Estou no facebook

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Minimalismo

Eu uso o necessário, somente o necessário,o extraordinário é demais!”
                                                         Balu, o urso, em Mogli – O Menino Lobo


Design minimalista: É um dos movimentos de design mais importantes do século 20 e início do século 21. Não é o mais popular, mas sem dúvida penetrou em mais campos do que qualquer outra arte ou tendência de design: carros, filmes e jogos, aplicativos, na web e em projetos visuais. O minimalismo surgiu de uma série de movimentos artísticos e culturais, e os designers aderiram ao estilo por volta de 1980. Sua principal influência veio da cultura japonesa e essa tendência veio contra a variação formal e cromática dos movimentos artísticos anteriores.
A ideia é subtrair tudo aquilo que é desnecessário. Seguindo o estilo, os edifícios passam a ser projetados com linhas retas e formas geométricas simples, os ambientes são decorados com poucos objetos, cores neutras e os produtos têm o layout mais clean e funcional possível.
Minimalista é algo ou alguém adepto daquilo que é simples e elementar, considerado um estilo de vida para indivíduos que buscam o mínimo possível de meios e recursos para viver. No entanto, este termo pode ter varias acepções, dependendo do contexto em que é utilizado.
minimalismo é a reavaliação das suas prioridades para que possa se desfazer de coisas em excesso (posses, ideias, relacionamentos e atividades) que não trazem valor à sua vida. É a única maneira de viver com as coisas que você realmente precisa e tornar a sua vida melhor.

E isso muda de pessoa para pessoa pois o que é essencial para mim pode não ser essencial para você.

O minimalismo simplifica a vida e é um caminho muito seguro para a felicidade, tem por base a regra: mantenha o que te faz feliz e se livre do resto que lhe causa estresse.

Hoje o apelo da mídia, devido a grande popularidade da tendencia minimalista é: " Não preciso, mas quero!". Isso se origina devido a um antigo hábito, onde era status ter o guarda roupas esbarrotados, quando era "chique" dizer: tenho roupas, sapatos e acessórios que comprei e nunca usei.

A tendencia minimalista se dá porque a maioria das pessoas está acordando para a doença que o supérfluo causa em suas vidas,que pode muitas vezes originar patologias, como o vício da acumulação e a carência que se tenta diminuir com compras inúteis.

Hoje a maioria das pessoas percebem que é melhor ter dinheiro para uma viagem, um passeio,etc. Do que para ter objetos atravancando cabeceiras. 

O minimalismo é a reavaliação das suas prioridades para que se possa desfazer de coisas em excesso ( posses, móveis,relacionamentos com pessoas tóxicas, atividades, roupas e acessórios). É a única maneira de viver com as coisas que você realmente precisa e tornar sua vida melhor. 
Mobiliário Minimalista:  Poucos e bons móveis, muito espaço, praticidade e funcionalidade, cada vez mais em alta nesse tipo de decoração vem conquistando adeptos em todo o mundo. É baseada na sobriedade, elementos puramente decorativos são quase ausentes nesse tipo de decoração.
 Armário cápsula: ninguém precisa de mais de 30 ou 40 peças de roupa. O armário cápsula é um conceito que existe desde 1970. 
Basicamente, o armário-cápsula é um guarda-roupa com uma determinada quantidade de peças que combinem entre si, para serem usadas em um determinado período de tempo. Por isso, é importante para o sucesso de qualquer armário-cápsula que as roupas reflitam o estilo pessoal de cada um.
A ideia é separar poucos e fundamentais itens para serem utilizados durante uma temporada. Pode ser um mês, uma estação ou mesmo aplicável a longo prazo. Basicamente é fazer um mini guarda-roupas, versátil e adaptável às mais diversas situações, deixando o ato de se vestir mais prático e funcional.
Afinal quem nunca, mesmo frente a uma armário lotado, sentiu que não tinha roupa? Essa sensação muitas vezes é resultado de uma série de compras incalculadas e acúmulo de coisas que não conversam entre si ou mesmo não se adequam ao estilo de quem as veste.
