terça-feira, 17 de outubro de 2017

Comigo vai ser diferente. Será?

Homens se casam esperando que as mulheres não mudem, e em geral, elas mudam. Mulheres se casam esperando que o homem mude e eles, nunca mudam.
Muitas pacientes me procuram no consultório insatisfeitas com alguns comportamentos e características, de seus companheiros, mas insistem em acreditar que eles irão mudar.
Reclamam, se ressentem sofrem amargamente, mas alimentam esperança, que com o tempo, eles serão melhores.Algumas mudam de religião e arrastam os mesmos, mas de nada adianta.
Esquecem do principio básico que rege qualquer um de nós:  Uma pessoa só muda quando algo está incomodando ela mesma.Ninguém muda pelo outro, nem homem, nem mulher, suas essências permanecem, atá que os mesmos decidam, e as vezes precisam de ajuda para conseguir mudar velhos hábitos muitos deles adquiridos na infância, os resultantes de traumas dessa época.
Não acredite que o outro vai mudar por voce, ou porque tem um filho, e o mesmo seria responsável por esse milagre.
Ou voces aceitam o outro como ele é, ou não leve a relação adiante, só trará sofrimento para ambos os lados.
Se ame e se valorize em primeiro lugar, e depois façam escolhas para a vida inteira (ou não).

Seis Comportamentos Tóxicos

1- Levar tudo para o lado pessoal:  A reação dos outros com relação a voce está relacionada a interpretação da realidade delas, ou seja, suas crenças, valores, experiencias e perspectivas.É muito mais positivo desapegar do que os outros acham de voce e construir sua personalidade em seus próprios julgamentos.
2- Agir como sempre voce fosse a vitima: Ser poliqueixoso acreditar que é vitima da vida, falar demais sobre si mesmo, afasta as pessoas, que irão ver voce uma pessoa sem autoestima.
3- Nutrir pensamentos negativos e obsessivos: O pessimismo é algo arraigado a nossa cultura, principalmente no momento politico-religioso em que vivemos , com tanta intolerância. Mas manter uma perspectiva positiva irá melhorar sua autoestima.
4-Falta de auto controle emocional: A falta de habilidade de lidar com as próprias emoções é no minimo, perturbadora, em todas as áreas da vida.Quem vai conseguir conviver com uma pessoa descontrolada emocionalmente, que não suporta um nível mínimo que seja de stress. Se voce percebe isso, procure ajuda especializada.
5- Agir com crueldade: Falta de empatia, preocupação e compaixão com o semelhante , ser cruel com o outro, seja virtualmente ou não, ou com animais e plantas pode ser sinal de desvio comportamental, fique atento para esse tipo de comportamento e procure ajuda.
6- Necessidade de ser aceito: Isso é básico na história da humanidade, mas a carência excessiva pode afastar as pessoas de seu convívio. Principalmente se, para chamar atenção voce não pára de falar de seus próprios atributos, e tentar sufocar com excesso de presença seja física ou virtual, as pessoas próximas à voce. 

