sábado, 23 de setembro de 2017

Oito conflitos por diferenças religiosas

1. Afeganistão:
O Afeganistão é um campo de batalhas desde a época em que Alexandre, o Grande, passava por lá, em meados de 300 a.C. Atualmente, dois grupos disputam o poder no país, em um conflito que se desenrola há anos. De um lado está o Talibã, movimento fundamentalista islâmico que governou o país entre 1996 e 2001. Do outro lado está a Aliança do Norte, organização político-militar que une diversos grupos demográficos afegãos que buscam combater o Regime Talibã.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a Aliança do Norte passou a receber o apoio dos Estados Unidos, que invadiram o Afeganistão em busca do líder do Al-Qaeda, Osama Bin Laden, estabelecendo uma nova república no país. Em 2011, americanos e aliados comemoraram a captura e morte do líder do grupo fundamentalista islâmico responsável pelo ataque às Torres Gêmeas, mas isso não acalmou os conflitos internos no país, que continua sendo palco de constantes ataques talibãs.
2. Nigéria:
Grupos em conflito: cristãos e muçulmanos
Não é apenas o rio Níger que divide o país africano: a população nigeriana, de aproximadamente 148 milhões de habitantes, está distribuída em mais de 250 grupos étnicos, que ocuparam diferentes porções do país ao longo dos anos, motivando constantes disputas territoriais. Divididos espacialmente e ideologicamente estão também os muçulmanos, que vivem no norte da Nigéria, e cristãos, que habitam as porções centro e sul. Desde 2002, conflitos religiosos têm se acirrado no país, motivados principalmente pela adoção da sharia, lei islâmica, como principal fonte de legislação nos estados do norte.
3. Iraque:
Grupos em conflito: xiitas e sunitas
Diferentes milícias, combatentes e motivações se misturam no conflito que tem lugar em território iraquiano. Durante os anos de 2006 e 2008, a Guerra do Iraque incluía conflitos armados contra a presença do exército dos Estados Unidos e também violências voltadas aos grupos étnicos do país. Mas a retirada das tropas norte-americanas, em dezembro de 2011, não cessou a tensão interna. Desde então, grupos militantes têm liderado uma série de ataques à maioria xiita do país. O governo iraquiano estima que, entre 2004 e 2011, cerca de 80 mil pessoas tenham sido mortas.
4. Israel:
Grupos em conflito: judeus e mulçumanos
Em 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado judeu e outro árabe. Um ano depois, Israel foi proclamado país. A oposição entre as nações árabes estourou uma guerra, que, com o crescimento do território de Israel, deixou os palestinos sem Estado. Como tentativa de dar fim à tensão, foi assinado em 1993 o Acordo de Oslo, que deu início às negociações para criação de um futuro Estado Palestino. Tudo ia bem até chegar a hora de negociar sobre a situação da Cisjordânia e da parte oriental de Jerusalém – das quais nem os palestinos nem os israelenses abrem mão.
Na Palestina, as eleições parlamentares de 2006 colocaram no poder o grupo fundamentalista islâmico Hamas. O grupo é considerado uma organização terrorista pelas nações ocidentais e fracassou em formar um governo ao lado do Fatah – partido que prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. O Hamas assumiu o poder da Faixa de Gaza. E o Fatah chegou ao da Cisjordânia, em conflitos que se prolongaram até fevereiro de 2012, quando os dois grupos fecharam um acordo para a formação de um governo. Mas segundo o site AL Jazeera, rede de notícias do Oriente Médio, a rixa continua. Eleições parlamentares e presidenciais serão conduzidas nos dois territórios e a tensão internacional permanece pela possibilidade do Hamas voltar a vencer no processo eleitoral.
5. Sudão:
Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanos
A guerra civil no Sudão já se prolonga há mais de 46 anos. Estima-se que os conflitos, que misturam motivações étnicas, raciais e religiosas, já tenham deixado mais de 1 milhão de sudaneses refugiados. Em maio de 2006 o governo e o principal grupo rebelde, o Movimento de Libertação do Sudão, assinaram o Acordo de Paz de Darfur, que previa o desarmamento das milícias árabes, chamadas janjawid, e visava dar fim à guerra. No mesmo ano, no entanto, um novo grupo deu continuidade àquela que foi chamada de “a pior crise humanitária do século” e considerada genocídio.
6. Tailândia:
Grupos em conflito: budistas e mulçumanos
Um movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia e criou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dos conflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país: segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cerca de 10% muçulmana.
7. Tibete:
Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
A regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o Partido Comunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território e anexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violenta invasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis mil templos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado por monges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado região autônoma da República Popular da China.
8 Brasil:
Aqui existe uma guerra silenciosa algumas vezes, e outras bastante explicita, que é a intolerância religiosa, a grande maioria dos evangélicos e outras denominações que se intitulam cristãs, agridem sem piedade religiões de matriz africana, depredam seus terreiros e apedrejam seus fiéis. Motivados pelo preconceito e pela briga de "converter pessoas" a troco de receber mais contribuições para as igrejas, pois quanto mais fiéis, mais se tem dízimo. Acontece desde  depredação de imagens, à violência física e verbal. Briga essa que já chegou ao Congresso com a criação da bancada evangélica, tentando conduzir o país que é LAICO, sob seus preceitos religiosos. 
Acontece vetos à muitos direitos que o cidadão poderia já ter adquirido, mas devido a essa "guerra" não tem acesso, como por exemplo pode ser citado a proibição do aborto, o conflito de orientação sexual, dentre outras. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Violência