Curiosamente as adeptas do “armário cápsula”, após algum tempo passam a relatar experiências ao se vestir muito mais satisfatórias do que as que tinham com o triplo de roupas. 
O armário cápsula colabora com a sustentabilidade, estimula a criatividade, melhora nossa autoestima. Nos vemos na obrigação de cuidar melhor do que já temos e de selecionar aquilo que realmente combina conosco, o que nos aproxima muito de nós mesmos.
O excesso de opções, usualmente associado a liberdade, pode, muitas vezes, gerar o efeito contrário. É o  Paradoxo da Escolha ou seja, toda essa gama de escolhas tem alguns efeitos negativos nas pessoas: o primeiro deles é, paradoxalmente, produzir paralisação, ao invés de libertação, com tantas escolhas a fazer, as pessoas acham cada vez mais difícil escolher qualquer coisa. 
E quando a pessoa consegue ultrapassar essa paralisia e fazer sua escolha, acaba menos satisfeita com o resultado dela, do que se tivéssemos tido menos opções a princípio. É como se com tantas opções, se você faz uma escolha e ela não é perfeita ,o que a maioria das coisas não é ,é fácil imaginar que você fez a escolha errada e se arrepender dela.
No fim das contas, minimalismo é sobre prioridades. Um estilo de vida minimalista pode começar no guarda-roupas ou na penteadeira, mas reverbera para todos os aspectos da vida e, portanto, é adaptável às pessoas que escolhem vivê-lo.
Rever prioridades é pensar o que é essencial e o que é dispensável e admitir quanto disso tem tido tempo e espaço no cotidiano. O minimalismo entra em campo quando se consegue responder a difícil questão: O que é essencial para você? E ter coragem para tomar suas decisões com base na resposta.
Finalizando este post vamos nos ater um pouco ao vestuário minimalista, segue algumas dicas:
1. Cores Neutras: Um dos grandes truques para construir visuais minimalistas é ter peças em cores neutras. Estas devem ser pretas, brancas, cinza e nude, considerando todas as suas variações em tons mais claros ou escuros.                                                                       O jeans e o azul-marinho também entram nessa seleção, pois são peças que podem ser harmonizadas facilmente com outros tipos de cores e tecidos.                                                Não pense que não é possível utilizar estampas em looks minimalistas: elas são permitidas, mas opte por estampas discretas e pequenas, e, claro, por peças listradas, que são clássicas, chiques e nunca saem da moda.
2. Construa looks monocromáticos: Essa opção consiste em utilizar apenas peças de uma cor, que são muito fáceis de ser combinadas, sejam elas todas brancas, nude, pretas ou de outra cor básica.
Um dos grandes truques que você pode utilizar em seu look é acrescentar acessórios para dar um up no visual, como colares e cintos básicos, além de casacos e bolsas em outros tons. Assim, você terá uma produção bem elegante.
3. Opte por tecidos mais comuns: Não é segredo que o jeans é uma das peças mais úteis para qualquer proposta de look, pois é muito fácil de ser combinado em todas as estações e com qualquer tipo de tendência ou tecido. Mas, além de optar pelo jeans, é ideal que você escolha outros tecidos mais comuns, como malhas, sedas e tecidos de alfaiataria.
4. Adote bijuterias finas:  Lembre-se de que tendência minimalista traz a ideia de que “menos é mais”. Os acessórios podem transformar a sua produção, mas sempre mantendo a linha fina e chique.                                                                                                                  Por isso, opte por poucas bijuterias, mas que sejam essenciais para o seu visual. Você pode apostar em colares finos, com poucos detalhes, como um pingente pequeno, em prata, dourado ou outro tipo de banho, dependendo das cores de seu look.Experimente para ver qual ficará melhor. Os brincos também devem seguir a mesma regra, sendo uma excelente opção os pequenos, como pontos de luz, formas geométricas ou pérolas. Inclua também relógios, anéis ou pulseiras delicados.Porém, nunca utilize todas essas peças juntas. Tente fazer combinações, como brinco e relógio, colar e pulseira, entre outras opções, lembrando que todas as peças devem ser básicas.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Saúde Física, Mental e Emocional: Como lidar e cuidar

O que é saúde? A definição mais conhecida encontra-se no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS): “Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças”. De acordo com essa definição, a saúde de uma pessoa tem a ver com a sua qualidade de vida e isso envolve não apenas questões físicas, mas engloba todo o ser. 
