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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Mães Perversas

Antes de ser mãe mulheres são seres humanos, com qualidades e defeitos. Podem apresentar desajustes emocionais e essas serão transferidas para seus filhos, pois antes de serem mães esses seres já atuavam com perversidade e maldade.
Elas acabam projetando em seus filhos suas variações emocionais, traumatizantes, controladoras e torturadoras , mantendo-se distantes emocionalmente dos mesmos, os tratando com autoritarismo, vaidade, frieza, e um prazer sádico de fazer e causar o mal.
São movidas por desejos intermináveis de auto satisfação e quando seus filhos não atingem suas expectativas impossíveis e irreais, são punidos severamente.
No entanto, o sucesso desse filho passa despercebido, muitas vezes acompanhado da frase: " Não fez mais que sua obrigação", pois estão centradas em si mesmas, então de nada adianta ser bom nos estudos ou por exemplo arrumar impecavelmente a casa, sempre haverá critica e o não reconhecimento de seus méritos.
Geralmente, essas mulheres gostam de passar uma imagem para a sociedade, de mães cuidadosas, preocupadas, orgulhosas de seus rebentos, para com isso não chamarem atenção do que realmente acontece na intimidade do lar.
Esse perfil é negligente em muitos aspectos quanto a criação dos filhos, são capazes de gerar culpa nos mesmos , pois nunca estão satisfeitas.
Quando castigam o fazem geralmente com constante abuso de poder, pois precisam se auto afirmar em um ser mais frágil que elas, e usam da estratégia de que agiu daquela forma por culpa do próprio filho, gerando culpa e sofrimento ao mesmo, que não entende essa relação com a mãe e o comportamento da mesma, ao ser comparado a outras matriarcas.
Começam a denegrir a imagem dos filhos, geralmente isso ocorre com mais frequência em caso de filhas já que essas mães são competitivas e invejosas, e brigam para "demarcarem terreno" em sua própria casa, (mas há casos que os filhos homens também são alvos), para que possam em suas fantasias, se sentirem melhor do que eles ou elas, principalmente quando percebem que o seu jogo, geralmente feito com agressões físicas e verbais, insinuações algumas vezes veladas, que atentam contra a moral dos mesmos, está surtindo efeito.
Os filhos dessas mulheres são inseguros, ansiosos, pessimistas, se sentem fracassados e usam a obediência para conseguirem um pouco de atenção, mas não conseguem manter vinculo, pois algo dentro deles está quebrado, o afeto, acreditam que se rejeitarem primeiro, não serão maltratados já que não se vincularam afetivamente com ninguém.
Esses filhos são extremamente carentes, o que torna um alvo fácil para aproveitadores de todo tipo, geralmente saem de casa por não suportarem a pressão e acabam nas mãos de outras pessoas tão perversas quanto a genitora.
Seus pensamentos são regidos pela voz dessa mãe e age influenciado por seus traumas e culpa por inconscientemente, odiar essa mulher. Pois nunca ganharam sequer, um olhar de aprovação da figura principal de sua vida.
Quando conseguem falar sobre esse imenso conflito com alguém que parece ser de sua confiança, geralmente ouvem criticas, pois está entrando em um solo sagrado, que é a figura materna imaculada.
E isso acontece também quando procuram ajuda especializada, pois existe muitos profissionais que não tem o devido preparo para lidar com essa situação, geralmente esses indivíduos ouvem interrogações do tipo: "Como alguém pode não gostar da própria mãe?  É você quem está errado, é em você que está o problema ". Insinuações desse tipo fazem com que a dor se transforme em culpa e silêncio.
Muitas vezes acreditamos que as mães perversas possuem um transtorno psíquico, mas é só maldade mesmo. 
Mães perversas são simbióticas. Jamais esse filho a questionará, quiçá ousará ter pensamentos de ruptura para com a mesma.
A cura é justamente livrar-se emocionalmente dessa mãe, não importa se convive com ela ou não.
O ideal é desobedecer e questionar ordens mentais que jazem no inconsciente, fruto do comportamento autoritário dessa figura, que lhe comandou por anos.
Reprocessar crenças sobre si mesmos, apresentando amor próprio e segurança para reconhecer seu valor.
E não se iludam! Esse tipo de mãe não é doente mental, vitimista sim, mas não doente.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Perseguidores Obsessivos