Violência significa usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.
A violência se manifesta de diversas maneiras, em guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos, preconceito, assassinato, fome, etc. Pode ser identificada como violência contra a mulher, a criança e o idoso, violência sexual, violência urbana, etc. Existe também a violência verbal, que causa danos morais, que muitas vezes são mais difíceis de esquecer do que os danos físicos.
A palavra violência deriva do Latim “violentia”, que significa “veemência, impetuosidade”. Mas na sua origem está relacionada com o termo “violação” (violare).
Quando se trata de direitos humanos, a violência abrange todos os atos de violação dos direitos: civis (liberdade, privacidade, proteção igualitária); sociais (saúde, educação, segurança, habitação); econômicos (emprego e salário); culturais (manifestação da própria cultura) e políticos (participação política, voto).
A violência doméstica é o tipo de violência que ocorre em um contexto familiar, ou seja, entre parentes. Poderá ser entre o pai e a mãe, entre os pais e os filhos, etc. Abusos sexuais a crianças e maus tratos a idosos também constituem violência doméstica. Existem cinco tipos de violência doméstica: a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Diariamente, cerca de 2 mil pessoas apresenta queixas na polícia, alegando ter sofrido violência doméstica.
A violência urbana também consiste em um tipo de violação da lei penal. Consiste na prática de crimes diversos contra pessoas (assassinatos, roubos e sequestros), e contra o patrimônio público, influenciando de forma negativa o convívio entre as pessoas e a qualidade de vida. Esse tipo de violência manifesta-se particularmente nas grandes cidades.
Um dos principais fatores que gera a violência urbana é o crescimento acelerado e desordenado das cidades. Como consequência surgem graves problemas sociais como fome, miséria, desemprego e marginalização, que associados à ineficiência das políticas de segurança pública contribuem para o aumento dos atos de violência.
Alguns tipos de violência:
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento".  a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues .

  • A violência pode ser dividida em três grandes categorias:
    As atitudes ou atos violentos podem ser:
    • físicos
    • sexuais
    • psicológicos
    • emocionais

sábado, 9 de setembro de 2017

E essa tal felicidade

É o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento, que pode ocorrer por diversos motivos. 
felicidade é um momento durável de satisfação, onde o indivíduo se sente plenamente feliz e realizado, um momento onde não há nenhum tipo de sofrimento.
Felicidade para uns é um estado que oscila com a tristeza, ou seja, ninguém é feliz o tempo todo.
Felicidade muitas vezes está ligada ao poder financeiro, ou ao que o outro possui e eu não tenho.
É buscada em livros de auto ajuda, fórmulas para se sentir melhor consigo mesmo, entrando em harmonia com o que se sente e o que se busca.
O conceito de felicidade varia conforme vamos crescendo, o que queríamos e imaginávamos coo felicidade quando criança, nada tem de parecido com o que imaginamos sera felicidade enquanto adultos.
A mídia e as redes sociais criam um conceito quase inatingível do que é ser feliz, geralmente coloca a felicidade em termos de se ter algo, consumismo.
Também apoia  excessivas selfies, para mostrar ao outro o quanto se está feliz naquele momento.
A  busca dessa felicidade no entanto se transformou em doença, a depressão, o isolamento, ou o inverso, a busca de se está sempre em um aglomerado de pessoas, mesmo que não estejamos tão felizes assim, mas...
A felicidade está no desejo de se querer ser feliz.
Quando o ser humano pára de desejar ele não encontra objetivos para viver, muitas vezes observamos casos de suicídio devido ao excesso de bens, de drogas, enfim, ao excesso.
Ela pode ser puramente material (adquirir coisas: casa, emprego, dinheiro, viagens, pessoas); emocional (estar alegre, rir, não ter problemas e nem preocupações); espiritual (estar no estado supremo, conectado a Deus, estar na natureza), e se ela lhe parece alcançável, ou seja, se é possível nessa vida – no ambiente que você está – isso ser encontrado.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Transtorno de Acumulação

