sábado, 27 de julho de 2013

Vivencie seus lutos para uma melhor saúde mental

É clichê, mas é verdade: não podemos fugir ou evitar a morte e, consequentemente, o luto. Mas será que estamos preparados para lidar com as emoções que as perdas provocam?
A professora Maria Júlia Kovács, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Morte do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), assinala uma tendência, típica da sociedade contemporânea, que é a de abafar o luto e “tocar em frente”.
Hoje, só as mortes espetaculares como a do popstar Michael Jackson são admitidas; as outras são anônimas e geram um problema: como manejar a tristeza. Segundo Aurélio Fabrício Torres de Melo, psicoterapeuta e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, na atualidade, a morte está perdendo seu lugar. “E, se a morte está sendo ‘expulsa’, como lidar com o luto?”, questiona.
Roland Barthes, semiólogo e filósofo francês, amava e mantinha uma relação estreita com a mãe. Quando ela morreu, ele buscou confortar-se escrevendo sobre uma foto da mãe quando criança. Para ele, esta foi a forma de compreender aquela mulher e os seus sentimentos por ela. Barthes viveu seu luto e o registrou em “A Câmara Clara”. Não é preciso escrever um livro sobre seu sofrimento, mas é necessário vivenciá-lo.
Pequenos lutos
Na atualidade, a morte está perdendo seu lugar. E, se a morte está sendo 'expulsa', como lidar com o luto?
Aurélio Fabrício Torres de Melo, psicoterapeuta e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Momento dolorido da vida, o luto pode ser visto de uma forma abrangente e didática, como a proposta pelo professor Torres de Melo. Ele explica esse estado emocional como uma reação decorrente tanto da “pequena perda da criança que derruba o sorvete, até o exemplo clássico da viúva vestida de preto”. Ou seja, também ficamos “de luto” pelo fim de um relacionamento ou pela perda de um trabalho, por exemplo.
De acordo com Torres de Melo, sofremos pequenas perdas durante toda a vida e, mesmo as grandes e sofridas, seriam comumente precedidas de outras menores. Um exemplo é a angústia gerada pela percepção do envelhecimento dos pais, que sabemos, um dia vão nos deixar.
Medo
Não é novidade que temos medo e dificuldade em lidar com a morte, ela é misteriosa e foi vista por inúmeras lentes, como as do realismo fantástico do autor norte-americano H.P. Lovecraft. Para o escritor, escolhido como exemplo pelo professor Eugênio Mussak, médico e consultor nos campos da liderança, desenvolvimento humano e profissional, o medo é a mais poderosa e antiga emoção humana e o desconhecido, o desencadeador do medo mais profundo.
Tememos a morte, mas quando ela chega, não há escolhas, e a intensidade do luto depende da força da relação, dos sentimentos envolvidos, das expectativas nutridas. Assim, esclarece Maria Júlia Kovács, apesar de universal, cada um reage à sua maneira, mais penosa ou apaziguada, às perdas.
Fases
Se dê o direito de sofrer, mas não morra junto
Eugênio Mussak, médico e consultor nos campos da liderança, desenvolvimento humano e profissional
Hoje, entende-se que não há fases obrigatórias ou sequências de sentimentos no luto, mas basicamente são considerados, em primeiro lugar, o choque gerado pela perda e, depois, o período de “elaboração” da ausência e da falta. Etapa muito variável, intensa ou contida, que dependente de fatores agravantes como a violência da perda ou as chamadas inversões, quando, por exemplo, filhos morrem antes dos pais.
Porém, o que importa, concordam Kovács e Torres de Melo, é que o luto seja vivenciado. Por sua vez, Mussak procura pensar da seguinte forma: “Se dê o direito de sofrer, mas não morra junto”.
Como enfrentar
Não fique só! É o primeiro conselho. “As perdas, muitas vezes, não podem ser evitadas, mas a solidão, sim. A solidariedade e o conforto mitigam a dor”, ensina Torres de Melo.
Uma fórmula “caseira” usada por Torres de Melo para “tentar se preparar” para as perdas é derrubar a ilusão de posse em relação às coisas e às pessoas. Mas quando não há mais para onde correr, o professor defende: “No luto é muito importante que se promova uma catarse de sentimentos: chore o quanto precisar chorar, viva intensamente esse momento e compreenda o que está sentindo, incluindo as emoções que gravitam no ‘entorno’, como culpa, expectativa, fantasias e arrependimentos, que não mais poderão ser resolvidas”.