Em geral, o contexto em que uma pessoa vive é de grande importância em seu estado de saúde e influenciará em grande medida na qualidade de vida. Os fatores determinantes são:
- Ambiente social e econômico - Se os indivíduos tiverem maior padrão financeiro e educacional, provavelmente terão melhores condições de vida e maior facilidade na área da saúde.
- Ambiente físico - A qualidade do ar, água e saneamento básico de uma região influenciam na saúde dos indivíduos que ali residem.
- Características individuais - Questões genéticas, emocionais e familiares também são determinantes na saúde.
Agora, como podemos administrar os nossos pensamentos? Abaixo estão algumas dicas:
1. Identificar quais pensamentos nos vêm à mente em determinada situação;
2. Avaliar os sentimentos que eles promovem;
3. Observar a reação que estes sentimentos nos levam a ter;
4. Analisar os pensamentos negativos e distorcidos, pensando em proporcionar mudanças para que eles se tornem mais saudáveis, mais funcionais e mais reais;
5. Exercitar mudar o tipo de pensamento que provoca sentimentos ruins e que nos leva agir de forma prejudicial conosco e com outras pessoas.
Pode ser que não possamos controlar a chegada de um pensamento prejudicial à mente, mas, certamente, temos a escolha de não alimentá-lo, substituindo este pensamento por outro que seja saudável. Cabe a cada pessoa ter consciência dos pensamentos que são a base de seu comportamento a fim de questioná-los e, se necessário, modificá-los.
Como seria, então, a maneira apropriada de respirar? Abaixo estão algumas dicas importantes:
1. Concentre-se menos na inspiração e mais na expiração. Quanto mais uma pessoa expira (solta o ar), mais ar ela poderá inspirar, recebendo maior quantidade de ar novo;
2. Inspire pelo nariz lentamente por aproximadamente 4 segundos. Depois de uma pequena pausa, expire lentamente contando até 12;
3. Ao inspirar, procure “encher” a barriga (diafragma), em vez de levantar o peito e os ombros, e na expiração, “esvazie” a barriga novamente. Esta é a maneira correta de levar o ar para os pulmões, expandindo todo o diafragma. Se você reparar, os bebês respiram desta forma.
Com estes simples exercícios, a função pulmonar melhorará e o corpo todo sentirá os benefícios da troca mais eficiente de oxigênio.
Quem não gosta de uma cama quentinha e de tranquilidade para dormir bem à noite? Observe alguns benefícios de uma boa noite de sono:
1. Durante o sono, nosso corpo produz um hormônio que controla a sensação de saciedade. Se não dormimos bem, o corpo tem a sensação de não ter sido totalmente saciado por causa da quantidade baixa de hormônios produzidos, levando a pessoa a comer mais no dia seguinte;
2. O descanso noturno fortalece o nosso sistema imunológico. Quando temos um sono reparador, nossas defesas contra infecções bacterianas e virais são fortalecidas;
3. O sono pode prevenir o desenvolvimento de diabetes. A privação do sono faz com que o corpo permaneça alerta apesar do cansaço, produzindo assim, a liberação do hormônio cortisol que, em excesso, induz o aumento das taxas de açúcar no sangue a fim de que o corpo mantenha a energia para continuar funcionando. Quando dormimos o necessário, o descanso proporciona o equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue;
4. A beleza também está relacionada com uma noite bem dormida. Durante o sono, a pele ganha novas células, é regada com a quantidade necessária de proteínas, hormônios e enzimas para a recuperação de tecidos e músculos, permitindo um rejuvenescimento do corpo;
5. Um sono reparador está relacionado a bons níveis de pressão arterial. Segundo um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, o pouco descanso equivale a um estado de estresse que aumenta a pressão sanguínea. Se as noites mal dormidas são constantes, a alteração da pressão arterial passa a ser permanente e a hipertensão pode ser desenvolvida;
6. Dormir bem diminui o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Isto acontece porque o sono possibilita o equilíbrio na produção de hormônios e substâncias químicas no organismo. O desequilíbrio destes possibilita o aumento do colesterol, o aumento das chances de derrame cerebral e doenças relacionadas ao coração.