A acumulação compulsiva ou acumulação patológica ou disposofobia, consiste na aquisição ou recolha ilimitada de bens ou objetos que, por vezes, já foram deitados pelos outros ao lixo. 
As pessoas que sofrem desta perturbação, maioritariamente idosos, acumulam tudo o que podem para mais tarde conseguirem dar uma resposta eficaz a uma eventual emergência. Além disso, são incapazes de usar ou deitar fora os objetos ou bens mesmo quando eles são inúteis, perigosos ou insalubres.
O acumulador compulsivo no seu extremo é por vezes apelidado de “colecionador de lixo”, uma vez que reúne determinados artigos que produzem maus cheiros e estes atraem insetos e roedores. Essa pessoa também poderá juntar livros, revistas, ferramentas, recipientes, metais, móveis, eletrodomésticos, entre outros materiais, correspondendo à imagem dos sem-abrigo que juntam todo o tipo de velharias. Também é de realçar que um acumulador compulsivo pode reunir um número exagerado de animais de estimação e, na maioria das vezes, não tem como os alimentar nem como os abrigar corretamente.
Para entender como os acumuladores compulsivos chegam a este ponto, é necessário perceber o funcionamento da desordem mental, tentando compreender que, para as pessoas afetadas, nenhum dos objetos recolhidos é lixo.
Trata-se de uma perturbação que é definida por três características principais:

  • - A coleção obsessiva de bens ou objetos que parecem inúteis para a maioria das pessoas
  • - A incapacidade de se livrar de qualquer um dos objetos ou bens recolhidos
  • - Um estado de aflição ou de perigo permanente
  • Tal como a maioria dos comportamentos obsessivos, a acumulação compulsiva começa de uma maneira lenta e desenvolve-se de uma forma progressiva. Por exemplo, uma pessoa pode pensar que a informação que surge no jornal de hoje pode ser muito útil num momento posterior e, como tal, vê-se obrigada a guardar o respetivo jornal. Posteriormente, pode considerar que, acidentalmente, colocou algo de valioso no lixo e mantém esse saco de lixo em casa. E a partir daí pode passar a colecionar todos os objetos ou animais que encontra na rua, de modo a atenuar os seus sintomas de ansiedade.

  • Existem determinados sinais que indicam que uma pessoa sofre de acumulação compulsiva. Dos mais importantes, destacam-se os seguintes:

      • - Recolher bens e objetos que as pessoas deixam fora e ser incapaz de se livrar deles
      • - Viver em condições insalubres
      • - Ser incapaz de usar as divisões da casa para a finalidade pretendida (cozinha para cozinhar, casa de banho/banheiro para cuidar da higiene pessoal, quarto para dormir)
      • - Ter muitos animais de estimação à sua responsabilidade e não estar a cuidar deles da melhor maneira
      • - Classificar objetos de valor como sucata ou lixo e amontoá-los em pilhas
      • - O acesso à casa estar bloqueado
      • Para o acumulador compulsivo não existe nenhum erro ou problema com o seu comportamento. No entanto, esse sintoma faz parte da doença.
      • Colecionar e acumular podem parecer semelhantes, mas existem características distintas entre acumuladores e colecionadores, que os diferenciam.
      • Colecionar envolve muitas vezes pesquisa focada e aquisição de itens específicos, ao menos do ponto de vista do colecionar, foram uma apreciação melhorada, compreensão aprofundada, ou valor sinergético aumentado, quando estão combinados com outros itens similares.
      •  Acumulação, em contrário, demonstra-se caótica/aleatória, e envolve adquirir em geral itens comuns que não devem ser especialmente significativos para a pessoa que está coletando tais itens em grandes quantidades.
      • É diagnosticado no Código Internacional de Doenças como F.42 Transtorno Obsessivo Compulsivo.