Em consenso com essa receita, Mussak argumenta que, de certa forma, nós só aprendemos a lidar com a morte (a nossa própria e a do outro), quando entendemos que ela faz parte do ciclo da vida. “O ciclo maior da vida é composto por outros menores, como a infância. Conseguimos fechar bem o grande ciclo, se os pequenos foram bem fechados.” Para ele, não aproveitar a vida é “morrer antes de morrer”.
Ajuda
Luto não é doença, mas nem sempre é possível viver essa fase sem auxílio profissional e especializado. A professora Kovács salienta que a primeira razão para alguém procurar ajuda especializada é a manifestação pessoal desse desejo.
Penso que a dor é proporcional ao espaço que a pessoa que morreu ocupava em nossa vida
Rubens Kutner, que perdeu a mãe em 2008
Rubens Kutner, publicitário e ouvidor de uma universidade na Região Metropolitana de São Paulo, perdeu a mãe em setembro de 2008. Aos 77 anos, ela viveu os diversos estágios de um câncer e uma depressão. O filho conta que, nos últimos quatro anos em que a mãe esteve viva, foi seu cuidador e isso estreitou ainda mais a relação entre os dois.
“Minha mãe era uma mulher otimista, o ‘esteio emocional da família’. Penso que a dor é proporcional ao espaço que a pessoa ocupava em nossa vida”, disse Kutner. Para ele, ver a mãe mais frágil foi difícil, mas enfrentar a morte foi ainda mais.
O rapaz não pode dividir aquilo que sentia com pessoas próximas, então decidiu, por conta própria, procurar auxílio especializado. Hoje, fala no assunto com paz na voz. Ele mostrou fotos à reportagem do UOL, disse que os objetos da mãe ainda estão presentes na casa e que, por vezes, sente-se saudoso e triste, mas que está feliz na maior parte do tempo. Por fim, confessou que ter feito o máximo em vida por sua mãe lhe trouxe certo alento na hora da morte.
Casos como o de Kutner não são tão numerosos, então quem está próximo sempre pode indicar ou orientar essa busca quando percebe que o sofrimento do enlutado é muito intenso ou há risco de adoecimento físico ou psíquico. Ou seja, observe.
Algumas ações como ir muito ao cemitério, olhar muito para fotos e falar demais na pessoa precisam ser acompanhadas, mas em alguns casos são apenas formas que o enlutado usa para lidar com aquela situação. Essas ações não podem, porém, impedir novas relações, sentimentos, atividades e vontades.
Ao lado, sempre
Talvez o luto nunca se dissolva completamente. Talvez ele apenas fique mais ameno, mais ameno e, de repente, se torne uma saudade e uma tristeza temporárias. Mas nos primeiros reveses desta experiência dolorida, aquele que perdeu precisa de carinho e apoio.
Para quem está próximo, a melhor atitude é estar presente, orientam Kovács e Torres de Melo. “Estar disponível às necessidades do outro e não ao que achamos que são essas necessidades”, explica a professora. Então, ouça, abrace, não necessariamente fale, esteja disposto a resolver problemas de ordem prática e simples. Esse tipo de atitude conforta e não condena o sofrimento do outro.
Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 13 de julho de 2013

Dicas para aumentar a prosperidade

1 – Assuma total responsabilidade pela situação
financeira
Parte deste princípio já foi explicitado na introdução acima. Não adianta
reclamar das coisas que você não pode mudar do passado, do país, da sua
família, ou das pessoas que de alguma maneira lhe prejudicaram.
Você precisa criar condições para prosperar, independente de coisas
externas. Lamuriar sobre as forças contrárias desvia o seu caminho, tira a sua
energia e faz de você uma vítima.
Seja qual for a sua situação financeira atual, assuma 100% da
responsabilidade pelo estado atual e pela mudança que você é capaz de fazer.
Mas e as pessoas que me prejudicaram? E o governo? Talvez tudo isso tenha
influenciado, mas você de alguma forma, consciente ou inconscientemente,
permitiu, atraiu ou colaborou para sua atual situação financeira. Não é sua
culpa, porque você fez isso de uma forma muito inconsciente, mas é sua
RESPONSABILIDADE.
Quando paramos de culpar os outros, a nossa energia fica livre para criar
e atrair novas formas de ganhar mais.
Exercício:
Um passo mais profundo para que você possa verdadeiramente assumir
total responsabilidade: perdoe a tudo e a todas que você considera que
contribuiu para as suas dificuldades atuais.