 Ao dormir bem, você colabora para que seu corpo funcione melhor e por mais tempo, prolongando sua estimativa de vida.
Nossa saúde emocional também está relacionada com a qualidade do nosso sono. 
A depressão também está relacionada com a qualidade do sono. 
 pessoas que dormem bem absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam um longo período sem dormir. A Associação Brasileira do Sono afirma que durante o descanso noturno o cérebro faz uma “limpeza” das informações acumuladas, guardando aquelas que são importantes e descartando aquelas de menor importância. Por isso, pessoas que dormem mal geralmente têm maior dificuldade de concentração e aprendizagem. O êxito nos estudos e no trabalho depende, portanto, de uma boa rotina de descanso.
Você é daqueles que têm dificuldade para dormir? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 40% da população brasileira tem queixas de insônia e 10% sofrem de insônia crônica, que é assim classificada quando a pessoa passa mais de três meses consecutivos dormindo mal. Você se encaixa numa dessas realidades?
Se você sofre de insônia ou algum distúrbio do sono, permita-me listar alguns fatores que prejudicam a qualidade do repouso e observe em qual deles você tem maior dificuldade:
1. Muitos cochilos, ou cochilos longos durante o dia podem prejudicar o sono à noite;
2. Substâncias estimulantes como refrigerantes à base de cola ou guaraná, chá-mate, chá preto, café e guaraná em pó são inibidores do sono;
3. O chocolate também deve ser evitado. A cafeína presente em uma barra de chocolate pode permanecer no corpo por três ou quatro horas, podendo chegar em até 12 horas em pessoas mais sensíveis à substância, prejudicando o sono;
4. Refeições pesadas à noite dificultam a digestão, e o corpo, em vez de descansar ao se deitar, continua trabalhando para que a digestão seja concluída, prejudicando, assim, o descanso;
5. Bebidas alcoólicas perturbam a qualidade do sono. Segundo o Centro do Sono de Londres, o álcool prejudica os ciclos do sono, alterando principalmente o sono mais profundo através do qual obtemos o maior descanso;
6. O fumo deve ser evitado. A nicotina tem diversos efeitos sobre o sistema nervoso e também é uma substância estimulante;
7. Ver televisão, ficar no computador ou jogar videogame antes de dormir pode prejudicar o sono. A luz artificial destes aparelhos aumenta o estado de vigília e suprime a liberação de melatonina, o hormônio que induz ao sono;
8. Ansiedade, preocupação e estresse também prejudicam o sono. Isto acontece porque a mente está acelerada e não consegue relaxar para acompanhar o descanso que o corpo também necessita. Desta maneira, o sono pode ser agitado, interrompido ou muito leve.
A prática da fé produz:
Melhor funcionamento do sistema imunológico;
- Menores taxas de morte pelo câncer;
- Menor risco para adquirir doenças/melhores resultados em doenças do coração;
- Pressão arterial mais baixa;
- Menor nível de colesterol;
- Menos tabagismo;
- Melhor sono;
- Pessoas religiosas vivem significantemente mais;
- Bem-estar, esperança, otimismo, propósito e significado na vida;
- Menos depressão e mais rápida recuperação;
- Menores taxas de suicídio;
- Menos ansiedade e medo;
- Maior satisfação e estabilidade conjugal;
- Maior apoio social;
- Menos abuso de substâncias.
