Estou no facebook

segunda-feira, 18 de março de 2019

A folia mórbida da Momo - Como proteger nossas crianças dos perigos da internet

A imagem de uma boneca baseada na escultura de uma ‘mulher pássaro’, que foi exibida 
no Japão em 2016 durante uma exposição, foi chamada de ‘Guai Bird’ e queria mostrar o fantasma de uma mãe que morreu durante a gestação.
A personagem burla algaritmos do You Tube, ensina passo a passo como crianças devem se automutilar, e também ameaça as crianças caso contem aos pais.

Em inglês, ela dá instruções de como cometer suicídio . Mas é preciso tomar cuidado: não apenas as crianças que entendem a língua estão sujeitas ao perigo. Além do áudio ensinando como cortar os pulsos com diversos objetos que podem estar presentes em casa, também há imagens demonstrando o ato, fazendo com que se torne facilmente imitável pelas crianças. Há também relatos de que, além de cometer suicídio, a personagem estimula as crianças a fazerem outros desafios, como esfaquear outras pessoas da casa. Para influenciar os pequenos a realmente fazerem o ato, a boneca retorna no fim do vídeo com ameaças e diz que, caso a criança não cumpra a ordem, ela vai voltar para pegá-la durante a noite ou matar seus pais. Assim, causando medo, é mais provável que a criança realmente o faça.
Lançado em 2016, o YouTube Kids tem o objetivo de tornar a plataforma mais segura para o acesso de conteúdos destinados a crianças. Procurado pelas mídias, o YouTube Kids informou que, após análise, não viu nenhuma evidência recente promovendo o desafio Momo nos vídeos da plataforma de streaming, e que oferece estrutura para que tais casos sejam denunciados. Ainda segundo o YouTube Kids, este tipo de conteúdo violaria políticas e seria removido imediatamente.
Infelizmente muitos pais largam seus filhos com celulares e tablets e não se preocupam com o que os mesmos estão acessando. Crianças precisam de supervisão sempre, a internet não é babá.
Por sua vez, adolescentes gostam de serem desafiados e quase sempre estão predispostos a participarem de jogos desse tipo, para se autoafirmarem ou para dar vazão a sentimentos de menos valia que neles habitam, como a depressão por exemplo.
O que digo aos pais é simples: A internet é um mundo, no mundo real não se sai por aí convidando estranhos para dentro de casa, no mundo virtual também não se deve permitir que qualquer estranho compartilhe de sua intimidade através do computador, e para isso deve-se conversar com os filhos sobre os reais perigos, assim como fazemos quando eles vão passear na rua, ir à escola etc.
E quando as crianças são muito pequenas para entenderem? Eu pergunto, vocês papais e mamães, deixam seus pequenos no meio da rua sozinhos? Claro que não.
Então não permitam que usem a internet sem vigilância de um adulto responsável, como referi antes, internet não é babá.
A única coisa que se pode fazer é estar perto, conversar, orientar.

quinta-feira, 14 de março de 2019

Como superar o fim de um relacionamento

Noites em claro, memórias boas e ruins, evoluções e recaídas, emoções à flor da pele, raiva e descrença, choros e lamentos. 
Todos já passamos por isso ao menos uma vez na vida quando um namoro, um casamento, enfim, um relacionamento que proporcionou momentos memoráveis termina.
Algumas vezes o sentimento simplesmente vai se esvaindo, a rotina pode ser reconfortante para alguns, mas para outros as lacunas são enormes.
Algumas vezes um manifesta comportamentos, que parecem coisas pequenas, os quais o outro não aprova.
As vezes a causa é algo grande, como uma traição por exemplo. Muitos não superam o fato de serem traídos, por mais que o outro garanta que não houve grandes envolvimentos e nem continuidade.
Muitas vezes os relacionamentos são rompidos porque ao conhecermos a outra pessoa, pouco a pouco percebemos que aquela impressão inicial não corresponde a realidade da personalidade do parceiro.
 Algumas pessoas se esforçam por parecerem interessantes no inicio do relacionamento mas aos poucos percebemos que tratava-se apenas de uma forma como ele gostaria de ser e não de como ele é de verdade.
A cientista Stephanie Pappas, fez uma análise de fatos sobre o término do ponto de vista científico. São eles:
1-Rompimentos são previsíveis: Observe como está seu relacionamento, como seu ou sua parceira se comporta, se há incompatibilidade na maioria dos interesses, se estão sempre fazendo atividades afastados, se tem pouco o que conversar, ou seja não há assuntos em comum. Por exemplo: um gosta de praia e o outro detesta, sendo assim, ou não vão à praia frustrando um dos parceiros, ou apenas um irá vivendo o individualismo. Ou pior os dois vão, mas o que não gosta desse tipo de passeio, fica de cara amarrada, e logo surgem discussões as vezes sem motivo.
2- Você termina com você mesmo: Quando os relacionamentos terminam, as pessoas sentem não apenas a dor da perda do parceiro, mas também a das mudanças que elas deverão fazer em si próprias, de rotina, de hábitos, tudo lembra o outro, então vem uma angustia enorme e muitas vezes, crises de choro.
3- Términos parecem mais dolorosos do que o são: Quando o término chega, é normal pensar que você vai morrer e nunca mais vai superar essa dor. A Ciência mostra, porém, que esse “luto interno” dura menos do que esperamos. Em geral, nos recuperamos do fim cerca de duas vezes mais rápido do que nós próprios esperamos. Nós superestimamos a perda, achando que ela será dolorida para sempre. E nunca é!  
4- O Auto-Flagelo: Ficar stalkeando, perseguindo, procurando notícias do ex, retarda o processo de superação, além de causar angustia e depressão.
5- As mulheres sofrem mais: Ainda que o término possa ser igualmente doloroso para homens e mulheres, a dor que elas sentem é maior. Mais isso hoje em dia é relativo, pois depende do grau de envolvimento de cada um, tem mulheres por exemplo, que ocupam seus dias com o trabalho, amigos, atividades conjuntas o que faz manterem o foco em outros interesses. Também existem homens que  sofrem e muito, mas por orgulho e machismo, não revelam.
6- Afogar as mágoas ou trabalhar esse sentimento: Social Psychology and Personality publicou um estudo mostrando que as pessoas que participaram de sessões de psicoterapia, superaram o término muito mais rapidamente do que aquelas que não procuraram ajuda psicológica.
Outras dicas que posso acrescentar:
1- Abrace o sofrimento: O término do relacionamento pode doer, mas pode ser exatamente o que você estava precisando para sair da sua zona de conforto e ser muito mais feliz. Na pior das hipóteses, você sairá mais forte e resistente à dor!
2- Assuma a responsabilidade pelos seus sentimentos: É normal querermos culpar o/a ex pela nossa miséria.Quando assumimos a responsabilidade pelos nossos sentimentos, adquirimos o poder de superá-los.
3- Abandone a ilusão da Alma Gêmea: Essa ideia romântica já está muito ultrapassada. Vivemos numa era de abundância e liberdade. Desapegue da ilusão do “feitos um para o outro” e chame o próximo da fila.
4- Felizes para sempre: Adote a filosofia do seja eterno enquanto dure, pois namoro tem prazo de validade. Veja na natureza: raros são os animais que têm apenas um parceiro ao longo da vida, a maioria das espécies têm vários em um único ano.
5- Siga a sua Rotina: Não se dê o luxo de mudar a sua agenda para curtir a fossa! Você não precisa da piedade dos outros. 
6- Transforme emoção em realização: Essa fase em que as emoções ficam à flor da pele pode ser a mais produtiva da sua vida! Dedique-se mais ao trabalho, a escrever, a estudar, ou outro projeto qualquer. Você vai perceber que terá mais inspiração e disposição para realização.
7- Exercite-se: Essa é a melhor, além de encher o corpo de endorfinas e ter aquele alívio imediato, você pode entrar em forma e melhorar a sua autoestima.
8- Quando a dor apertar, mude o foco: Na hora que perceber que vai entrar numa vibração triste de melancolia, respire profundamente para ficar mais consciente e mude o foco, vá fazer algo que gosta, saia de casa, converse com alguém.
9- Mude de Ambiente: Procure lugares novos, dos quais não esteve com o antigo parceiro, você vai perceber que se sente diferente e que pode fazer as coisas mudarem.
10- Mude seu estado de Comportamento: Ou seja, quando se sentir solitário, encontre um amigo. Quando estiver triste, assista a uma comédia. Quando estiver com preguiça, faça algum exercício.
11- Faça terapia: Quando você fala em voz alta sobre tudo o que aconteceu e o que está sentindo, consegue enxergar a situação com mais clareza. E pode muda-la.
12-Crie uma lista do que você realmente é, e uma lista de agradecimentos: Sente-se com papel e caneta na mão e escreva aquilo que você realmente pensa sobre si mesmo e até mesmo aquilo que gostaria de pensar, por exemplo “eu sou um excelente namorado/a  e quem estiver comigo tem muita sorte”, “eu sou confiante e interessante, sou um ótimo partido”, e assim por diante. Quando você foca no sentimento de gratidão por tudo que tem e pelas experiências incríveis que teve, a dor da perda e a tristeza dão lugar à felicidade e satisfação. 
13- Lembre-se dos seus propósitos na vida: Quando levar o foco a tudo que quer realizar, vai perceber que não tem tempo para perder se lamentando com o passado e que mais vale focar no futuro.
14- Liberte-se do peso do passado: Sente-se e visualize uma chama de cor violeta rodear o seu corpo e incinerar os vínculos com o passado e com o relacionamento que acabou, como se estivesse rompendo os fios de uma marionete e sentindo-se mais leve, livre e independente para viver o presente e construir um novo futuro.
15- Ocupe-se: O fato é que se você estiver ocioso, a mente será atraída para o problema e o sofrimento. Encha a sua agenda de compromissos sociais e profissionais enquanto o tempo se ocupa em cicatrizar a ferida.
Se existe uma palavra que eu possa dar a todas as pessoas que procuram conforto neste momento tão difícil seria: Reconstrua-se. 
Aproveite a vivencia, mesmo que este rompimento não tenha sido sua escolha, use este turbilhão emocional como informações a seu próprio respeito. 
Creio que você pode aprender muito sobre si mesmo. Talvez esteja tendo reações que nunca imaginou que seria de seu feitio, talvez esteja tendo pensamentos e comportamentos que o faz não reconhecer a si mesmo, mas você pode crescer e sair renovado (a).
 Um psicologo pode ajudar quando procurado para realizar psicoterapia com o foco no fim do relacionamento.