Síndrome de Peter Pam

Adultos que tem Síndrome de Peter Pan são pessoas que continuam a se comportar como crianças mesmo depois de adultas.
São pessoas que se recusam a crescer, demonstram uma forte imaturidade emocional e tem um grande medo de não serem amadas e acabarem sendo rejeitadas.
Essa Síndrome está relacionada com certos traços de personalidade que se caracterizam pela imaturidade psicológica e pelo narcisismo.
São pessoas que se negam a envelhecer e que necessitam e acreditam que devem continuar sendo dependentes de certa forma de outras pessoas.
Ao invés de viverem as mudanças psicológicas naturais da adolescência, os indivíduos com essa Síndrome passam diretamente da infância para a fase adulta, ou tentam permanecer na fase de adolescência o máximo que podem.
Apresentando comportamentos infantilizados, tentando viver uma fase já ultrapassada para sua idade cronológica.
Entre os principais sintomas destaca-se a  irresponsabilidade, a ansiedade, baixa tolerância à pressão e o conflito relativo ao papel sexual.
A irresponsabilidade resulta da falta de limites ou punições no processo de criação e educação dos filhos, a educação é a base para a prevenção a complicações como a Síndrome de Peter Pan.
Já a ansiedade se apresenta como uma profunda insatisfação consigo mesmo, embora muitas vezes não demonstre diretamente e pode estar, ligada à forma que a pessoa é criada e educada, podem surgir conflitos, possíveis traumas vividos devido a educação recebida pelos pais ou figuras parentais próximas.
O conflito sexual se instala quando surge a necessidade de se estabelecer a divisão clara entre os papéis de homens e mulheres ( não estamos aqui referindo a opções sexuais ).
Existem pacientes que não conseguem por exemplo, concluir um curso, se entediam com facilidade, é como não encontrassem seu papel no mundo, seu lugar ao sol.
Não conseguem vestir-se como adultos, sempre haverá algo de infantil em algum detalhe de sua roupa ( por exemplo o uso de bonés infantilizados, o excesso de selfies fazendo poses infantis "caretinhas"etc)
A depressão se instala quando a pessoa portadora dessa síndrome, percebe seu circulo familiar e de amigos, crescendo ou seja, deixando a fase da adolescência, formando famílias, trabalhando, enfim...
Isso levado ao extremo pode trazer consequências fatais, como  idéias e tentativa de suicídio, pois o paciente percebe que não se adequa ao mundo, na verdade, ao mundo fantasioso criado por ele mesmo.
O caminho mais eficaz para o tratamento é a psicoterapia, onde o trabalho seria direcionado ao autoconhecimento, as limitações criadas pelo inconsciente do individuo que insiste em permanecer na infância e/ou adolescência.
O tempo de tratamento é relativo, depende do comportamento e das respostas de cada paciente, pois muitos procuram a terapia e criam "histórias fantasiosas sobre si mesmos", ou seja,  criam personagens,  não sendo sinceros, boicotam-se pois não aceitam inconscientemente, serem portadoras dessa síndrome, mascarando o que realmente se passa com eles.O que chamamos de inconsciente sabotador.
A terapia tentará conscientizar esse paciente, primeiro a aceitar o que tem. E depois, no processo terapêutico facilitar seu caminhar ao encontro com a verdadeira realidade apresentada pela vida real.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Comigo vai ser diferente. Será?