      terça-feira, 22 de agosto de 2017

      Auto estima feminina

      Ontem falei um pouquinho no Instagram (@silviac.rocha) sobre auto estima feminina e aqui deixo um breve resumo para minhas seguidoras.
      É importante dizer que a autoestima é o valor interno que atribuíamos a nós e não tem relação com o externo (físico), afinal se fosse dessa forma apenas as atrizes e modelos teriam uma boa autoestima. Realmente a mulher pode se sentir melhor estando bem arrumada, porém isso não significa ter autoestima, até porque uma mulher insegura pode ser extremamente vaidosa (medo de ser julgada pelos outros) enquanto outra pode sair de casa sem pentear os cabelos e ser super confiante (sou bonita de qualquer forma).
      Os sinais da baixa estima são muitos e podemos citar dentre eles: necessidade de aprovação (reconhecimento e agradar); dependência (financeira e emocional); insegurança (ciúmes) ; não se permite errar, perfeccionista; sentimento de não ser capaz de realizar nada; não acredita em si e em ninguém; dúvidas constantes, dúvida de seu próprio valor; depressão; ansiedade; inveja; medo; raiva; agressividade; comodismo; vergonha; dificuldade em crescer profissionalmente e sentimento de inferioridade.
      Não existem fórmulas mágicas, a única solução é o autoconhecimento, podemos comparar nossas vidas a um guarda-roupa bagunçado, onde é muito difícil encontrar uma roupa limpa (qualidades), por isso é preciso ver quais roupas precisam ser lavadas, quais não servem mais (se livrar das mágoas que apenas pesam e ocupam espaço em nossas vidas) e quais estão ali novinhas sem nunca terem sido usadas (potencial).
      Apesar de trabalhoso, o autoconhecimento nos permite ver as coisas com mais clareza, encontrando nossas qualidades, muitas vezes abafadas e anuladas por nós e pelos outros. O primeiro passo é querer a mudança, tendo dificuldades, não tenha vergonha de procurar um profissional. Seja feliz!

      Patologização dos pets e bebes reborn

      Hoje, mais do que nunca, o uso egoísta das posses levanta barreiras entre o real e a doença mental.
      Socialites aparecem em festas extravagantes, com seus pets muito bem cuidados e bonecas reborn vestidas com o mesmo luxo de suas "mães", gastos patológicos com luxos para animais de estimação, ou com enxovais caríssimos para bebes reborn.
      Essas pessoas sempre tem um argumento quando perguntamos, ou basta olharmos de forma critica para elas, que as mesmas já usam de longos discursos para justificar seus comportamentos.
      Referem quando no caso de animais, que o governo é que deve cuidar de crianças pobres sem lar, elas preferem a fidelidade dos bichos, e haja festa de aniversário, roupas, dentista, rações especiais, casinha, caminha, aparelhos para exercitá-los e uma infinidades de tranqueiras.
      Interessante que há alguns anos atrás, não existia tantos aparatos para deixarem felizes nossos animais de estimação.
      Nós criávamos com muito amor nossos animais, sem precisar de tanto aparato luxuoso, e eles eram felizes conosco assim, como eramos com eles.
      O veterinário nos auxiliava quando o pobre bichinho estava doente, e era só.
       Hoje existe hotéis, colônia de férias e uma infinidade de caprichos, alguns já referidos acima.
      E eu me pergunto, essa carência podia ser canalizada de melhor forma?
      Com isso deixo claro aqui que sou contra a maus tratos com os animais, mas tudo demais, já se dizia, é demasia.
      Quanto aos bebês reborn, certa vez assisti a uma matéria em um telejornal que me deixou intrigada, mulheres que compravam enxovais luxuosíssimos que trocavam anualmente esses bonecos ou bonecas para parecer que estavam crescendo, faziam festas de aniversário, preparavam um quarto acrescido de tudo que uma criança humana poderia usar, desde fraldas até brinquedos.
      Saiam para passear com as mesmas, conversavam com elas, fingiam dar-lhes comida, etc...
      O que me fez lembrar minha época de criança quando fazíamos com nossas bonecas, passeávamos, conversávamos e brincávamos. Éramos crianças.
      Na entrevista em questão, uma dessas mães de reborn, diz que é a mesma coisa de ter uma criança, embora o custo seja bem mais caro, mas ela se sentia feliz e tinha um grupo de amigas que partilhavam da mesma idéia, saiam juntas com seus filhos reborn.
      A entrevistada continuou explicando que sofria muitas criticas, principalmente na hora de trocar a fralda do bebe em questão (?), pois muitas mães de crianças humanas se chocavam ao ver elas gastarem talco, lenços umedecidos, e fraldas que mesmo limpas iam para o lixo, pois quando a dona (mãe) da boneca achava que ela estava suja de xixi ou fezes imaginárias, iam ao fraldário para trocá-las.
      Onde quero chegar com tudo isso?
      Em primeiro lugar, quero levar meus leitores a refletirem quanto a falta de maturidade e extrema carência que a maioria da população tem vivido.
      Pois custa-me a crer, que uma mulher adulta, precise brincar de bonecas mascarando isso com um novo nome "REBORN".
      Vale salientar que a industria dessas bonecas cresce e lucra a cada dia, não há recessão para as mesmas, assim como o mercado dos PETS.
      Em segundo lugar, quanto aos animais, deixo a reflexão : o que minha carência procura quando tento transformar animal em ser humano.  
      Enfim, acredito que o longo post, teve o objetivo de abordar mais alguns hábitos de nossa vida moderna, assim como a depressão apresenta-se como a doença do século, esses comportamentos podem ser vistos como fugas das dores modernas.