sexta-feira, 8 de março de 2019

De que adianta ser feliz sem plateia? - A busca pelas migalhas de "likes"

Pobreza é algo aparentemente fácil de se definir, pois partimos do conceito de pobreza financeira, aquele que não tem dinheiro para se manter, enfim...
Mas existe hoje um outro tipo de pobreza que cada vez mais cresce, que também pode ser definida como carência e solidão.
Com o crescimento da violência, o alto custo de alguns passeios, o transito caótico das cidades, muitas pessoas preferem ficar em casa, e navegar por um outro mundo cada vez mais conhecido que é a internet.
As mídias sociais por sua vez, criaram  uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter uma vida mais fantástica.
Vemos nas redes pessoas postando fotos de comida, lugares, livros, animais, e uma infinidade de coisas, que antes eram vividas no privado.
Somos todos artistas com uma vida para "inglês ver", ou seja, uma vida de mentirinha.
Isso reflete traços emocionais e psicológicos profundos em cada um de nós, interferindo na nossa auto imagem, auto estima e também na forma como nos relacionamos.
Quando compartilhamos uma foto, um pensamento, um link, apresentamos fragmentos daquilo que desejamos que nos defina.
Hoje quem é introvertido que não gosta de se expor, que deseja, como nós há algum tempo atrás, proteger sua privacidade. É visto como uma pessoa doente, que não se adequa mais ao mundo.
Receber um comentário em um post, como também ser aceito em grupos virtuais estimula a auto estima e alivia a solidão momentaneamente, pois sempre queremos mais.
Consequentemente cria-se uma enorme angustia e ansiedade por likes e feedbacks.
Não é só narcisismo, como pensam alguns, é a carência e a necessidade de pertencimento.
A quantidade torna-se melhor que a qualidade, então os posts se multiplicam em segundos.
A adoração da imagem individual, não é só narcisismo ou necessidade de um momento, é existir para o mundo, "selfie, logo existo", essa frase se popularizou nas redes e é pura verdade, a palavra, selfie, aumentou sua popularidade em 17.000% em 2012 .
Recentemente em um acidente de caminhão, deixaram de socorrer a vítima para tirarem fotos do acidente em si, e isso acontece cada vez mais, com uma frequência enorme.
Em velórios de pessoas conhecidas acontece o mesmo, muitos param perto do caixão e tiram selfies, seria cômico se não fosse trágico.
As pessoas não querem interagir de verdade, o bom dia ao vizinho se tornou raro, a alegria real virou ficção.
O que de fato essas pessoas se habituaram é viverem em um conto de fadas, para garantirem suas migalhas diárias de "likes".
Como não constatar que vivemos na sociedade do espetáculo?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Liberdade e libertinagem - Onde nos perdemos na diferença