Homens se casam esperando que as mulheres não mudem, e em geral, elas mudam. Mulheres se casam esperando que o homem mude e eles, nunca mudam.
Muitas pacientes me procuram no consultório insatisfeitas com alguns comportamentos e características, de seus companheiros, mas insistem em acreditar que eles irão mudar.
Reclamam, se ressentem sofrem amargamente, mas alimentam esperança, que com o tempo, eles serão melhores.Algumas mudam de religião e arrastam os mesmos, mas de nada adianta.
Esquecem do principio básico que rege qualquer um de nós:  Uma pessoa só muda quando algo está incomodando ela mesma.Ninguém muda pelo outro, nem homem, nem mulher, suas essências permanecem, atá que os mesmos decidam, e as vezes precisam de ajuda para conseguir mudar velhos hábitos muitos deles adquiridos na infância, os resultantes de traumas dessa época.
Não acredite que o outro vai mudar por voce, ou porque tem um filho, e o mesmo seria responsável por esse milagre.
Ou voces aceitam o outro como ele é, ou não leve a relação adiante, só trará sofrimento para ambos os lados.
Se ame e se valorize em primeiro lugar, e depois façam escolhas para a vida inteira (ou não).

Seis Comportamentos Tóxicos

1- Levar tudo para o lado pessoal:  A reação dos outros com relação a voce está relacionada a interpretação da realidade delas, ou seja, suas crenças, valores, experiencias e perspectivas.É muito mais positivo desapegar do que os outros acham de voce e construir sua personalidade em seus próprios julgamentos.
2- Agir como sempre voce fosse a vitima: Ser poliqueixoso acreditar que é vitima da vida, falar demais sobre si mesmo, afasta as pessoas, que irão ver voce uma pessoa sem autoestima.
3- Nutrir pensamentos negativos e obsessivos: O pessimismo é algo arraigado a nossa cultura, principalmente no momento politico-religioso em que vivemos , com tanta intolerância. Mas manter uma perspectiva positiva irá melhorar sua autoestima.
4-Falta de auto controle emocional: A falta de habilidade de lidar com as próprias emoções é no minimo, perturbadora, em todas as áreas da vida.Quem vai conseguir conviver com uma pessoa descontrolada emocionalmente, que não suporta um nível mínimo que seja de stress. Se voce percebe isso, procure ajuda especializada.
5- Agir com crueldade: Falta de empatia, preocupação e compaixão com o semelhante , ser cruel com o outro, seja virtualmente ou não, ou com animais e plantas pode ser sinal de desvio comportamental, fique atento para esse tipo de comportamento e procure ajuda.
6- Necessidade de ser aceito: Isso é básico na história da humanidade, mas a carência excessiva pode afastar as pessoas de seu convívio. Principalmente se, para chamar atenção voce não pára de falar de seus próprios atributos, e tentar sufocar com excesso de presença seja física ou virtual, as pessoas próximas à voce. 