sábado, 23 de setembro de 2017

Oito conflitos por diferenças religiosas

1. Afeganistão:
O Afeganistão é um campo de batalhas desde a época em que Alexandre, o Grande, passava por lá, em meados de 300 a.C. Atualmente, dois grupos disputam o poder no país, em um conflito que se desenrola há anos. De um lado está o Talibã, movimento fundamentalista islâmico que governou o país entre 1996 e 2001. Do outro lado está a Aliança do Norte, organização político-militar que une diversos grupos demográficos afegãos que buscam combater o Regime Talibã.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a Aliança do Norte passou a receber o apoio dos Estados Unidos, que invadiram o Afeganistão em busca do líder do Al-Qaeda, Osama Bin Laden, estabelecendo uma nova república no país. Em 2011, americanos e aliados comemoraram a captura e morte do líder do grupo fundamentalista islâmico responsável pelo ataque às Torres Gêmeas, mas isso não acalmou os conflitos internos no país, que continua sendo palco de constantes ataques talibãs.
2. Nigéria:
Grupos em conflito: cristãos e muçulmanos
Não é apenas o rio Níger que divide o país africano: a população nigeriana, de aproximadamente 148 milhões de habitantes, está distribuída em mais de 250 grupos étnicos, que ocuparam diferentes porções do país ao longo dos anos, motivando constantes disputas territoriais. Divididos espacialmente e ideologicamente estão também os muçulmanos, que vivem no norte da Nigéria, e cristãos, que habitam as porções centro e sul. Desde 2002, conflitos religiosos têm se acirrado no país, motivados principalmente pela adoção da sharia, lei islâmica, como principal fonte de legislação nos estados do norte.
3. Iraque:
Grupos em conflito: xiitas e sunitas
Diferentes milícias, combatentes e motivações se misturam no conflito que tem lugar em território iraquiano. Durante os anos de 2006 e 2008, a Guerra do Iraque incluía conflitos armados contra a presença do exército dos Estados Unidos e também violências voltadas aos grupos étnicos do país. Mas a retirada das tropas norte-americanas, em dezembro de 2011, não cessou a tensão interna. Desde então, grupos militantes têm liderado uma série de ataques à maioria xiita do país. O governo iraquiano estima que, entre 2004 e 2011, cerca de 80 mil pessoas tenham sido mortas.
4. Israel:
Grupos em conflito: judeus e mulçumanos
Em 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado judeu e outro árabe. Um ano depois, Israel foi proclamado país. A oposição entre as nações árabes estourou uma guerra, que, com o crescimento do território de Israel, deixou os palestinos sem Estado. Como tentativa de dar fim à tensão, foi assinado em 1993 o Acordo de Oslo, que deu início às negociações para criação de um futuro Estado Palestino. Tudo ia bem até chegar a hora de negociar sobre a situação da Cisjordânia e da parte oriental de Jerusalém – das quais nem os palestinos nem os israelenses abrem mão.
Na Palestina, as eleições parlamentares de 2006 colocaram no poder o grupo fundamentalista islâmico Hamas. O grupo é considerado uma organização terrorista pelas nações ocidentais e fracassou em formar um governo ao lado do Fatah – partido que prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. O Hamas assumiu o poder da Faixa de Gaza. E o Fatah chegou ao da Cisjordânia, em conflitos que se prolongaram até fevereiro de 2012, quando os dois grupos fecharam um acordo para a formação de um governo. Mas segundo o site AL Jazeera, rede de notícias do Oriente Médio, a rixa continua. Eleições parlamentares e presidenciais serão conduzidas nos dois territórios e a tensão internacional permanece pela possibilidade do Hamas voltar a vencer no processo eleitoral.
5. Sudão:
Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanos
A guerra civil no Sudão já se prolonga há mais de 46 anos. Estima-se que os conflitos, que misturam motivações étnicas, raciais e religiosas, já tenham deixado mais de 1 milhão de sudaneses refugiados. Em maio de 2006 o governo e o principal grupo rebelde, o Movimento de Libertação do Sudão, assinaram o Acordo de Paz de Darfur, que previa o desarmamento das milícias árabes, chamadas janjawid, e visava dar fim à guerra. No mesmo ano, no entanto, um novo grupo deu continuidade àquela que foi chamada de “a pior crise humanitária do século” e considerada genocídio.
6. Tailândia:
Grupos em conflito: budistas e mulçumanos
Um movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia e criou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dos conflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país: segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cerca de 10% muçulmana.
7. Tibete:
Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
A regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o Partido Comunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território e anexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violenta invasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis mil templos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado por monges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado região autônoma da República Popular da China.
8 Brasil:
Aqui existe uma guerra silenciosa algumas vezes, e outras bastante explicita, que é a intolerância religiosa, a grande maioria dos evangélicos e outras denominações que se intitulam cristãs, agridem sem piedade religiões de matriz africana, depredam seus terreiros e apedrejam seus fiéis. Motivados pelo preconceito e pela briga de "converter pessoas" a troco de receber mais contribuições para as igrejas, pois quanto mais fiéis, mais se tem dízimo. Acontece desde  depredação de imagens, à violência física e verbal. Briga essa que já chegou ao Congresso com a criação da bancada evangélica, tentando conduzir o país que é LAICO, sob seus preceitos religiosos. 
Acontece vetos à muitos direitos que o cidadão poderia já ter adquirido, mas devido a essa "guerra" não tem acesso, como por exemplo pode ser citado a proibição do aborto, o conflito de orientação sexual, dentre outras. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Violência