Liberdade e libertinagem são dois conceitos relacionados e que muitas pessoas confundem.
A liberdade consiste no direito de se movimentar livremente, de se comportar de acordo com sua própria vontade, partindo do principio de que esse comportamento não influencia negativamente outra pessoa.
De acordo com a filosofia, a liberdade é a independência, autonomia e espontaneidade do ser humano.
Já a libertinagem é fruto do uso equivocado, errado da liberdade, porque demonstra irresponsabilidade, que pode não só prejudicar a própria pessoa , mas outras pessoas também.
Quem age com libertinagem, revela não se importar com as consequências que seu comportamento pode ter.
A libertinagem, pode ser vista como ausência de regras e limites.
Na cabeça dos que agem com libertinagem passa a seguinte frase: Eu posso fazer tudo o que eu quiser, ninguém tem nada a ver com isso e ninguém pode me impedir.
Geralmente pessoas que se comportam com libertinagem, são pessoas rebeldes, egocêntricas, embrutecidas, escravas de todos os desejos que passam em sua mente.
Além de terem em mente que:  gente do bem é que se parece com a gente. Quem pensa ou age diferente, é visto como ameaçador, do mal, ruim, objeto de ódio.
Cobram determinados comportamentos de forma ressentida e vingativa.
A questão do ódio pode se dar como exemplo, o caso em que uma moça branca foi agredida por está de turbante. Lhe arrancaram o mesmo, alegando ser de  uso exclusivo dos negros, ou  afro descendentes, como preferirem.
Muitas vezes usam ideologias para justificarem seus comportamentos libertinos.
Não se iludam, isso é patológico, isso é doença, sim!
Impõem sua forma de pensar, agridem quem se opor, são violentos pois não aceitam limites ao seu ego.
Em outro exemplo temos o que foi amplamente mostrado pela mídia, as "feministas" em seus protestos que chegavam a ser grotescos, a medida em que defecavam e urinavam em objetos sacros, simulavam abortos, dentre outras aberrações, que quem não soubesse dos fatos diria se tratar de pessoas em surtos psicóticos.
Sim são doentes, além disso aparelhavam as universidades e escolas para doutrinar alunos e professores de acordo com sua ideologia .
O que é isso se não for uma forma esquizofrenizante de tentar manipular as pessoas, de acordo com sua ideia do que é real, sua ideia particular e própria de mundo.
O esquizofrênico  rompe com o o mundo real e cria um universo paralelo para si mesmo, e não aceita quem tente traze-lo para a realidade, para a razão.
Se encouraça e fica agressivo e muitas vezes assumem a postura de vitimistas ( pois ser vitima vai trazer ganhos, de uma forma ou de outra).
Jamais permitirá que o outro esteja com a razão, pois seu mundo é pautado em ideologias, que na mente do doente, são pétreas.
A realidade é totalmente pervertida, em busca de satisfação do prazer imediato.
Quando se transforma em ideologia, os mesmos se espelham em alguns pseudo lideres, dos quais tem verdadeira idolatria, transformando a vida desses em verdadeiras histórias de mártires (que não foram entendidos por toda a sociedade, sendo assim segregados), que na verdade para os libertinos deveriam ser idolatrados.
Como não dizer que isso é doença, a doença da falta de limites, do império da força incoerente e irracional, na busca de aceitação de seus comportamentos (sem nexo e sem limites).
Fica a reflexão, que nesse momento é bestante pertinente no cenário politico em que vivemos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A ideologia de gênero e a erotização de crianças

As crianças aprendem com o que observam, escutam e principalmente, vivenciam.
Em alguns relatos de mães, me surpreendo com o que é ensinado em algumas escolas, sobre a defesa da ideologia de gênero.
Não dá para brincar de sexualização e mudança de gênero com crianças de 6, 8 anos de idade, ou até menores, isso é pura patologia.
A erotização infantil atravessa as etapas do desenvolvimento da criança e antecipa seus aprendizados, o que é muito perigoso.
 A sexualidade é diferente de sexualização. A primeira é inata ao ser humano e deve ser estimulada de maneira saudável, de modo que a criança tenha familiaridade com seu corpo , identificar onde dói para ajudar os pais a cuidarem de sua saúde.
Já a sexualização acontece de fora para dentro, não é um processo natural da criança, e sim uma manobra que a adultiza , muitas vezes encabeçada pela mídia infantil.
Essa mídia é responsável por comerciais de TV, rádio, internet, jornais, revistas entre outros, por desenhos animados e programas infantis que colocam como apresentadores, crianças travestidas de adultos, dentre outras coisas.
Aceitar que escolas, professores, cuidadores ou qualquer outro agente que trabalhe lidando diretamente com a criança, estimule ou oriente a mesma, no sentido de que ela acredite ser normal, beijar na boca de adultos (mesmo esses sendo figuras parentais), pedofilia, incesto, ou qualquer outro tipo de sexualização, é expô-la a futuras patologias mentais.
A ideologia de gênero não é uma questão de liberdade sexual, como muitos levantam essa bandeira, ela se caracteriza por uma patologia dos limites. Eu posso ser o que eu quiser, posso fazer o que quiser, nada mais é do que a falta de limites, que no futuro irá gerar a frustração e patologias mentais severas.
A ideia de gênero, nunca vai se sobrepor à biologia, eu posso até desejar ser um pássaro, mas se eu for imaginar que voarei se pular do oitavo andar, estou cometendo suicídio, pois biologicamente, meu corpo não oferece estrutura para esse feito, que é voar.
E a ideologia de gênero parte desse principio,e transforma-se em mais uma doutrinação pregada pela esquerda mundial, nada mais é, que promover um transtorno mental ao status de normalidade.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

E pessoa é objeto, jogado daqui para acolá? - O Calvário de Julio e Joanna no CAPS

Joanna tinha um irmão internado há muitos anos em um hospital psiquiátrico, ela o visitava e trazia para passar fins de semana em casa.
Em 2004, Joanna sentiu o primeiro problema depois da eleição que colocou um "Homem do Povo" na presidência, acreditava que seria maravilhoso, que tudo ia melhorar, mas para ela, infelizmente, não foi bem assim...
Os funcionários do hospital eram muito solícitos e dedicados, mas com algum tempo depois da eleição, Joanna percebeu eles estavam tensos, de pouca conversa, soube pela recepcionista que haveria demissões, que o governo federal estava cortando verbas de auxilio aos hospitais psiquiátricos, e que o "Partido do Povo" iria inventar um novo projeto para os pacientes internos.
Como assim, um novo projeto, pessoa agora é papel, jogado daqui para acolá?
Para sua surpresa, depois de um fim de semana, ao chegar no Hospital, levando seu irmão, Julio, foi chamada para conversar com a equipe que o assistia, de início Creuza a assistente social, lhe disse que em breve ela teria que levar seu irmão para morar definitivamente em sua casa, arcar com todos os custos, inclusive medicação.
Joanna se assustou, mas logo Luisa, a psicóloga, esclareceu sobre um auxílio que o governo daria, que cobriria todas as despesas.
-- Mas eu não tenho condições, Julio é agressivo, precisa de cuidado e de ser monitorado 24 horas, vocês aqui, fazem isso tão bem, tem enfermeiras, assistente social, psicólogo, enfim tudo. Como eu vou fazer????   Disse Joanna, visivelmente desesperada.
 De nada adiantou, pouco tempo depois foi obrigada a tirá-lo do hospital, pois o mesmo já tinha demitido quase todo o quadro funcional por falta de verba. O hospital morreu de inanição, dizia triste seu irmão.
Foi um sofrimento para ambos, Júlio chorava e era agressivo, pois sentia falta do ambiente e de sua rotina. E para completar, estava ameaçado de morte por alguns vizinhos, devido ao seu comportamento na rua.
Maria José, sua comadre, descobriu o danado do projeto que tanto a psicóloga de Júlio elogiava, era o CAPS (Centro de Apoio Psicossocial), mas não tinha nenhum em sua cidade, e ninguém sabia ao certo o que era.
Descobriu isso por acaso  quando estava no posto de saúde, que o novo prefeito tinha interesse de abrir um desses na cidade, pois precisava de local para colocar alguns dos seus cabos eleitorais.
Depois de muito procurar, Joanna foi ao Ministério Público, onde a secretária do Promotor lhe informou que seria inaugurado o CAPS , por pressão da justiça, e que logo seu irmão poderia ser atendido.
Foi uma via sacra até Joanna conseguir todos os detalhes, deu entrada no benefício para cuidar de Júlio, mas era tão pouco que mal dava para comprar a alimentação do irmão. A medicação era outro problema, não tinha médico para atender, e nem para prescrever a receita.
Enfim houve uma grande festa na cidade, era a inauguração do CAPS.
Levou seu irmão para fazer a ficha e começar o atendimento, que alivio!
Que nada, chegando lá, foi informada que o usuário, como chamavam Julio no CAPS, iria ser atendido uma vez por semana, passar apenas uma tarde, pintando e "brincando" com os demais.
Em uma dessas tardes, Joanna observou que os outros pacientes tinham distúrbios diferentes, e pelo que aprendeu com os profissionais no hospital, não havia critério algum, todos jogados no chão, sem supervisão de ninguém.
Julio, que era atendido pelo médico uma vez por semana, não o via há meses. Estava sem medicação, que começou a faltar pouco tempo depois da inauguração.
Era um sacrifício levar Julio ao CAPS, e muitas vezes chegando lá, não havia atividades, nem lanche, nem nada. Obrigando Joanna  a voltar com ele para casa, e com isso Julio ficava ainda mais irritado, pois não gostava de andar de ônibus.
Que descaso!
Foi procurar a antiga manicure, Eliane, que agora estava  como coordenadora do serviço, tinha trabalhado muito nas eleições e seu candidato ganhou, colocando - a como gerente do CAPS.
Eliane, não sabia lhe informar nada, enrrolava e só dizia que isso ia ser resolvido rápido.
O que a ex manicure sabia fazer era festa, em todas as datas comemorativas, colocava os usuários do serviço debaixo de um sol quente para desfilar nas ruas, isso trás votos, dizia ela , toda empolgada.
E assim se passaram dezesseis anos, o irmão de Joanna faleceu ao usar uma medicação que o antigo pedreiro Vinícius, e agora gerente do CAPS lhe deu, nem médico ele era, mas teve tanta boa vontade, pois Julio naquela tarde estava muito agitado. Paciência.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Minimalismo