sábado, 23 de setembro de 2017

Oito conflitos por diferenças religiosas

1. Afeganistão:
O Afeganistão é um campo de batalhas desde a época em que Alexandre, o Grande, passava por lá, em meados de 300 a.C. Atualmente, dois grupos disputam o poder no país, em um conflito que se desenrola há anos. De um lado está o Talibã, movimento fundamentalista islâmico que governou o país entre 1996 e 2001. Do outro lado está a Aliança do Norte, organização político-militar que une diversos grupos demográficos afegãos que buscam combater o Regime Talibã.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a Aliança do Norte passou a receber o apoio dos Estados Unidos, que invadiram o Afeganistão em busca do líder do Al-Qaeda, Osama Bin Laden, estabelecendo uma nova república no país. Em 2011, americanos e aliados comemoraram a captura e morte do líder do grupo fundamentalista islâmico responsável pelo ataque às Torres Gêmeas, mas isso não acalmou os conflitos internos no país, que continua sendo palco de constantes ataques talibãs.
2. Nigéria:
Grupos em conflito: cristãos e muçulmanos
Não é apenas o rio Níger que divide o país africano: a população nigeriana, de aproximadamente 148 milhões de habitantes, está distribuída em mais de 250 grupos étnicos, que ocuparam diferentes porções do país ao longo dos anos, motivando constantes disputas territoriais. Divididos espacialmente e ideologicamente estão também os muçulmanos, que vivem no norte da Nigéria, e cristãos, que habitam as porções centro e sul. Desde 2002, conflitos religiosos têm se acirrado no país, motivados principalmente pela adoção da sharia, lei islâmica, como principal fonte de legislação nos estados do norte.
3. Iraque:
Grupos em conflito: xiitas e sunitas
Diferentes milícias, combatentes e motivações se misturam no conflito que tem lugar em território iraquiano. Durante os anos de 2006 e 2008, a Guerra do Iraque incluía conflitos armados contra a presença do exército dos Estados Unidos e também violências voltadas aos grupos étnicos do país. Mas a retirada das tropas norte-americanas, em dezembro de 2011, não cessou a tensão interna. Desde então, grupos militantes têm liderado uma série de ataques à maioria xiita do país. O governo iraquiano estima que, entre 2004 e 2011, cerca de 80 mil pessoas tenham sido mortas.
4. Israel:
Grupos em conflito: judeus e mulçumanos
Em 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado judeu e outro árabe. Um ano depois, Israel foi proclamado país. A oposição entre as nações árabes estourou uma guerra, que, com o crescimento do território de Israel, deixou os palestinos sem Estado. Como tentativa de dar fim à tensão, foi assinado em 1993 o Acordo de Oslo, que deu início às negociações para criação de um futuro Estado Palestino. Tudo ia bem até chegar a hora de negociar sobre a situação da Cisjordânia e da parte oriental de Jerusalém – das quais nem os palestinos nem os israelenses abrem mão.
Na Palestina, as eleições parlamentares de 2006 colocaram no poder o grupo fundamentalista islâmico Hamas. O grupo é considerado uma organização terrorista pelas nações ocidentais e fracassou em formar um governo ao lado do Fatah – partido que prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. O Hamas assumiu o poder da Faixa de Gaza. E o Fatah chegou ao da Cisjordânia, em conflitos que se prolongaram até fevereiro de 2012, quando os dois grupos fecharam um acordo para a formação de um governo. Mas segundo o site AL Jazeera, rede de notícias do Oriente Médio, a rixa continua. Eleições parlamentares e presidenciais serão conduzidas nos dois territórios e a tensão internacional permanece pela possibilidade do Hamas voltar a vencer no processo eleitoral.
5. Sudão:
Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanos
A guerra civil no Sudão já se prolonga há mais de 46 anos. Estima-se que os conflitos, que misturam motivações étnicas, raciais e religiosas, já tenham deixado mais de 1 milhão de sudaneses refugiados. Em maio de 2006 o governo e o principal grupo rebelde, o Movimento de Libertação do Sudão, assinaram o Acordo de Paz de Darfur, que previa o desarmamento das milícias árabes, chamadas janjawid, e visava dar fim à guerra. No mesmo ano, no entanto, um novo grupo deu continuidade àquela que foi chamada de “a pior crise humanitária do século” e considerada genocídio.
6. Tailândia:
Grupos em conflito: budistas e mulçumanos
Um movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia e criou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dos conflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país: segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cerca de 10% muçulmana.
7. Tibete:
Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
A regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o Partido Comunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território e anexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violenta invasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis mil templos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado por monges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado região autônoma da República Popular da China.
8 Brasil:
Aqui existe uma guerra silenciosa algumas vezes, e outras bastante explicita, que é a intolerância religiosa, a grande maioria dos evangélicos e outras denominações que se intitulam cristãs, agridem sem piedade religiões de matriz africana, depredam seus terreiros e apedrejam seus fiéis. Motivados pelo preconceito e pela briga de "converter pessoas" a troco de receber mais contribuições para as igrejas, pois quanto mais fiéis, mais se tem dízimo. Acontece desde  depredação de imagens, à violência física e verbal. Briga essa que já chegou ao Congresso com a criação da bancada evangélica, tentando conduzir o país que é LAICO, sob seus preceitos religiosos. 
Acontece vetos à muitos direitos que o cidadão poderia já ter adquirido, mas devido a essa "guerra" não tem acesso, como por exemplo pode ser citado a proibição do aborto, o conflito de orientação sexual, dentre outras. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Violência