Violência significa usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.
A violência se manifesta de diversas maneiras, em guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos, preconceito, assassinato, fome, etc. Pode ser identificada como violência contra a mulher, a criança e o idoso, violência sexual, violência urbana, etc. Existe também a violência verbal, que causa danos morais, que muitas vezes são mais difíceis de esquecer do que os danos físicos.
A palavra violência deriva do Latim “violentia”, que significa “veemência, impetuosidade”. Mas na sua origem está relacionada com o termo “violação” (violare).
Quando se trata de direitos humanos, a violência abrange todos os atos de violação dos direitos: civis (liberdade, privacidade, proteção igualitária); sociais (saúde, educação, segurança, habitação); econômicos (emprego e salário); culturais (manifestação da própria cultura) e políticos (participação política, voto).
A violência doméstica é o tipo de violência que ocorre em um contexto familiar, ou seja, entre parentes. Poderá ser entre o pai e a mãe, entre os pais e os filhos, etc. Abusos sexuais a crianças e maus tratos a idosos também constituem violência doméstica. Existem cinco tipos de violência doméstica: a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Diariamente, cerca de 2 mil pessoas apresenta queixas na polícia, alegando ter sofrido violência doméstica.
A violência urbana também consiste em um tipo de violação da lei penal. Consiste na prática de crimes diversos contra pessoas (assassinatos, roubos e sequestros), e contra o patrimônio público, influenciando de forma negativa o convívio entre as pessoas e a qualidade de vida. Esse tipo de violência manifesta-se particularmente nas grandes cidades.
Um dos principais fatores que gera a violência urbana é o crescimento acelerado e desordenado das cidades. Como consequência surgem graves problemas sociais como fome, miséria, desemprego e marginalização, que associados à ineficiência das políticas de segurança pública contribuem para o aumento dos atos de violência.
Alguns tipos de violência:
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento".  a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues .

  • A violência pode ser dividida em três grandes categorias:
    As atitudes ou atos violentos podem ser:
    • físicos
    • sexuais
    • psicológicos
    • emocionais

sábado, 9 de setembro de 2017

E essa tal felicidade

É o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento, que pode ocorrer por diversos motivos. 
felicidade é um momento durável de satisfação, onde o indivíduo se sente plenamente feliz e realizado, um momento onde não há nenhum tipo de sofrimento.
Felicidade para uns é um estado que oscila com a tristeza, ou seja, ninguém é feliz o tempo todo.
Felicidade muitas vezes está ligada ao poder financeiro, ou ao que o outro possui e eu não tenho.
É buscada em livros de auto ajuda, fórmulas para se sentir melhor consigo mesmo, entrando em harmonia com o que se sente e o que se busca.
O conceito de felicidade varia conforme vamos crescendo, o que queríamos e imaginávamos coo felicidade quando criança, nada tem de parecido com o que imaginamos sera felicidade enquanto adultos.
A mídia e as redes sociais criam um conceito quase inatingível do que é ser feliz, geralmente coloca a felicidade em termos de se ter algo, consumismo.
Também apoia  excessivas selfies, para mostrar ao outro o quanto se está feliz naquele momento.
A  busca dessa felicidade no entanto se transformou em doença, a depressão, o isolamento, ou o inverso, a busca de se está sempre em um aglomerado de pessoas, mesmo que não estejamos tão felizes assim, mas...
A felicidade está no desejo de se querer ser feliz.
Quando o ser humano pára de desejar ele não encontra objetivos para viver, muitas vezes observamos casos de suicídio devido ao excesso de bens, de drogas, enfim, ao excesso.
Ela pode ser puramente material (adquirir coisas: casa, emprego, dinheiro, viagens, pessoas); emocional (estar alegre, rir, não ter problemas e nem preocupações); espiritual (estar no estado supremo, conectado a Deus, estar na natureza), e se ela lhe parece alcançável, ou seja, se é possível nessa vida – no ambiente que você está – isso ser encontrado.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Transtorno de Acumulação

A acumulação compulsiva ou acumulação patológica ou disposofobia, consiste na aquisição ou recolha ilimitada de bens ou objetos que, por vezes, já foram deitados pelos outros ao lixo. 
As pessoas que sofrem desta perturbação, maioritariamente idosos, acumulam tudo o que podem para mais tarde conseguirem dar uma resposta eficaz a uma eventual emergência. Além disso, são incapazes de usar ou deitar fora os objetos ou bens mesmo quando eles são inúteis, perigosos ou insalubres.
O acumulador compulsivo no seu extremo é por vezes apelidado de “colecionador de lixo”, uma vez que reúne determinados artigos que produzem maus cheiros e estes atraem insetos e roedores. Essa pessoa também poderá juntar livros, revistas, ferramentas, recipientes, metais, móveis, eletrodomésticos, entre outros materiais, correspondendo à imagem dos sem-abrigo que juntam todo o tipo de velharias. Também é de realçar que um acumulador compulsivo pode reunir um número exagerado de animais de estimação e, na maioria das vezes, não tem como os alimentar nem como os abrigar corretamente.
Para entender como os acumuladores compulsivos chegam a este ponto, é necessário perceber o funcionamento da desordem mental, tentando compreender que, para as pessoas afetadas, nenhum dos objetos recolhidos é lixo.
Trata-se de uma perturbação que é definida por três características principais:

  • - A coleção obsessiva de bens ou objetos que parecem inúteis para a maioria das pessoas
  • - A incapacidade de se livrar de qualquer um dos objetos ou bens recolhidos
  • - Um estado de aflição ou de perigo permanente
  • Tal como a maioria dos comportamentos obsessivos, a acumulação compulsiva começa de uma maneira lenta e desenvolve-se de uma forma progressiva. Por exemplo, uma pessoa pode pensar que a informação que surge no jornal de hoje pode ser muito útil num momento posterior e, como tal, vê-se obrigada a guardar o respetivo jornal. Posteriormente, pode considerar que, acidentalmente, colocou algo de valioso no lixo e mantém esse saco de lixo em casa. E a partir daí pode passar a colecionar todos os objetos ou animais que encontra na rua, de modo a atenuar os seus sintomas de ansiedade.

  • Existem determinados sinais que indicam que uma pessoa sofre de acumulação compulsiva. Dos mais importantes, destacam-se os seguintes:

      • - Recolher bens e objetos que as pessoas deixam fora e ser incapaz de se livrar deles
      • - Viver em condições insalubres
      • - Ser incapaz de usar as divisões da casa para a finalidade pretendida (cozinha para cozinhar, casa de banho/banheiro para cuidar da higiene pessoal, quarto para dormir)
      • - Ter muitos animais de estimação à sua responsabilidade e não estar a cuidar deles da melhor maneira
      • - Classificar objetos de valor como sucata ou lixo e amontoá-los em pilhas
      • - O acesso à casa estar bloqueado
      • Para o acumulador compulsivo não existe nenhum erro ou problema com o seu comportamento. No entanto, esse sintoma faz parte da doença.
      • Colecionar e acumular podem parecer semelhantes, mas existem características distintas entre acumuladores e colecionadores, que os diferenciam.
      • Colecionar envolve muitas vezes pesquisa focada e aquisição de itens específicos, ao menos do ponto de vista do colecionar, foram uma apreciação melhorada, compreensão aprofundada, ou valor sinergético aumentado, quando estão combinados com outros itens similares.
      •  Acumulação, em contrário, demonstra-se caótica/aleatória, e envolve adquirir em geral itens comuns que não devem ser especialmente significativos para a pessoa que está coletando tais itens em grandes quantidades.
      • É diagnosticado no Código Internacional de Doenças como F.42 Transtorno Obsessivo Compulsivo.

      terça-feira, 22 de agosto de 2017

      Auto estima feminina

      Ontem falei um pouquinho no Instagram (@silviac.rocha) sobre auto estima feminina e aqui deixo um breve resumo para minhas seguidoras.
      É importante dizer que a autoestima é o valor interno que atribuíamos a nós e não tem relação com o externo (físico), afinal se fosse dessa forma apenas as atrizes e modelos teriam uma boa autoestima. Realmente a mulher pode se sentir melhor estando bem arrumada, porém isso não significa ter autoestima, até porque uma mulher insegura pode ser extremamente vaidosa (medo de ser julgada pelos outros) enquanto outra pode sair de casa sem pentear os cabelos e ser super confiante (sou bonita de qualquer forma).
      Os sinais da baixa estima são muitos e podemos citar dentre eles: necessidade de aprovação (reconhecimento e agradar); dependência (financeira e emocional); insegurança (ciúmes) ; não se permite errar, perfeccionista; sentimento de não ser capaz de realizar nada; não acredita em si e em ninguém; dúvidas constantes, dúvida de seu próprio valor; depressão; ansiedade; inveja; medo; raiva; agressividade; comodismo; vergonha; dificuldade em crescer profissionalmente e sentimento de inferioridade.
      Não existem fórmulas mágicas, a única solução é o autoconhecimento, podemos comparar nossas vidas a um guarda-roupa bagunçado, onde é muito difícil encontrar uma roupa limpa (qualidades), por isso é preciso ver quais roupas precisam ser lavadas, quais não servem mais (se livrar das mágoas que apenas pesam e ocupam espaço em nossas vidas) e quais estão ali novinhas sem nunca terem sido usadas (potencial).
      Apesar de trabalhoso, o autoconhecimento nos permite ver as coisas com mais clareza, encontrando nossas qualidades, muitas vezes abafadas e anuladas por nós e pelos outros. O primeiro passo é querer a mudança, tendo dificuldades, não tenha vergonha de procurar um profissional. Seja feliz!