Eu uso o necessário, somente o necessário,o extraordinário é demais!”
                                                         Balu, o urso, em Mogli – O Menino Lobo


Design minimalista: É um dos movimentos de design mais importantes do século 20 e início do século 21. Não é o mais popular, mas sem dúvida penetrou em mais campos do que qualquer outra arte ou tendência de design: carros, filmes e jogos, aplicativos, na web e em projetos visuais. O minimalismo surgiu de uma série de movimentos artísticos e culturais, e os designers aderiram ao estilo por volta de 1980. Sua principal influência veio da cultura japonesa e essa tendência veio contra a variação formal e cromática dos movimentos artísticos anteriores.
A ideia é subtrair tudo aquilo que é desnecessário. Seguindo o estilo, os edifícios passam a ser projetados com linhas retas e formas geométricas simples, os ambientes são decorados com poucos objetos, cores neutras e os produtos têm o layout mais clean e funcional possível.
Minimalista é algo ou alguém adepto daquilo que é simples e elementar, considerado um estilo de vida para indivíduos que buscam o mínimo possível de meios e recursos para viver. No entanto, este termo pode ter varias acepções, dependendo do contexto em que é utilizado.
minimalismo é a reavaliação das suas prioridades para que possa se desfazer de coisas em excesso (posses, ideias, relacionamentos e atividades) que não trazem valor à sua vida. É a única maneira de viver com as coisas que você realmente precisa e tornar a sua vida melhor.

E isso muda de pessoa para pessoa pois o que é essencial para mim pode não ser essencial para você.

O minimalismo simplifica a vida e é um caminho muito seguro para a felicidade, tem por base a regra: mantenha o que te faz feliz e se livre do resto que lhe causa estresse.

Hoje o apelo da mídia, devido a grande popularidade da tendencia minimalista é: " Não preciso, mas quero!". Isso se origina devido a um antigo hábito, onde era status ter o guarda roupas esbarrotados, quando era "chique" dizer: tenho roupas, sapatos e acessórios que comprei e nunca usei.

A tendencia minimalista se dá porque a maioria das pessoas está acordando para a doença que o supérfluo causa em suas vidas,que pode muitas vezes originar patologias, como o vício da acumulação e a carência que se tenta diminuir com compras inúteis.

Hoje a maioria das pessoas percebem que é melhor ter dinheiro para uma viagem, um passeio,etc. Do que para ter objetos atravancando cabeceiras. 