      quarta-feira, 19 de abril de 2017

      Jogo da Baleia Azul




      Um sinistro jogo viral tem causado alarme no mundo todo. É o jogo da Baleia Azul, disputado pelas redes sociais, que propõe desafios macabros aos adolescentes, como bater fotos assistindo a filmes de terror, automutilar-se, ficar doente e, na etapa final, cometer suicídio. A preocupação aumentou ano passado, quando fontes diversas chegaram a divulgar, sem confirmação, 130 suicídios supostamente vinculados a comunidades online identificadas como “grupos da morte”.
      A baixa autoestima é um problema que pode surgir em qualquer momento da vida, mas é bastante comum na adolescência. "Esse é um momento de reorganização do indivíduo em relação a sua imagem corporal e a seu lugar no mundo. Outro fator importante capaz de afetar a autoestima dos jovens é sua inserção na sociedade e a nova necessidade de fazer parte de grupos. O adolescente que tem seu amor próprio abalado fica inseguro e volta-se mais para ele mesmo. Muitas atitudes, dentro e fora de casa, podem sinalizar um problema de autoestima. A autoestima não é se achar o máximo o tempo todo, é a pessoa se amar tendo consciência de que tem pontos bons e ruins. É um reconhecimento de suas reais capacidades e dificuldades. Se a baixa autoestima não for cuidada na adolescência, a pessoa pode chegar à vida adulta apresentando um quadro de depressão e ter dificuldades para se relacionar e na vida profissional
      Tudo na internet se espalha muito rápido, mesmo as coisas mais inacreditáveis. Neste caso não é diferente. O fenômeno ganhou visibilidade e vem se alastrando pelo mundo. Em alguns países, como Inglaterra, França e Romênia, as escolas têm feito alertas às famílias, depois que adolescentes apareceram com cortes nos braços, queimaduras e outros sinais de mutilação.
      As recomendações para as famílias são: monitorar o uso da internet, frequentar as redes sociais dos filhos, observar comportamentos estranhos e, sobretudo, conversar e conscientizar os adolescentes a respeito das consequências de práticas que nada têm de brincadeira. Atenção redobrada com os jovens que apresentem tendência a depressão, pois eles costumam ser especialmente atraídos por jogos como o da Baleia Azul. Também as escolas devem colocar o assunto em pauta e incorporar no currículo, cada vez mais, a educação para a valorização da vida, o respeito pela vida dos outros e o uso consciente das mídias e tecnologias. 
      Aparentemente o fenômeno começou na Rússia, mas está se espalhando – inclusive no Brasil,