Violência significa usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.
A violência se manifesta de diversas maneiras, em guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos, preconceito, assassinato, fome, etc. Pode ser identificada como violência contra a mulher, a criança e o idoso, violência sexual, violência urbana, etc. Existe também a violência verbal, que causa danos morais, que muitas vezes são mais difíceis de esquecer do que os danos físicos.
A palavra violência deriva do Latim “violentia”, que significa “veemência, impetuosidade”. Mas na sua origem está relacionada com o termo “violação” (violare).
Quando se trata de direitos humanos, a violência abrange todos os atos de violação dos direitos: civis (liberdade, privacidade, proteção igualitária); sociais (saúde, educação, segurança, habitação); econômicos (emprego e salário); culturais (manifestação da própria cultura) e políticos (participação política, voto).
A violência doméstica é o tipo de violência que ocorre em um contexto familiar, ou seja, entre parentes. Poderá ser entre o pai e a mãe, entre os pais e os filhos, etc. Abusos sexuais a crianças e maus tratos a idosos também constituem violência doméstica. Existem cinco tipos de violência doméstica: a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Diariamente, cerca de 2 mil pessoas apresenta queixas na polícia, alegando ter sofrido violência doméstica.
A violência urbana também consiste em um tipo de violação da lei penal. Consiste na prática de crimes diversos contra pessoas (assassinatos, roubos e sequestros), e contra o patrimônio público, influenciando de forma negativa o convívio entre as pessoas e a qualidade de vida. Esse tipo de violência manifesta-se particularmente nas grandes cidades.
Um dos principais fatores que gera a violência urbana é o crescimento acelerado e desordenado das cidades. Como consequência surgem graves problemas sociais como fome, miséria, desemprego e marginalização, que associados à ineficiência das políticas de segurança pública contribuem para o aumento dos atos de violência.
Alguns tipos de violência:
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento".  a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues .

  • A violência pode ser dividida em três grandes categorias:
    As atitudes ou atos violentos podem ser:
    • físicos
    • sexuais
    • psicológicos
    • emocionais

sábado, 9 de setembro de 2017

E essa tal felicidade

É o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento, que pode ocorrer por diversos motivos. 
felicidade é um momento durável de satisfação, onde o indivíduo se sente plenamente feliz e realizado, um momento onde não há nenhum tipo de sofrimento.
Felicidade para uns é um estado que oscila com a tristeza, ou seja, ninguém é feliz o tempo todo.
Felicidade muitas vezes está ligada ao poder financeiro, ou ao que o outro possui e eu não tenho.
É buscada em livros de auto ajuda, fórmulas para se sentir melhor consigo mesmo, entrando em harmonia com o que se sente e o que se busca.
O conceito de felicidade varia conforme vamos crescendo, o que queríamos e imaginávamos coo felicidade quando criança, nada tem de parecido com o que imaginamos sera felicidade enquanto adultos.
A mídia e as redes sociais criam um conceito quase inatingível do que é ser feliz, geralmente coloca a felicidade em termos de se ter algo, consumismo.
Também apoia  excessivas selfies, para mostrar ao outro o quanto se está feliz naquele momento.
A  busca dessa felicidade no entanto se transformou em doença, a depressão, o isolamento, ou o inverso, a busca de se está sempre em um aglomerado de pessoas, mesmo que não estejamos tão felizes assim, mas...
A felicidade está no desejo de se querer ser feliz.
Quando o ser humano pára de desejar ele não encontra objetivos para viver, muitas vezes observamos casos de suicídio devido ao excesso de bens, de drogas, enfim, ao excesso.
Ela pode ser puramente material (adquirir coisas: casa, emprego, dinheiro, viagens, pessoas); emocional (estar alegre, rir, não ter problemas e nem preocupações); espiritual (estar no estado supremo, conectado a Deus, estar na natureza), e se ela lhe parece alcançável, ou seja, se é possível nessa vida – no ambiente que você está – isso ser encontrado.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Transtorno de Acumulação