Isso pode parecer difícil. Você pode usar a técnica da EFT (Emotional
Freedom Techniques) para ajudar nessa tarefa e assim ficará infinitamente
mais fácil. Se você ainda não conhece a EFT, acesse www.eftbr.com.br e baixe
o manual gratuito para aprender e poder aplicar o método.
Faça uma lista de tudo e todos que você culpa pela sua atual situação:
governo, pais, irmãos, chefe, sócio, a vida, Deus etc. Quanto maior a lista
melhor, quanto mais detalhada e específica melhor. Lembre de eventos
específicos que você viveu com estas pessoas ou instituições que lhe
provocaram os prejuízos na sua vida.
Cada lembrança certamente trará desconforto emocional: raiva, injustiça,
mágoas etc. Selecione evento por evento, pensamento por pensamento que
venha acompanhado de sentimentos negativos e aplique EFT até eliminar
100% da intensidade emocional. Seja bastante persistente.
Algumas situações vão se resolver com poucas rodadas. Outras talvez
precisem de muitas. Faça o quanto de EFT for preciso até que você possa olhar
para cada situação e dizer “eu perdôo 100% essa pessoa ou esse fato”. Repita
o processo para cada lembrança até sentir 100% do perdão.
Certamente surgirão várias resistências em perdoar 100%. O tema
‘perdão’ exige explicações mais profundas. Na seção de artigos do meu site
www.eftbr.com.br você encontrará textos sobre o perdão que seguramente irão
esclarecer mais essa questão.
Muito provavelmente você poderá sentir raiva de você mesmo por ter
permitido, por ter sido inocente, ingênuo etc. Caso isso aconteça, faça EFT até
limpar a raiva ao ponto que você possa dizer “eu me perdôo 100%”. Isso é
muito importante! Se você não se perdoar, vai arranjar maneiras inconscientes
de se punir e isso é extremamente sabotador.
Agora diga em voz alta:
“Eu assumo 100% da responsabilidade pela minha vida financeira
atual. De forma consciente ou inconsciente, eu criei essa situação
para mim eu me perdôo por isso, e perdôo também a todos que
contribuíram direta ou indiretamente. Eu escolho agora focar em tudo
que eu posso para mudar essa situação. Eu sou 100% responsável
pela mudança”.
2 – Desenvolva a visão de que o mundo é um lugar
abundante, com infinitas possibilidades para todos os seres
humanos
A mentalidade de escassez é o que predomina na sociedade. O
pensamento é de que os recursos são insuficientes, que não há riquezas para
todo mundo prosperar.
Esse pensamento é extremamente sabotador. Faz as pessoas se
sentirem culpadas por desejar ter uma vida mais próspera. A sensação é de
estarem tirando a oportunidade de outras pessoas prosperarem, já que
acreditam não haver o suficiente para todos. Em um nível mais profundo, você
se sente culpado pela fome e pobreza.
Você sente como se o cobertor fosse curto, incapaz de cobrir todo
mundo. Se eu puxo para mim e fico aquecido, tem obrigatoriamente uma
pessoa lá do outro lado que ficou descoberta e está passando frio.
Sentindo tudo isso, obviamente que você dará um jeito de afastar a
prosperidade da sua vida. Até certo ponto você a permitirá, mas haverá um
momento em que você se sentirá culpado e a partir daí irá se sabotar. Esse
limite vai variar de pessoa para pessoa.
Mas a verdade é que existem infinitas formas de se criar riquezas. Novas
fontes são descobertas, se reciclam, criam-se novos serviços a todo momento.
A abundância é ilimitada e é possível que todos a acessem ao mesmo tempo.
Basta que as pessoas criem uma mentalidade de abundância, que confiem em
si mesmas e que tenham as ferramentas intelectuais para isso. A ferramenta
intelectual (educação) é importante, mas a autoestima e a mentalidade de
abundância são tão ou mais importantes.
Para que possamos tornar o mundo um oásis de prosperidade, cada
pessoa deverá se tornar um oásis. Comece por você, aumente a sua
prosperidade e estará contribuindo para um mundo mais próspero.
3 – Doe 10% ou mais de tudo que você ganhar
A prática da doação é bastante poderosa e gera muita prosperidade.
Quando falo sobre isso, algumas pessoas dizem “eu faço doação, me sinto
muito bem”. Maravilha, isso é ótimo. Mas, na verdade, o que a maioria faz é
dar pequenas esmolas: determinada quantia uma vez por ano no natal, R$ 50
para alguma instituição de vez em quando, doação de um quilo de alimento etc.