O minimalismo é a reavaliação das suas prioridades para que se possa desfazer de coisas em excesso ( posses, móveis,relacionamentos com pessoas tóxicas, atividades, roupas e acessórios). É a única maneira de viver com as coisas que você realmente precisa e tornar sua vida melhor. 
Mobiliário Minimalista:  Poucos e bons móveis, muito espaço, praticidade e funcionalidade, cada vez mais em alta nesse tipo de decoração vem conquistando adeptos em todo o mundo. É baseada na sobriedade, elementos puramente decorativos são quase ausentes nesse tipo de decoração.
 Armário cápsula: ninguém precisa de mais de 30 ou 40 peças de roupa. O armário cápsula é um conceito que existe desde 1970. 
Basicamente, o armário-cápsula é um guarda-roupa com uma determinada quantidade de peças que combinem entre si, para serem usadas em um determinado período de tempo. Por isso, é importante para o sucesso de qualquer armário-cápsula que as roupas reflitam o estilo pessoal de cada um.
A ideia é separar poucos e fundamentais itens para serem utilizados durante uma temporada. Pode ser um mês, uma estação ou mesmo aplicável a longo prazo. Basicamente é fazer um mini guarda-roupas, versátil e adaptável às mais diversas situações, deixando o ato de se vestir mais prático e funcional.
Afinal quem nunca, mesmo frente a uma armário lotado, sentiu que não tinha roupa? Essa sensação muitas vezes é resultado de uma série de compras incalculadas e acúmulo de coisas que não conversam entre si ou mesmo não se adequam ao estilo de quem as veste.
Curiosamente as adeptas do “armário cápsula”, após algum tempo passam a relatar experiências ao se vestir muito mais satisfatórias do que as que tinham com o triplo de roupas. 
O armário cápsula colabora com a sustentabilidade, estimula a criatividade, melhora nossa autoestima. Nos vemos na obrigação de cuidar melhor do que já temos e de selecionar aquilo que realmente combina conosco, o que nos aproxima muito de nós mesmos.
O excesso de opções, usualmente associado a liberdade, pode, muitas vezes, gerar o efeito contrário. É o  Paradoxo da Escolha ou seja, toda essa gama de escolhas tem alguns efeitos negativos nas pessoas: o primeiro deles é, paradoxalmente, produzir paralisação, ao invés de libertação, com tantas escolhas a fazer, as pessoas acham cada vez mais difícil escolher qualquer coisa. 
E quando a pessoa consegue ultrapassar essa paralisia e fazer sua escolha, acaba menos satisfeita com o resultado dela, do que se tivéssemos tido menos opções a princípio. É como se com tantas opções, se você faz uma escolha e ela não é perfeita ,o que a maioria das coisas não é ,é fácil imaginar que você fez a escolha errada e se arrepender dela.
No fim das contas, minimalismo é sobre prioridades. Um estilo de vida minimalista pode começar no guarda-roupas ou na penteadeira, mas reverbera para todos os aspectos da vida e, portanto, é adaptável às pessoas que escolhem vivê-lo.
Rever prioridades é pensar o que é essencial e o que é dispensável e admitir quanto disso tem tido tempo e espaço no cotidiano. O minimalismo entra em campo quando se consegue responder a difícil questão: O que é essencial para você? E ter coragem para tomar suas decisões com base na resposta.
Finalizando este post vamos nos ater um pouco ao vestuário minimalista, segue algumas dicas:
1. Cores Neutras: Um dos grandes truques para construir visuais minimalistas é ter peças em cores neutras. Estas devem ser pretas, brancas, cinza e nude, considerando todas as suas variações em tons mais claros ou escuros.                                                                       O jeans e o azul-marinho também entram nessa seleção, pois são peças que podem ser harmonizadas facilmente com outros tipos de cores e tecidos.                                                Não pense que não é possível utilizar estampas em looks minimalistas: elas são permitidas, mas opte por estampas discretas e pequenas, e, claro, por peças listradas, que são clássicas, chiques e nunca saem da moda.
2. Construa looks monocromáticos: Essa opção consiste em utilizar apenas peças de uma cor, que são muito fáceis de ser combinadas, sejam elas todas brancas, nude, pretas ou de outra cor básica.
Um dos grandes truques que você pode utilizar em seu look é acrescentar acessórios para dar um up no visual, como colares e cintos básicos, além de casacos e bolsas em outros tons. Assim, você terá uma produção bem elegante.
3. Opte por tecidos mais comuns: Não é segredo que o jeans é uma das peças mais úteis para qualquer proposta de look, pois é muito fácil de ser combinado em todas as estações e com qualquer tipo de tendência ou tecido. Mas, além de optar pelo jeans, é ideal que você escolha outros tecidos mais comuns, como malhas, sedas e tecidos de alfaiataria.
4. Adote bijuterias finas:  Lembre-se de que tendência minimalista traz a ideia de que “menos é mais”. Os acessórios podem transformar a sua produção, mas sempre mantendo a linha fina e chique.                                                                                                                  Por isso, opte por poucas bijuterias, mas que sejam essenciais para o seu visual. Você pode apostar em colares finos, com poucos detalhes, como um pingente pequeno, em prata, dourado ou outro tipo de banho, dependendo das cores de seu look.Experimente para ver qual ficará melhor. Os brincos também devem seguir a mesma regra, sendo uma excelente opção os pequenos, como pontos de luz, formas geométricas ou pérolas. Inclua também relógios, anéis ou pulseiras delicados.Porém, nunca utilize todas essas peças juntas. Tente fazer combinações, como brinco e relógio, colar e pulseira, entre outras opções, lembrando que todas as peças devem ser básicas.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Saúde Física, Mental e Emocional: Como lidar e cuidar