Em 1988, o médico norte-americano Randolph Byrd fez um interessante estudo com pacientes que haviam sofrido infarto e estavam em recuperação. Uma parte desses pacientes recebia oração, enquanto o grupo restante não recebia. Nenhum dos pacientes sabia a respeito da pesquisa e as pessoas que oravam também não sabiam por quem estavam orando. A ideia era que a pesquisa não sofresse nenhuma interferência ou sugestão por parte dos envolvidos. Os resultados foram os seguintes: os pacientes que receberam oração passaram a usar cinco vezes menos antibióticos (porque não tinham mais esta necessidade), tiveram três vezes menos ocorrência de edema agudo dos pulmões, tiveram menos necessidade de intubação do que outros pacientes e o número de mortes neste grupo foi reduzido.
Outra pesquisa realizada na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, comprovou que a prática religiosa, a oração e a fé estão diretamente ligadas ao fortalecimento do nosso sistema imunológico, prevenindo doenças e ajudando a combatê-las. Neste estudo, os pesquisadores concluíram que, quando uma pessoa medita sobre Deus e ora, há reduções de níveis de cortisol no sangue (que é aumentado em situações de estresse) e maior equilíbrio da pressão arterial (que também costuma aumentar em situações de estresse), chegando a diminuir em 40% o risco de estas pessoas desenvolverem hipertensão arterial (pressão alta). Além disto, foi comprovado cientificamente que o nível da dopamina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar) aumenta quando uma pessoa ora.
Observe esses outros dois estudos: Bruce Rabin, da Universidade de Pittsburgh, mostrou que crenças e atividades religiosas podem influenciar o sistema nervoso simpático, melhorando e aumentando seu funcionamento, ajudando, assim, a diminuir o estresse e melhorar a sociabilidade. E no Brasil, um estudo realizado na Universidade de São Paulo divulgou que a recuperação de pacientes com câncer está diretamente ligada à sua religiosidade. Segundo os pesquisadores, os pacientes que possuem uma crença religiosa se mostram mais confiantes para lutar contra a doença, além de o sistema imunológico ser fortalecido por causa da fé.
Como sabemos, a mente e o corpo trabalham juntos. Quando um está sobrecarregado, procura dividir com o outro a “carga” a fim de não ser lesado. Se a mente está sobrecarregada, tenderá a dividir com o corpo o que está “sentindo”. Por isso, é comum ouvirmos relatos de pessoas com um sofrimento emocional que também reclamam de dores físicas reais e até mesmo chegam a desenvolver doenças físicas. Quando abrimos o coração a Deus e compartilhamos sentimentos e falamos sobre o que nos aflige e nos angustia, a mente é aliviada em seu sofrimento e, consequentemente, o corpo também sente os benefícios deste alívio emocional. Isto evidencia a relação que a oração, a confiança em Deus e a esperança têm, tanto com nossa saúde física quanto com a emocional.
A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros. Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.
Enquanto milhões de pessoas procuram o elixir da vida e a fonte da juventude em pílulas, cosméticos e tratamentos dispendiosos, a fé se revela como uma fidedigna parceira do homem na busca pela longevidade. A própria ciência tem comprovado que a fé e a prática religiosa estão intrinsecamente relacionadas com o aumento da expectativa de vida de uma pessoa. De acordo com o psiquiatra e professor da Universidade de Duke, Harold Koenig, a religiosidade aumenta a sobrevida das pessoas em até 35%. Segundo ele, três fatores influenciam a saúde de quem desenvolve e pratica uma fé:
1. As crenças e o significado que estas crenças dão à vida, facilitando o sentimento de esperança, de conforto e de orientação para decisões diárias da vida, de acordo com aquilo que se acredita, contribuindo para a redução do estresse;
2. O apoio social que as pessoas religiosas acabam recebendo em suas igrejas e comunidades, ao estar em contato com outras que possuem a mesma fé, as mesmas crenças e que se mostram, portanto, empáticas e solidárias às necessidades e sofrimentos da vida;
3. O impacto que a religião tem na adoção de hábitos saudáveis: pessoas religiosas tendem a não fazer uso de álcool e tabaco, a não se envolver em comportamentos de risco como relações sexuais fora do casamento e envolvimento com drogas, além da tendência de serem estimulados a cuidarem da própria saúde.