      Dentre os desafios, estão:
      1.Escrever na mão com uma navalha.
      2. Assista filmes de terror e psicodélicos
      3. Corte seu braço com uma lâmina, “3 cortes grandes” mas é preciso ser sobre as veias.
      4. Desenhe uma baleia azul e enviar a foto para o curador.
      5. Se você está pronto para se tornar uma baleia escreva “SIM” em sua perna. Se não, corte-se muitas vezes “Castigue-se”.
      7. Escreva “F40” em sua mão, envie uma foto ao curador.
      8. Em sua rede social, escreva “#i_am_whale” no seu status do Facebook. O texto significa “Eu sou uma Baleia”.
      9. Ele te dará uma missão baseada no seu maior medo, ele quer fazer você superar esse medo.
      10. Acorde as 4:20 da manhã e suba em um telhado, quanto mais alto melhor.
      11. Desenhe uma foto de uma baleia azul na mão com uma navalha e enviar a foto para o curador.
      13. Ouça as musicas que os “curadores” te enviarem.
      14. Corte seu lábio.
      15. Fure sua mão com uma agulha muitas vezes.
      16. Faça algo doloroso, “machuque-se”, fique doente.
      17. Procure o telhado mais alto, e fique na borda por algum tempo.
      18. Suba em uma ponte e sente-se na borda por algum tempo.
      19. Suba em um guindaste ou pelo menos tente.
      20. No próximo passo o curador irá verificar se você é de confiança.
      21. Encontre outra baleia azul, “outro participante”, o curador te indicará.




      22. Pendure-se novamente em um telhado alto, e apoie-se na borda com as pernas penduradas.
      27. Acorde as 4:20 e vá a uma estrada de ferro.
      28. Não fale com ninguém o dia todo.
      30-49. Todos os dias, você deve acordar às 4:20 da manhã, assistir a vídeos de terror, ouvir música que “eles” lhe enviam, fazer 1 corte em seu corpo por dia, falar “com uma baleia”. Durante o intervalo dos desafios entre 30 e 49.
      50. Tire sua própria vida.

      sábado, 28 de janeiro de 2017

      Mais maturidade por favor

      Peço desculpas, mas já não tenho tempo para brigar com egos e discutir com mentes pequenas. Eu não tolero mais pobreza de espírito. O mundo já é difícil como é; eu, e certamente você também, não precisamos de mais drama, gente complicada, banalidades, e tudo aquilo que não nos acrescenta nada.
      A maturidade faz com que nos importemos menos com o que não importa. Nos termos atuais não tenho mais saco para ‘mimimi’, tenho pavor de quem vive achando que tudo é ‘recalque’, não suporto superficialidade, porque sou à moda antiga e ainda aprecio valores, honestidade e gente digna.
      Eu ainda acredito que pessoas boas existem, e as quero o mais perto possível, porque gente do bem me inspira, gente do bem me faz querer ser melhor, mais e mais.
      Não posso, não quero e não vou ser coadjuvante no palco da vida, é nossa tarefa tomar as rédeas do nosso destino. Não seja a vítima da história, nunca se acomode nem aceite o que não está bom, o que não é bom.
      Que o bom senso prevaleça, que você passe pela vida de cabeça erguida, sem perder a pureza no coração, sem se rebaixar ao nível de quem não sabe amar, de quem não sabe viver.
      Para os obstáculos, os dias difíceis, a resposta é resiliência e fé em Deus.
      Fuja das almas vazias, fuja de gente que fala de gente, discuta ideias, preocupe-se mais com a sua vida, e deixe de se preocupar com a vida do ‘vizinho’
       Não tenha alma pequena, pense grande, faça coisa grandes, e ocupe-se com o que fará uma diferença significativa na sua vida. O resto será sempre o resto, e nós nunca precisamos de restos para sermos felizes, certo ?
      Para resumir, o que eu quero dizer é: cuide, respeite e seja fiel a sua essência. Em tempos de superficialidade aguda, feliz é aquele que aprendeu que é na simplicidade, na humildade e nas coisas pequenas que mora a verdadeira felicidade. O que sobra é só ilusão, e quem se ilude normalmente se machuca. A escolha é, e sempre será, só sua.
      Então, afaste-se das desculpas e escolha com sabedoria!
      Fonte: Resiliência Mag

      sábado, 21 de janeiro de 2017

      Quando se sentir triste

      Sentindo-se triste? Dance ou vá tomar uma ducha e veja a tristeza desaparecer de seu corpo. Sinta como a água que bate em você leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira de seu corpo.
      Coloque sua mente em uma situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões.
      Por exemplo, se você estiver se sentindo irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva.

      Ao respirar profundamente, você terá confundido sua mente, pois ela não é capaz de correlacionar as duas coisas. "Desde quando", a mente começa a se perguntar, "alguém respira profundamente quando está com raiva? O que está acontecendo?"

      A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste você for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: "Isso é algo permitido. Você está triste, então é por isso que está tomando uma ducha." Nesse caso, a ducha irá apenas transformar-se em parte de sua tristeza. Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente.
      eu companheiro diz algo e você se sente irritado. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa em sua direção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! De repente, você perceberá que a mente é um mecanismo e que ela se sente perdida com o que é novo.