Tudo isso é melhor do que nada. Mas estou falando de algo consistente,
mensal, 10% ou mais de tudo que você ganha. Pode parecer difícil, ou até
mesmo impossível. Se você não conseguir no início, é normal. Tente 2% no
primeiro mês. Tenho certeza que será fácil. No mês seguinte, aumente para
3%. Faça isso até chegar em 10% ou mais.
Doar é importante por vários motivos. Existe a lei do dar para receber.
Veja que a lei não é o contrário: receber para depois dar. Doe primeiro e o
universo retribuirá. Doe qualquer coisa: tempo, dinheiro, amor, gentilezas e
você receberá benefícios multiplicados.
Algumas pessoas pensam o seguinte: “eu não tenho como doar, só
posso fazer isso quando minha renda melhorar”. Eu vou dizer o contrário:
comece já, e aí você verá as coisas melhorando. Aliás, quanto pior for a
situação financeira, quanto maior for a dívida, quanto maior a pobreza, mais
urgentemente você precisa começar a doar. Repito, se você não conseguir
iniciar com 10%, comece com 2%! Mas comece, e siga até os 10% ou mais.
O dinheiro doado deverá trazer crescimento para as pessoas. Por isso,
evite doações que sirvam apenas para manter pessoas acomodadas no nível em
que se encontram. Há pessoas que justamente por receberem ajuda financeira,
se acomodam e deixam de crescer. Nesse caso, a doação presta um desserviço.
Doe para projetos que você acredita que irão alavancar o crescimento de
outras pessoas (crescimento emocional, educacional, espiritual). Doe para
instituições que lhe inspiram. Pode ser para a sua religião, ou entidade que
pregue alguma filosofia em que você acredita, uma ONG cujo trabalho você
considera sério, uma pessoa que tem um objetivo nobre e que você deseja
ajudar etc.
A doação nos faz sentir mais merecedores. Estamos contribuindo para o
crescimento de outras pessoas, para a melhoria do planeta, algo maior que o
nosso ego e isso amplia nossa sensação de merecimento, que é o tema da
próxima dica.
4 – Seja um bom recebedor
Sinta-se merecedor de uma vida boa e abundante. 99% dos seres
humanos, em diferentes níveis, têm crenças limitantes que dizem “eu não
mereço, não é para mim”. São crenças ligadas à autoestima e que têm várias
raízes: educação, exemplo dos pais, religião etc.
No item 3, falei da doação. Muitas pessoas são ótimas doadoras, mas
são péssimas recebedoras. Se esse for o seu caso, você irá se sabotar para não
receber. Não importa o quanto você doe, o universo tenta dar de volta, mas
você bloqueia, se afasta, dá um jeito de perder oportunidades. A doação só vai
melhorar a sua prosperidade se você estiver aberto a receber. Fique muito
atento a isso!
Boa parte das pessoas que estão em péssima situação financeira se deve
ao fato de simplesmente não saber receber, de achar que não merece. Às
vezes, as pessoas até ganham muito bem, mas, como sentem que não
merecem, dão um jeito de ficar na pior: gastam tudo com outras pessoas,
metem os pés pelas mãos, fazem negócios que dão prejuízo. Atraem ainda
outras situações de perda mais graves: assaltos, incêndios, acidentes. Na
maioria das vezes, essas crenças e não merecimento não estão muito claras e
fáceis de perceber. É preciso que você se observe bem.
Podemos usar também a EFT para limpar essas crenças e assim nos
tornar melhores recebedores. Recomendo que você entre no meu site
www.eftbr.com.br na seção artigos, e procure pelos textos que falam sobre
autoestima.
5 – Dissolva o desespero ou necessidade por ter mais
É paradoxal. Quanto maior a necessidade, parece que mais bloqueamos
o recebimento daquilo que desejamos. É bom que tenhamos o desejo de ter
mais, de melhorar a nossa vida, mas sem a necessidade ou desespero pelo
resultado final. É o desapego. Difícil, não é mesmo? Concordo com você.
Quanto mais feliz ou em paz você estiver, mais fácil será de atrair novas
oportunidades ou de ter idéias criativas. O apego traz ansiedade que é uma
forma de sofrimento. E sofrimento é o contrário da paz interior.
Mais uma vez, podemos usar a EFT para dissolver a necessidade ou
desespero.