O que é saúde? A definição mais conhecida encontra-se no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS): “Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças”. De acordo com essa definição, a saúde de uma pessoa tem a ver com a sua qualidade de vida e isso envolve não apenas questões físicas, mas engloba todo o ser. 
Em geral, o contexto em que uma pessoa vive é de grande importância em seu estado de saúde e influenciará em grande medida na qualidade de vida. Os fatores determinantes são:
- Ambiente social e econômico - Se os indivíduos tiverem maior padrão financeiro e educacional, provavelmente terão melhores condições de vida e maior facilidade na área da saúde.
- Ambiente físico - A qualidade do ar, água e saneamento básico de uma região influenciam na saúde dos indivíduos que ali residem.
- Características individuais - Questões genéticas, emocionais e familiares também são determinantes na saúde.
Agora, como podemos administrar os nossos pensamentos? Abaixo estão algumas dicas:
1. Identificar quais pensamentos nos vêm à mente em determinada situação;
2. Avaliar os sentimentos que eles promovem;
3. Observar a reação que estes sentimentos nos levam a ter;
4. Analisar os pensamentos negativos e distorcidos, pensando em proporcionar mudanças para que eles se tornem mais saudáveis, mais funcionais e mais reais;
5. Exercitar mudar o tipo de pensamento que provoca sentimentos ruins e que nos leva agir de forma prejudicial conosco e com outras pessoas.
Pode ser que não possamos controlar a chegada de um pensamento prejudicial à mente, mas, certamente, temos a escolha de não alimentá-lo, substituindo este pensamento por outro que seja saudável. Cabe a cada pessoa ter consciência dos pensamentos que são a base de seu comportamento a fim de questioná-los e, se necessário, modificá-los.
Como seria, então, a maneira apropriada de respirar? Abaixo estão algumas dicas importantes:
1. Concentre-se menos na inspiração e mais na expiração. Quanto mais uma pessoa expira (solta o ar), mais ar ela poderá inspirar, recebendo maior quantidade de ar novo;
2. Inspire pelo nariz lentamente por aproximadamente 4 segundos. Depois de uma pequena pausa, expire lentamente contando até 12;
3. Ao inspirar, procure “encher” a barriga (diafragma), em vez de levantar o peito e os ombros, e na expiração, “esvazie” a barriga novamente. Esta é a maneira correta de levar o ar para os pulmões, expandindo todo o diafragma. Se você reparar, os bebês respiram desta forma.
Com estes simples exercícios, a função pulmonar melhorará e o corpo todo sentirá os benefícios da troca mais eficiente de oxigênio.
Quem não gosta de uma cama quentinha e de tranquilidade para dormir bem à noite? Observe alguns benefícios de uma boa noite de sono:
1. Durante o sono, nosso corpo produz um hormônio que controla a sensação de saciedade. Se não dormimos bem, o corpo tem a sensação de não ter sido totalmente saciado por causa da quantidade baixa de hormônios produzidos, levando a pessoa a comer mais no dia seguinte;
2. O descanso noturno fortalece o nosso sistema imunológico. Quando temos um sono reparador, nossas defesas contra infecções bacterianas e virais são fortalecidas;
3. O sono pode prevenir o desenvolvimento de diabetes. A privação do sono faz com que o corpo permaneça alerta apesar do cansaço, produzindo assim, a liberação do hormônio cortisol que, em excesso, induz o aumento das taxas de açúcar no sangue a fim de que o corpo mantenha a energia para continuar funcionando. Quando dormimos o necessário, o descanso proporciona o equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue;
4. A beleza também está relacionada com uma noite bem dormida. Durante o sono, a pele ganha novas células, é regada com a quantidade necessária de proteínas, hormônios e enzimas para a recuperação de tecidos e músculos, permitindo um rejuvenescimento do corpo;
5. Um sono reparador está relacionado a bons níveis de pressão arterial. Segundo um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, o pouco descanso equivale a um estado de estresse que aumenta a pressão sanguínea. Se as noites mal dormidas são constantes, a alteração da pressão arterial passa a ser permanente e a hipertensão pode ser desenvolvida;
6. Dormir bem diminui o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Isto acontece porque o sono possibilita o equilíbrio na produção de hormônios e substâncias químicas no organismo. O desequilíbrio destes possibilita o aumento do colesterol, o aumento das chances de derrame cerebral e doenças relacionadas ao coração.
 Ao dormir bem, você colabora para que seu corpo funcione melhor e por mais tempo, prolongando sua estimativa de vida.
Nossa saúde emocional também está relacionada com a qualidade do nosso sono. 
A depressão também está relacionada com a qualidade do sono. 
 pessoas que dormem bem absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam um longo período sem dormir. A Associação Brasileira do Sono afirma que durante o descanso noturno o cérebro faz uma “limpeza” das informações acumuladas, guardando aquelas que são importantes e descartando aquelas de menor importância. Por isso, pessoas que dormem mal geralmente têm maior dificuldade de concentração e aprendizagem. O êxito nos estudos e no trabalho depende, portanto, de uma boa rotina de descanso.
Você é daqueles que têm dificuldade para dormir? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 40% da população brasileira tem queixas de insônia e 10% sofrem de insônia crônica, que é assim classificada quando a pessoa passa mais de três meses consecutivos dormindo mal. Você se encaixa numa dessas realidades?
Se você sofre de insônia ou algum distúrbio do sono, permita-me listar alguns fatores que prejudicam a qualidade do repouso e observe em qual deles você tem maior dificuldade:
1. Muitos cochilos, ou cochilos longos durante o dia podem prejudicar o sono à noite;
2. Substâncias estimulantes como refrigerantes à base de cola ou guaraná, chá-mate, chá preto, café e guaraná em pó são inibidores do sono;
3. O chocolate também deve ser evitado. A cafeína presente em uma barra de chocolate pode permanecer no corpo por três ou quatro horas, podendo chegar em até 12 horas em pessoas mais sensíveis à substância, prejudicando o sono;
4. Refeições pesadas à noite dificultam a digestão, e o corpo, em vez de descansar ao se deitar, continua trabalhando para que a digestão seja concluída, prejudicando, assim, o descanso;
5. Bebidas alcoólicas perturbam a qualidade do sono. Segundo o Centro do Sono de Londres, o álcool prejudica os ciclos do sono, alterando principalmente o sono mais profundo através do qual obtemos o maior descanso;
6. O fumo deve ser evitado. A nicotina tem diversos efeitos sobre o sistema nervoso e também é uma substância estimulante;
7. Ver televisão, ficar no computador ou jogar videogame antes de dormir pode prejudicar o sono. A luz artificial destes aparelhos aumenta o estado de vigília e suprime a liberação de melatonina, o hormônio que induz ao sono;
8. Ansiedade, preocupação e estresse também prejudicam o sono. Isto acontece porque a mente está acelerada e não consegue relaxar para acompanhar o descanso que o corpo também necessita. Desta maneira, o sono pode ser agitado, interrompido ou muito leve.
A prática da fé produz:
Melhor funcionamento do sistema imunológico;
- Menores taxas de morte pelo câncer;
- Menor risco para adquirir doenças/melhores resultados em doenças do coração;
- Pressão arterial mais baixa;
- Menor nível de colesterol;
- Menos tabagismo;
- Melhor sono;
- Pessoas religiosas vivem significantemente mais;
- Bem-estar, esperança, otimismo, propósito e significado na vida;
- Menos depressão e mais rápida recuperação;
- Menores taxas de suicídio;
- Menos ansiedade e medo;
- Maior satisfação e estabilidade conjugal;
- Maior apoio social;
- Menos abuso de substâncias.
Em 1988, o médico norte-americano Randolph Byrd fez um interessante estudo com pacientes que haviam sofrido infarto e estavam em recuperação. Uma parte desses pacientes recebia oração, enquanto o grupo restante não recebia. Nenhum dos pacientes sabia a respeito da pesquisa e as pessoas que oravam também não sabiam por quem estavam orando. A ideia era que a pesquisa não sofresse nenhuma interferência ou sugestão por parte dos envolvidos. Os resultados foram os seguintes: os pacientes que receberam oração passaram a usar cinco vezes menos antibióticos (porque não tinham mais esta necessidade), tiveram três vezes menos ocorrência de edema agudo dos pulmões, tiveram menos necessidade de intubação do que outros pacientes e o número de mortes neste grupo foi reduzido.