      Abra a janela e deixe novos ventos entrarem.

      domingo, 8 de janeiro de 2017

      O papel dos pais na escolha profissional dos filhos


      O papel dos pais nesse momento pode ser uma alternativa. De maneira neutra, é preciso que eles exponham suas visões para que o jovem tenha mais condições de tomar uma atitude ponderada. A atuação dos pais como conselheiros neste momento pode ser crucial para a escolha dos filhos. Afinal, os pais conhecem suas competências e facilidades como ninguém. Com isso tudo, podem mostrar a realidade do mercado de trabalho, suas experiências e as vantagens e desvantagens de cada profissão. Podem também proporcionar o contato do jovem com um profissional da área. Essas são apenas algumas das opções que os pais podem encontrar para direcionar melhor a escolha dos filhos.
      Há uma maior chance de conquistar a satisfação profissional quando escolhemos por nós mesmos. Afinal, podemos até percorrer um caminho para agradar a uma terceira pessoa, mas de uma maneira ou de outra a vida sempre nos conduz para o que nós realmente queremos.Por isso, se você é pai, converse e aconselhe, apenas. Se você é filho, pense e decida por si mesmo!
      Ainda hoje, muitos pais desejam que os filhos sigam a mesma profissão deles. Esta é uma maneira que encontram para se sentir realizados e reconhecidos pelos seus descendentes.

      O problema maior acontece quando esta vontade passa a ser uma fixação e, o pior, vira pressão para que o jovem trilhe um determinado caminho.
      O ideal é que os pais prestem uma espécie de “consultoria” aos filhos, para orientar sem influenciar, mostrando os prós e os contras das carreiras cogitadas.

      Isso pode se mostrar um desafio quando você é um apaixonado pelo seu trabalho ou se tem algumas frustrações com a carreira.

       Por isso, se for preciso, vale levá-los a testes vocacionais ou apresentá-los a profissionais de diversas áreas, para que possam sentir as distintas realidades do mercado de trabalho.