A acumulação compulsiva ou acumulação patológica ou disposofobia, consiste na aquisição ou recolha ilimitada de bens ou objetos que, por vezes, já foram deitados pelos outros ao lixo. 
As pessoas que sofrem desta perturbação, maioritariamente idosos, acumulam tudo o que podem para mais tarde conseguirem dar uma resposta eficaz a uma eventual emergência. Além disso, são incapazes de usar ou deitar fora os objetos ou bens mesmo quando eles são inúteis, perigosos ou insalubres.
O acumulador compulsivo no seu extremo é por vezes apelidado de “colecionador de lixo”, uma vez que reúne determinados artigos que produzem maus cheiros e estes atraem insetos e roedores. Essa pessoa também poderá juntar livros, revistas, ferramentas, recipientes, metais, móveis, eletrodomésticos, entre outros materiais, correspondendo à imagem dos sem-abrigo que juntam todo o tipo de velharias. Também é de realçar que um acumulador compulsivo pode reunir um número exagerado de animais de estimação e, na maioria das vezes, não tem como os alimentar nem como os abrigar corretamente.
Para entender como os acumuladores compulsivos chegam a este ponto, é necessário perceber o funcionamento da desordem mental, tentando compreender que, para as pessoas afetadas, nenhum dos objetos recolhidos é lixo.
Trata-se de uma perturbação que é definida por três características principais:

  • - A coleção obsessiva de bens ou objetos que parecem inúteis para a maioria das pessoas
  • - A incapacidade de se livrar de qualquer um dos objetos ou bens recolhidos
  • - Um estado de aflição ou de perigo permanente
  • Tal como a maioria dos comportamentos obsessivos, a acumulação compulsiva começa de uma maneira lenta e desenvolve-se de uma forma progressiva. Por exemplo, uma pessoa pode pensar que a informação que surge no jornal de hoje pode ser muito útil num momento posterior e, como tal, vê-se obrigada a guardar o respetivo jornal. Posteriormente, pode considerar que, acidentalmente, colocou algo de valioso no lixo e mantém esse saco de lixo em casa. E a partir daí pode passar a colecionar todos os objetos ou animais que encontra na rua, de modo a atenuar os seus sintomas de ansiedade.

  • Existem determinados sinais que indicam que uma pessoa sofre de acumulação compulsiva. Dos mais importantes, destacam-se os seguintes:

      • - Recolher bens e objetos que as pessoas deixam fora e ser incapaz de se livrar deles
      • - Viver em condições insalubres
      • - Ser incapaz de usar as divisões da casa para a finalidade pretendida (cozinha para cozinhar, casa de banho/banheiro para cuidar da higiene pessoal, quarto para dormir)
      • - Ter muitos animais de estimação à sua responsabilidade e não estar a cuidar deles da melhor maneira
      • - Classificar objetos de valor como sucata ou lixo e amontoá-los em pilhas
      • - O acesso à casa estar bloqueado
      • Para o acumulador compulsivo não existe nenhum erro ou problema com o seu comportamento. No entanto, esse sintoma faz parte da doença.
      • Colecionar e acumular podem parecer semelhantes, mas existem características distintas entre acumuladores e colecionadores, que os diferenciam.
      • Colecionar envolve muitas vezes pesquisa focada e aquisição de itens específicos, ao menos do ponto de vista do colecionar, foram uma apreciação melhorada, compreensão aprofundada, ou valor sinergético aumentado, quando estão combinados com outros itens similares.
      •  Acumulação, em contrário, demonstra-se caótica/aleatória, e envolve adquirir em geral itens comuns que não devem ser especialmente significativos para a pessoa que está coletando tais itens em grandes quantidades.
      • É diagnosticado no Código Internacional de Doenças como F.42 Transtorno Obsessivo Compulsivo.