      Patologização dos pets e bebes reborn

      Hoje, mais do que nunca, o uso egoísta das posses levanta barreiras entre o real e a doença mental.
      Socialites aparecem em festas extravagantes, com seus pets muito bem cuidados e bonecas reborn vestidas com o mesmo luxo de suas "mães", gastos patológicos com luxos para animais de estimação, ou com enxovais caríssimos para bebes reborn.
      Essas pessoas sempre tem um argumento quando perguntamos, ou basta olharmos de forma critica para elas, que as mesmas já usam de longos discursos para justificar seus comportamentos.
      Referem quando no caso de animais, que o governo é que deve cuidar de crianças pobres sem lar, elas preferem a fidelidade dos bichos, e haja festa de aniversário, roupas, dentista, rações especiais, casinha, caminha, aparelhos para exercitá-los e uma infinidades de tranqueiras.
      Interessante que há alguns anos atrás, não existia tantos aparatos para deixarem felizes nossos animais de estimação.
      Nós criávamos com muito amor nossos animais, sem precisar de tanto aparato luxuoso, e eles eram felizes conosco assim, como eramos com eles.
      O veterinário nos auxiliava quando o pobre bichinho estava doente, e era só.
       Hoje existe hotéis, colônia de férias e uma infinidade de caprichos, alguns já referidos acima.
      E eu me pergunto, essa carência podia ser canalizada de melhor forma?
      Com isso deixo claro aqui que sou contra a maus tratos com os animais, mas tudo demais, já se dizia, é demasia.
      Quanto aos bebês reborn, certa vez assisti a uma matéria em um telejornal que me deixou intrigada, mulheres que compravam enxovais luxuosíssimos que trocavam anualmente esses bonecos ou bonecas para parecer que estavam crescendo, faziam festas de aniversário, preparavam um quarto acrescido de tudo que uma criança humana poderia usar, desde fraldas até brinquedos.
      Saiam para passear com as mesmas, conversavam com elas, fingiam dar-lhes comida, etc...
      O que me fez lembrar minha época de criança quando fazíamos com nossas bonecas, passeávamos, conversávamos e brincávamos. Éramos crianças.
      Na entrevista em questão, uma dessas mães de reborn, diz que é a mesma coisa de ter uma criança, embora o custo seja bem mais caro, mas ela se sentia feliz e tinha um grupo de amigas que partilhavam da mesma idéia, saiam juntas com seus filhos reborn.
      A entrevistada continuou explicando que sofria muitas criticas, principalmente na hora de trocar a fralda do bebe em questão (?), pois muitas mães de crianças humanas se chocavam ao ver elas gastarem talco, lenços umedecidos, e fraldas que mesmo limpas iam para o lixo, pois quando a dona (mãe) da boneca achava que ela estava suja de xixi ou fezes imaginárias, iam ao fraldário para trocá-las.
      Onde quero chegar com tudo isso?
      Em primeiro lugar, quero levar meus leitores a refletirem quanto a falta de maturidade e extrema carência que a maioria da população tem vivido.
      Pois custa-me a crer, que uma mulher adulta, precise brincar de bonecas mascarando isso com um novo nome "REBORN".
      Vale salientar que a industria dessas bonecas cresce e lucra a cada dia, não há recessão para as mesmas, assim como o mercado dos PETS.
      Em segundo lugar, quanto aos animais, deixo a reflexão : o que minha carência procura quando tento transformar animal em ser humano.  
      Enfim, acredito que o longo post, teve o objetivo de abordar mais alguns hábitos de nossa vida moderna, assim como a depressão apresenta-se como a doença do século, esses comportamentos podem ser vistos como fugas das dores modernas.

