixa libido e depressão não são raras após o parto. O casal pode começar a se desajustar mesmo durante a gravidez.
A mulher passa a se ver e a ser vista como um ser idolatrado, puro, destituído de atrativos sexuais.
Passa a negar o lado sexual em prol de ser mãe.
Situações traumáticas de abuso sexual, mensagens anti-sexuais durante a infância, culpas, comportamento sedutor por parte dos pais, dificuldade em unir amor com sexo em si mesma (esposa X prostituta), raivas entre o casal e competição temida com o pai ou mãe, entre
outras, são fontes de baixa libido nas mulheres.
Possíveis soluções:
O DSH é uma das disfunções mais difíceis de se tratar, pois geralmente acomete o indivíduo por longos anos, dado que as pessoas resistem muito em procurar ajuda. É frequentemente originado por fatores psicossociais, sendo os raros casos de organicidade encaminhados para especialistas.
Grande parte das mulheres pode beneficiar-se de reeducação sexual, visando a informação e a permissão sexual. Ou seja, muitas mulheres não aprenderam a se aceitar sexualmente e a se conhecer, devendopassar por um processo de reeducação sexual a nível de consultório.
É o que chamamos de terapia cognitivo-comportamental.
Outras apresentam problemas mais profundos de autoestima, de culpas e de repressões. Para esses casos, a psicoterapia de orientação analítica e/ou o psicodrama podem ajudar significativamente.
Não deixe de procurar ajuda.
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