Exercício:
Faça uma lista de tudo que deixa você ansioso, nervoso, preocupado em
relação ao tema financeiro (contas, medo de não conseguir pagar, medo de
não conseguir o emprego etc). Agora, pegue cada item da lista e comece a
aplicar EFT para dissolver a negatividade de cada um deles. Exemplos de frases
de preparação que você pode usar:
“Mesmo que eu sinta medo de não conseguir pagar a parcela do carro, eu me
aceito profunda e completamente”.
“Mesmo que eu tenha medo de perder meu emprego, eu me aceito profunda e
completamente”.
“Mesmo que eu me sinta desesperado por não ter o suficiente para pagar tal
conta no final do mês, eu me aceito profunda e completamente”.
Seja persistente. Faça quantas rodadas forem necessárias até sentir-se
em paz. Isso irá deixá-lo muito mais receptivo a novas idéias, insights o que
ajudará a atrair melhores situações.
6 – Faça uma lista de gratidão
Sinta-se grato por tudo que você tem hoje. Conforme falei no item
anterior, quanto mais feliz você estiver, mais fácil será de atrair melhores
oportunidades. Sentir gratidão é uma forma de se sentir mais feliz.
Se você reclama do que tem, gera uma energia de infelicidade, de
lamuria, que é muito nociva. Certamente você sabe que não ajuda. É possível
limpar a raiva ou ingratidão pelo que você tem com a EFT. Assim você se
sentirá mais grato pelo que você tem. Faça uma lista das coisas que reclama e
aplique a técnica. Exemplos de frases:
“Mesmo que eu tenha raiva do meu carro velho, eu me aceito profunda e
completamente”.
“Mesmo que eu não goste do meu apartamento porque ele pequeno (ou
feio, escuro etc) eu me aceito profunda e completamente.”
Seja persistente. Faça quantas rodadas forem necessárias até que você
se sinta em paz. E depois agradeça por tudo que antes você reclamava.
Depois disso, faça uma lista maior de gratidão. Liste pelo menos 30
coisas pelas quais você é grato. Pequenas ou grandes coisas. Podem ser coisas
materiais ou não. Exemplo: carro, casa, roupas, computador, filhos, amigos,
saude, inteligência, conhecimento etc.
Leia a lista todos os dias antes de dormir ou em outro horário que
preferir, e procure sentir realmente gratidão por tudo. O estado de gratidão
fará atrair mais situações pelas quais você se sentirá grato. Este é um exercício
muito poderoso. Quanto maior sua lista e quanto mais sentir gratidão, melhor.
7 – Pare imediatamente de associar sentimentos
negativos ao dinheiro
O dinheiro é algo neutro, uma ferramenta. Pode ser usado para coisas
ruins, mas pode e deve ser usado para coisas boas. É você quem vai dar o
destino. Sempre que você associa o dinheiro a sentimentos negativos, você fará
de tudo para afastá-lo ou perdê-lo.
As pessoas falam que querem uma vida mais próspera, porque o
dinheiro poderá lhes proporcionar conforto, lazer, e ainda poderão ajudar
outras pessoas. Mas, ao mesmo tempo, têm sentimentos em conflito dizendo lá
dentro: o dinheiro é fonte do mal, corrompe, traz desgraças, não é coisa de
gente espiritualizada, dinheiro é sujo etc.
Bem, se você pensa tudo isso, não importa o quanto afirme dizer que
deseja uma vida mais próspera. Uma parte sua não quer ter dinheiro, e você
vai se sabotar por vias que você nem imagina. Tudo que está guardado de
negativo vai influenciar.
Existe uma parte sua que deseja ter e atrair mais, mas por trás há
crenças fazendo justamente o contrário. Para se libertar desses sabotadores,
você precisa identificar as crenças em primeiro lugar, listar todas elas e depois
dissolvê-las. Questione cada crença que surgir. De onde veio essa crença?
Quem contribuiu para a formação dela? Você realmente acredita nela? O
quanto ela está sabotando a sua vida? Você realmente deseja se libertar dessas
crenças?
Finalizando, tenho certeza que, praticando as sete dicas, você certamente irá
melhorar o fluxo da abundância na sua vida. Isso significa atrair e aproveitar
melhores oportunidades de emprego (seja a mudança para um melhor ou
promoção dentro do mesmo) ou oportunidades de negócios, caso você seja um
empreendedor. Além disso, praticando o que foi ensinado você terá diminuição
de perdas financeiras inesperadas como: roubos, acidentes, coisas que se
quebram etc.