      sábado, 7 de janeiro de 2017

      Acumuladores

      Talvez você já tenha assistido os programas da TV que abordam este tema onde uma equipe composta por organizadores profissionais e psicólogas vão até as casas das pessoas que sofrem com o transtorno de acumulação para ajudá-las na organização de suas casas e, principalmente, de suas vidas.
      Mas, isto não acontece só com as famílias norte americanas que vemos na TV. De 2 a 4% da população mundial sofre de distúrbio acumulação. Só nos EUA 6% da população de 19 milhões de pessoas luta contra a acumulação compulsiva. Mas os números contam apenas parte desta história. Vamos nos aprofundar um pouco mais neste universo que parece estar distante, mas que na realidade pode estar acontecendo bem perto e com pessoas queridas. Vamos falar do que muita gente cala para não ver em sinal de negação: “acumula-dores”.
      Muitos acumuladores conseguem manter segredo sobre sua condição e suas casas. Ao contrário da percepção popular, muitos são indivíduos altamente bem sucedidos, de alto funcionamento que lutaram contra a doença por décadas, em geral de forma silenciosa.
      “Ser acumulador é ter uma aflição ao longo da vida” diz a Personal Organizer Terina Bainter (EUA).
      Em muitos casos o transtorno se manifesta após algum evento traumático (ou uma série deles), seja a morte do conjuge, de filhos, desemprego, diagnóstico de doenças graves ou outros transtornos psíquicos como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Ter um acumulador na família também está entre os fatores que contribuem com o surgimento do transtorno.
      O acumulador se comporta de forma semelhante as pessoas viciadas em álcool e outras drogas, jogos e/ou outros tipos de vícios. Estas pessoas acumulam “coisas” a fim de entorpecer suas emoções e ansiedade o que faz da acumulação um vício.
      “A acumulação está sempre ligada a questões emocionais, a lutos que não foram elaborados, estas dores também são o ponto de partida para conseguir mudar o comportamento do acumulador e o ambiente onde vive. Para que esta mudança ocorra é necessário que a pessoa consiga chegar à raiz da perda e viva o processo de luto que foi retardado pela prática da acumulação. Para isto é imprescindível o acompanhamento psicológico. ”, afirma o Me. Leslie Delp, especialista em dor e perda e Mestre em Aconselhamento Psicológico.
      Sinais de alerta
      O primeiro alarme é quando a pessoa não convida mais ninguém para visitar sua casa. Mesmo que os familiares e amigos se ofereçam ela sugere que façam algum programa na rua.
      A higiene também serve como indicativo, é importante observar os odores e aparência. Mofo e urina nas roupas, sinais de má higiene ou/e deixar de manter cuidados básicos como pentear o cabelo. Faltar as consultas médicas ou outros eventos sociais são sinais que costumam aparecer com o tempo.
      As pessoas mudam seus comportamentos rotineiros: atrasam o pagamento das contas, deixam de lados cuidados com a higiene, os banhos tornam-se menos frequentes, a socialização também é afetada, os cuidados com a casa são deixados de lado (não apenas limpeza, mas também manutenção). A situação vira uma grande bola de neve, porque um comportamento desencadeia no outro. O atraso nas contas leva estas pessoas a passar por graves crises financeiras, a falta de higiene pode trazer ou agravar problemas de saúde, a falta de socialização, deixar de sair de casa, pode causar aumento da solidão e levar a pessoa à depressão e isolamento.
      Grande maioria dos acumuladores tem algumas comorbidade como depressão, TOC, ansiedade, transtorno bipolar, entre outros. Isto agrava ainda mais comportamentos e tendências. Lembre-se: apenas profissionais de saúde mental licenciados podem diagnosticar oficialmente o transtorno de acumulação ou qualquer uma das comorbidades acima.
      O que NÃO fazer quando você quer ajudar um acumulador
      Se você entendeu como este transtorno causa sofrimento é muito importante ter empatia. As dicas abaixo podem lhe ajudar:
      • Construir uma relação de confiança e respeito é absolutamente vital.
      • Não seja crítico: nunca faça comentários como: “eu só iria acender um fósforo para queimar este lugar” ou “Gostaria de trazer um caminhão de lixo para casa e me livrar de tudo isso”.
      • Nunca limpe a casa ou desfaça de seus pertences sem autorização. Não aproveite que a pessoa está hospitalizada ou em férias para organizar a casa.
      Estes erros diminuem quaisquer vestígios de confiança que você poderia ter conquistado. Se isto acontecer a pessoa poderá ter dificuldades em confiar em outras pessoas o que impediria que recebesse qualquer tipo de auxílio futuramente. Ajude de forma que não envergonhe e não cause ainda mais sofrimentos a pessoa.
      Alguns passos para ajudar a estabelecer confiança e possibilitar uma intervenção:
      • Visite a pessoa mesmo que ela não queira: O isolamento só piora a situação.
      • Minimize reações como gritar e atacar verbalmente a pessoa que acumula. Em vez disso pergunte como ela se sente em relação a desordem.
      • Recorra aos profissionais que são especialistas em organização (Personal Organizers) para que lhe ajudem na organização (Claro que com a autorização da pessoa).
      • Incentive a pessoa a iniciar um processo psicoterapêutico para que ela possa ser acolhida e consiga trabalhar as questões que a levaram a esta situação.
      Infelizmente no Brasil a literatura a cerca deste assunto é muito escassa. Mas, é possível que futuramente isto mude. A profissão de Personal Organizer – Organizadora
      Profissional – tem crescido muito e os blogs destas profissionais podem trazer dicas ricas sobre a organização de ambientes.
      Algumas pessoas começam a acumular sem ao menos perceber, guardando objetos como forma de recordar, mas aos poucos estão deixando suas casas cheias de coisas que vão se tornando acumulação, mesmo que em níveis menores.
      As dicas abaixo podem lhe ajudar a afastar o risco da acumulação sem deixar de manter lembranças destes objetos que têm algum valor afetivo para você:
      • Mantenha as fotos em arquivos digitais: Aquelas fotos antigas de quando não tínhamos câmera digital, podem ser escaneadas e armazenadas em nuvens. Mantenha fisicamente apenas as fotos que ficam em porta retratos.
      • Receitas escritas à mão, recortes de notícias e revistas podem seguir o mesmo rumo das fotos. Mantenha versão digital do que for importante e descarte o restante.
      • Herdou móveis de algum familiar e não tem coragem de desfazer porque tem valor sentimental? Uma opção é fotografar e fazer um pin no  Pinterest.
      • Tem roupas que lembram bons momentos, viagens e pessoas queridas? Quem não tem, não é mesmo? Mas, se você não usa para que manter isto em sua casa? Neste caso a fotografia poderá ajudar novamente, depois você pode doar para alguma instituição ou mesmo para um brechó.
      Este artigo foi traduzido e adaptado por Fernanda Alcantara