Outra pesquisa realizada na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, comprovou que a prática religiosa, a oração e a fé estão diretamente ligadas ao fortalecimento do nosso sistema imunológico, prevenindo doenças e ajudando a combatê-las. Neste estudo, os pesquisadores concluíram que, quando uma pessoa medita sobre Deus e ora, há reduções de níveis de cortisol no sangue (que é aumentado em situações de estresse) e maior equilíbrio da pressão arterial (que também costuma aumentar em situações de estresse), chegando a diminuir em 40% o risco de estas pessoas desenvolverem hipertensão arterial (pressão alta). Além disto, foi comprovado cientificamente que o nível da dopamina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar) aumenta quando uma pessoa ora.
Observe esses outros dois estudos: Bruce Rabin, da Universidade de Pittsburgh, mostrou que crenças e atividades religiosas podem influenciar o sistema nervoso simpático, melhorando e aumentando seu funcionamento, ajudando, assim, a diminuir o estresse e melhorar a sociabilidade. E no Brasil, um estudo realizado na Universidade de São Paulo divulgou que a recuperação de pacientes com câncer está diretamente ligada à sua religiosidade. Segundo os pesquisadores, os pacientes que possuem uma crença religiosa se mostram mais confiantes para lutar contra a doença, além de o sistema imunológico ser fortalecido por causa da fé.
Como sabemos, a mente e o corpo trabalham juntos. Quando um está sobrecarregado, procura dividir com o outro a “carga” a fim de não ser lesado. Se a mente está sobrecarregada, tenderá a dividir com o corpo o que está “sentindo”. Por isso, é comum ouvirmos relatos de pessoas com um sofrimento emocional que também reclamam de dores físicas reais e até mesmo chegam a desenvolver doenças físicas. Quando abrimos o coração a Deus e compartilhamos sentimentos e falamos sobre o que nos aflige e nos angustia, a mente é aliviada em seu sofrimento e, consequentemente, o corpo também sente os benefícios deste alívio emocional. Isto evidencia a relação que a oração, a confiança em Deus e a esperança têm, tanto com nossa saúde física quanto com a emocional.
A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros. Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.
Enquanto milhões de pessoas procuram o elixir da vida e a fonte da juventude em pílulas, cosméticos e tratamentos dispendiosos, a fé se revela como uma fidedigna parceira do homem na busca pela longevidade. A própria ciência tem comprovado que a fé e a prática religiosa estão intrinsecamente relacionadas com o aumento da expectativa de vida de uma pessoa. De acordo com o psiquiatra e professor da Universidade de Duke, Harold Koenig, a religiosidade aumenta a sobrevida das pessoas em até 35%. Segundo ele, três fatores influenciam a saúde de quem desenvolve e pratica uma fé:
1. As crenças e o significado que estas crenças dão à vida, facilitando o sentimento de esperança, de conforto e de orientação para decisões diárias da vida, de acordo com aquilo que se acredita, contribuindo para a redução do estresse;
2. O apoio social que as pessoas religiosas acabam recebendo em suas igrejas e comunidades, ao estar em contato com outras que possuem a mesma fé, as mesmas crenças e que se mostram, portanto, empáticas e solidárias às necessidades e sofrimentos da vida;
3. O impacto que a religião tem na adoção de hábitos saudáveis: pessoas religiosas tendem a não fazer uso de álcool e tabaco, a não se envolver em comportamentos de risco como relações sexuais fora do casamento e envolvimento com drogas, além da tendência de serem estimulados a cuidarem da própria saúde.
 Até mesmo pessoas que se tornam religiosas depois de algum tempo de vida, quando já são adultas ou até mesmo idosas, recebem benefícios desta escolha, principalmente nos âmbitos psicológico e social: a vida ganha um novo sentido, novas amizades são formadas, e o desenvolvimento da esperança produz um aumento da qualidade da saúde e, portanto, colaboram para a longevidade.
 Várias pesquisas demonstram que pessoas deprimidas que possuem uma experiência religiosa íntima e profunda se recuperam mais rapidamente do que outras pessoas não-religiosas e que não possuem nenhuma fé.
Talvez a ansiedade tenha tirado o seu sono e a sua alegria de viver. Não se desespere. Podemos aprender a lidar com nossa ansiedade sem permitir que ela nos domine. Abaixo estão algumas dicas que poderão ser úteis para você:
No aspecto pessoal:
1. Desista do Controle,aceite a ansiedade. Isto não significa gostar dela, mas não negar que está se sentindo ansioso;
2. Identifique pensamentos e crenças ansiosas e questione-as. Por exemplo: “Não posso errar nunca” – pergunte-se: “Realmente nunca posso errar?”, “Será que há alguém que não erra?”;
3. Avalie quais limites você precisa colocar para outras pessoas. Isto inclui aprender a dizer “não”, a não ter que agradar sempre e a não ter que suportar abusos;
4. Seja seu melhor amigo e incentivador. Em vez de ficar se culpando por estar ansioso, lembre-se de que você está buscando meios de lidar com esta ansiedade e seja seu amigo parando de se culpar e colocando em prática o que está aprendendo;
5. Valorize o que você conseguiu em vez de ficar se cobrando pelo que não conseguiu;
6. Não espere que outras pessoas preencham em você o seu vazio. Nunca será possível ter ansiedade “zero”. Teremos que aprender a tolerar alguma ansiedade;
7. Tolere alguma ansiedade. Lembre-se de que a ansiedade não vai matar você. Ela pode ser muito desagradável, mas você pode tolerá-la;
8. Busque saber sobre a ansiedade que sente. Quanto mais você se informar, mais vai entender o que se passa com você e o processo de recuperação será mais rápido.
No aspecto profissional:
1. Psicoterapia com um psicólogo. A ajuda psicológica pode ser uma maneira de a pessoa identificar as causas da ansiedade, tratá-las e aprender a como lidar com ela. A Terapia Cognitivo Comportamental costuma ser eficaz no tratamento de transtornos de ansiedade;
2. Avaliação da necessidade de medicamentos com um médico psiquiatra. Dependendo do grau da ansiedade, pode ser necessário o uso temporário de algum medicamento, e isto deverá ser avaliado por um médico psiquiatra;
3. Checar possíveis causas orgânicas com médicos especialistas. É sempre importante avaliar a saúde física geral a fim de descartar quaisquer possibilidades de problemas orgânicos que podem gerar alguma ansiedade como: questões hormonais, cardíacas e neurológicas.
Cuidados físicos:
1. Atividades físicas - O exercício físico é parte muito importante em um programa de redução de ansiedade e do estresse. Quando nos exercitamos, há liberação de serotonina e dopamina no corpo, que são hormônios que promovem a sensação de bem-estar. Isto ajuda no controle da ansiedade se praticado sistematicamente;
2. Alimentação - O cuidado com o que comemos é um fator que merece atenção. Evite bebidas que contenham cafeína ou outros estimulantes como a cola, o guaraná, o chá preto, o chá mate e o chá verde. Eles tendem a aumentar a ansiedade e intensificam sintomas de nervosismo e agitação. Os açúcares também potencializam quadros de ansiedade;
3. Sono/repouso - Procure dormir pelo menos oito horas por noite, em local escuro e sem barulho. Esta é uma maneira da mente descansar e de, portanto, aliviar a ansiedade;
4. Respiração - A respiração profunda diminui consideravelmente a ansiedade. É cientificamente comprovado que a respiração profunda corta, inclusive, crises de pânico, que é uma das expressões de ansiedade.
Saúde espiritual:
1. Relacionamento com Deus - É comprovado cientificamente que a fé e as atividades religiosas (como meditar em um trecho da Bíblia e orar) diminuem o cortisol (hormônio do estresse), aumentam o nível de serotonina e dopamina (hormônios que causam bem-estar) e aumentam as atividades do córtex pré-frontal, responsável pelo raciocínio, decisões e escolhas, tornando-os mais saudáveis.
2. Oração - Falar com Deus sobre o que estamos sentindo, seja de forma verbal ou em pensamento, é uma atividade altamente terapêutica. Quando abrimos o coração a Ele e compartilhamos sentimentos e pensamentos de preocupação, frustração ou tristeza podemos experimentar alívio e esperança de que por mais que algo fuja do nosso controle, jamais fugirá do controle de Deus.
Como enfrentar uma grande perda:
Cada pessoa vivencia a dor da perda de uma maneira e com uma intensidade. No entanto, há algumas atitudes que podem ser tomadas pela pessoa enlutada para ajudá-la a enfrentar este sofrimento:
1. Fale sobre a sua dor. Muitas pessoas acreditam que o assunto da morte deve ser evitado. No entanto, quanto menos se fala sobre o assunto, mais a dor é acumulada.
2. Não fique sozinho. Por mais que não sinta vontade de falar sobre o assunto ou de compartilhar o seu sofrimento com alguém, procure não ficar muito tempo sem ninguém ao seu redor.
3. Aceite a sua dor. Aceitar não significa concordar com o que aconteceu e nem gostar do que está sentindo, mas é não negar que o fato aconteceu e que está, sim, doendo.
4. Questione o seu sentimento de culpa. É muito comum amigos e familiares enlutados se sentirem culpados após a morte de alguém, seja por pensarem não ter cuidado bem da pessoa, ou não terem resolvido algum conflito relacional. No entanto, é importante distinguir culpas reais e irreais. Se a culpa for real, perdoe-se pelo que aconteceu. Se for uma falsa culpa, aprenda a dar limites aos pensamentos de culpa quando eles vierem.
5. Evite tomar decisões muito importantes no período de luto. Pode acontecer de você, logo após a morte de um querido, ter dificuldade em se concentrar nas suas atividades diárias e tomar decisões. Peça ajuda a alguém se você precisa tomar decisões num momento desses, isto será mais prudente.
6. Lidando com dias e datas difíceis. Datas de aniversário e feriados como Natal, Ano Novo, Páscoa e outros, podem ser momentos bastante difíceis de serem encarados após a morte de alguém querido. Por isso, planeje passar estas datas com amigos ou familiares a fim de receber apoio e ter companhia.
7. Não se culpe por se sentir bem. É comum pessoas não se sentirem à vontade para sorrirem e terem momentos felizes e agradáveis após uma grande perda. Não se sinta culpado em se sentir bem e feliz quando estes sentimentos vierem. Voltar a ter momentos de felicidade não significa diminuir o valor que você dava a esta pessoa. Isto faz parte da recuperação e da finalização do luto.
Sofrimentos emocionais são inevitáveis. Quando situações adversas batem à porta, é normal sentirmos tristeza, raiva, medo, frustração ou angústia. Por algum tempo, podemos permanecer abalados emocionalmente. Porém, com o tempo e com nossos recursos internos, podemos nos recuperar do “baque” e voltamos à nossa estabilidade emocional. Algumas pessoas até conseguem ir além da reestruturação psicológica, ou seja, conseguem crescer com a adversidade. Chamamos isto de resiliência.
Algumas pessoas são mais resilientes do que outras. Todavia, todas podem aprender a desenvolver atitudes que as fortalecem emocionalmente. Quais atitudes são estas? Observe os itens a seguir:
1. Aceite a adversidade - Aceitar não significa concordar ou gostar daquilo que está acontecendo. Significa não negar que algo está acontecendo. A cura emocional só acontece quando você para de negar para si mesmo a realidade dolorosa e se permite experimentar a dor para que possa traçar planos sobre como solucioná-la.
2. Priorize a solução do problema, e não o problema em si - Muitas pessoas permanecem concentradas no problema em si, em vez de em suas possíveis soluções. É preciso identificar a situação adversa, mas pensar em possíveis soluções e dar atenção ao que é possível de ser feito.
3. Procure avaliar se a sua maneira de pensar não contribui para a manutenção do problema - Pensamentos disfuncionais como “eu nunca consigo fazer nada”, podem impedir você de buscar soluções para uma situação difícil. A solução é modificar os pensamentos disfuncionais por pensamentos positivos e realistas como “Talvez não consiga resolver tudo, mas posso conseguir fazer algumas coisas”, e seguir em frente em vez de ficar paralisado.
4. Tenha amigos - Pessoas que possuem relacionamentos de amizade tendem a passar por situações de crise com menos dificuldade do que pessoas isoladas e sozinhas.
5. Seja bom consigo mesmo - Algumas pessoas se punem ou se culpam por estarem vivendo uma crise. Entretanto, é importante não se menosprezar por causa disto. Crises já são estressantes. Punir-se ou culpar-se por não estar conseguindo ficar bem somente aumentará o sofrimento emocional. Por isso, seja paciente com o seu ritmo de recuperação e valorize o que você consegue diante da crise.
6. Seja flexível em momentos difíceis - Cada pessoa possui um padrão de comportamento. Há pessoas que são mais rígidas consigo mesmas, e outras que tendem a ser mais desorganizadas, e em momentos de crise estes comportamentos tendem a se potencializar. Porém, é importante ter flexibilidade com relação a estes padrões de como se comportar porque pode ser que seja necessário agir de forma diferente diante de uma situação crítica. Por isso, cuidado com comportamentos rígidos como “nunca posso chorar”, “nunca posso desapontar alguém”, “nunca posso decidir de forma rápida”, e com comportamentos desorganizados como “sempre decido o que ‘me der na telha’”, “sempre falo para todo mundo o que está acontecendo comigo”. Às vezes será preciso abrir mão destes comportamentos para lidar melhor com a situação emergente.
7. Expresse suas emoções - Guardar ou “engolir” os próprios sentimentos aumenta a angústia e pode ter como consequência o surgimento de transtornos emocionais ou doenças psicossomáticas. Por isso, se conscientize dos sentimentos que está tendo, dê nome a eles, permita-se experimentá-los, sentindo a dor natural de ser sentida, e procure falar sobre o sofrimento com uma pessoa próxima, confiável e madura para ouvir você. Somente quando permitimos que a dor “saia” é que será possível que ela vá embora.
8. Tenha clareza quanto à crise - Esclareça ao máximo a você mesmo e à outra pessoa que esteja convivendo com você sobre aquilo que está acontecendo, e evite disfarces, mentiras e segredos no âmbito familiar com relação ao que se passa. Quanto mais disfarces e silêncio, mais distante está a solução do problema.
9. Tenha fé - A fé oferece conforto e significado além da compreensão, diante da adversidade. É comprovado cientificamente que atividades religiosas como a oração, a adoração a Deus e a meditação desencadeiam um aumento da ativação do córtex pré-frontal (responsável pela tomada de decisões, pensamento lógico e raciocínio), dos níveis de serotonina e dopamina (neurotransmissores responsáveis pela nossa sensação de bem-estar), e uma diminuição do nível de cortisol (hormônio relacionado ao estresse).
Mas como podemos mudar? Abaixo estão algumas dicas:
1) Conscientize-se que é possível mudar - Algumas pessoas, após fracassos repetidos, desistem de mudar hábitos e tendências. Mas não desanime. Deus o convida a prosseguir independente dos fracassos que podem sobrevir. O problema maior não é cair, mas permanecer no chão.
2)Reconheça padrões errados de pensamento/comportamento e decida abandoná-los - Só quando percebemos nossos erros e buscamos o auxílio de Deus, caminhamos no sentido da renovação de vida. Que atitudes você precisa mudar? Abandonar um vício? Melhorar a alimentação? Deixar sentimentos negativos? Melhorar a forma como lida com as pessoas? Peça a Deus forças para perceber, por mais desagradável que seja, aquilo que está ruim. Esse é o ponto de partida para a mudança.
3)Saiba que a mudança é lenta - A não ser em raros casos, a mudança não ocorre da noite para o dia, num passe de mágica. Vencer maus hábitos e tendências cultivadas durante anos demanda tempo. É preciso ter paciência e perseverança.
4)Substitua os velhos padrões de pensamento e comportamento por novos padrões - Aquilo que ocupa nossos pensamentos influenciará as nossas atitudes e vice-versa. Portanto, é através do estudo da Bíblia, meditação, oração e submissão diária a Deus que você será transformado. Busque a presença e a influência do Espírito Santo sobre a sua mente, e você terá novos padrões de comportamento e os antigos serão abandonados. Isso se chama conversão, que deve ser buscada diariamente.
Antes de terminar, gostaria de explicar que passamos por várias fases em nossas vidas, aqui relatei algumas, mas o que é importante é libertarmos de padrões que não se adequam a nossa realidade de vida hoje, e aceitarmos que nós e o meio em que vivemos passam por constantes mudanças.
O verbo “transformar”, no original grego, é metamorfoo,que deu origem à palavra metamorfose. Pense na transformação de uma lagarta em borboleta – isso é metamorfose. Nós vivemos isso em algumas fases de nossa vida, e é saudável a mudança, de padrões, de modo de vida, mudanças em padrões financeiros, de saúde, etc.