      quarta-feira, 19 de abril de 2017

      Jogo da Baleia Azul




      Um sinistro jogo viral tem causado alarme no mundo todo. É o jogo da Baleia Azul, disputado pelas redes sociais, que propõe desafios macabros aos adolescentes, como bater fotos assistindo a filmes de terror, automutilar-se, ficar doente e, na etapa final, cometer suicídio. A preocupação aumentou ano passado, quando fontes diversas chegaram a divulgar, sem confirmação, 130 suicídios supostamente vinculados a comunidades online identificadas como “grupos da morte”.
      A baixa autoestima é um problema que pode surgir em qualquer momento da vida, mas é bastante comum na adolescência. "Esse é um momento de reorganização do indivíduo em relação a sua imagem corporal e a seu lugar no mundo. Outro fator importante capaz de afetar a autoestima dos jovens é sua inserção na sociedade e a nova necessidade de fazer parte de grupos. O adolescente que tem seu amor próprio abalado fica inseguro e volta-se mais para ele mesmo. Muitas atitudes, dentro e fora de casa, podem sinalizar um problema de autoestima. A autoestima não é se achar o máximo o tempo todo, é a pessoa se amar tendo consciência de que tem pontos bons e ruins. É um reconhecimento de suas reais capacidades e dificuldades. Se a baixa autoestima não for cuidada na adolescência, a pessoa pode chegar à vida adulta apresentando um quadro de depressão e ter dificuldades para se relacionar e na vida profissional
      Tudo na internet se espalha muito rápido, mesmo as coisas mais inacreditáveis. Neste caso não é diferente. O fenômeno ganhou visibilidade e vem se alastrando pelo mundo. Em alguns países, como Inglaterra, França e Romênia, as escolas têm feito alertas às famílias, depois que adolescentes apareceram com cortes nos braços, queimaduras e outros sinais de mutilação.
      As recomendações para as famílias são: monitorar o uso da internet, frequentar as redes sociais dos filhos, observar comportamentos estranhos e, sobretudo, conversar e conscientizar os adolescentes a respeito das consequências de práticas que nada têm de brincadeira. Atenção redobrada com os jovens que apresentem tendência a depressão, pois eles costumam ser especialmente atraídos por jogos como o da Baleia Azul. Também as escolas devem colocar o assunto em pauta e incorporar no currículo, cada vez mais, a educação para a valorização da vida, o respeito pela vida dos outros e o uso consciente das mídias e tecnologias. 
      Aparentemente o fenômeno começou na Rússia, mas está se espalhando – inclusive no Brasil,


      Dentre os desafios, estão:
      1.Escrever na mão com uma navalha.
      2. Assista filmes de terror e psicodélicos
      3. Corte seu braço com uma lâmina, “3 cortes grandes” mas é preciso ser sobre as veias.
      4. Desenhe uma baleia azul e enviar a foto para o curador.
      5. Se você está pronto para se tornar uma baleia escreva “SIM” em sua perna. Se não, corte-se muitas vezes “Castigue-se”.
      7. Escreva “F40” em sua mão, envie uma foto ao curador.
      8. Em sua rede social, escreva “#i_am_whale” no seu status do Facebook. O texto significa “Eu sou uma Baleia”.
      9. Ele te dará uma missão baseada no seu maior medo, ele quer fazer você superar esse medo.
      10. Acorde as 4:20 da manhã e suba em um telhado, quanto mais alto melhor.
      11. Desenhe uma foto de uma baleia azul na mão com uma navalha e enviar a foto para o curador.
      13. Ouça as musicas que os “curadores” te enviarem.
      14. Corte seu lábio.
      15. Fure sua mão com uma agulha muitas vezes.
      16. Faça algo doloroso, “machuque-se”, fique doente.
      17. Procure o telhado mais alto, e fique na borda por algum tempo.
      18. Suba em uma ponte e sente-se na borda por algum tempo.
      19. Suba em um guindaste ou pelo menos tente.
      20. No próximo passo o curador irá verificar se você é de confiança.
      21. Encontre outra baleia azul, “outro participante”, o curador te indicará.




      22. Pendure-se novamente em um telhado alto, e apoie-se na borda com as pernas penduradas.
      27. Acorde as 4:20 e vá a uma estrada de ferro.
      28. Não fale com ninguém o dia todo.
      30-49. Todos os dias, você deve acordar às 4:20 da manhã, assistir a vídeos de terror, ouvir música que “eles” lhe enviam, fazer 1 corte em seu corpo por dia, falar “com uma baleia”. Durante o intervalo dos desafios entre 30 e 49.
      50. Tire sua própria vida.