 Até mesmo pessoas que se tornam religiosas depois de algum tempo de vida, quando já são adultas ou até mesmo idosas, recebem benefícios desta escolha, principalmente nos âmbitos psicológico e social: a vida ganha um novo sentido, novas amizades são formadas, e o desenvolvimento da esperança produz um aumento da qualidade da saúde e, portanto, colaboram para a longevidade.
 Várias pesquisas demonstram que pessoas deprimidas que possuem uma experiência religiosa íntima e profunda se recuperam mais rapidamente do que outras pessoas não-religiosas e que não possuem nenhuma fé.
Talvez a ansiedade tenha tirado o seu sono e a sua alegria de viver. Não se desespere. Podemos aprender a lidar com nossa ansiedade sem permitir que ela nos domine. Abaixo estão algumas dicas que poderão ser úteis para você:
No aspecto pessoal:
1. Desista do Controle,aceite a ansiedade. Isto não significa gostar dela, mas não negar que está se sentindo ansioso;
2. Identifique pensamentos e crenças ansiosas e questione-as. Por exemplo: “Não posso errar nunca” – pergunte-se: “Realmente nunca posso errar?”, “Será que há alguém que não erra?”;
3. Avalie quais limites você precisa colocar para outras pessoas. Isto inclui aprender a dizer “não”, a não ter que agradar sempre e a não ter que suportar abusos;
4. Seja seu melhor amigo e incentivador. Em vez de ficar se culpando por estar ansioso, lembre-se de que você está buscando meios de lidar com esta ansiedade e seja seu amigo parando de se culpar e colocando em prática o que está aprendendo;
5. Valorize o que você conseguiu em vez de ficar se cobrando pelo que não conseguiu;
6. Não espere que outras pessoas preencham em você o seu vazio. Nunca será possível ter ansiedade “zero”. Teremos que aprender a tolerar alguma ansiedade;
7. Tolere alguma ansiedade. Lembre-se de que a ansiedade não vai matar você. Ela pode ser muito desagradável, mas você pode tolerá-la;
8. Busque saber sobre a ansiedade que sente. Quanto mais você se informar, mais vai entender o que se passa com você e o processo de recuperação será mais rápido.
No aspecto profissional:
1. Psicoterapia com um psicólogo. A ajuda psicológica pode ser uma maneira de a pessoa identificar as causas da ansiedade, tratá-las e aprender a como lidar com ela. A Terapia Cognitivo Comportamental costuma ser eficaz no tratamento de transtornos de ansiedade;
2. Avaliação da necessidade de medicamentos com um médico psiquiatra. Dependendo do grau da ansiedade, pode ser necessário o uso temporário de algum medicamento, e isto deverá ser avaliado por um médico psiquiatra;
3. Checar possíveis causas orgânicas com médicos especialistas. É sempre importante avaliar a saúde física geral a fim de descartar quaisquer possibilidades de problemas orgânicos que podem gerar alguma ansiedade como: questões hormonais, cardíacas e neurológicas.
Cuidados físicos:
1. Atividades físicas - O exercício físico é parte muito importante em um programa de redução de ansiedade e do estresse. Quando nos exercitamos, há liberação de serotonina e dopamina no corpo, que são hormônios que promovem a sensação de bem-estar. Isto ajuda no controle da ansiedade se praticado sistematicamente;
2. Alimentação - O cuidado com o que comemos é um fator que merece atenção. Evite bebidas que contenham cafeína ou outros estimulantes como a cola, o guaraná, o chá preto, o chá mate e o chá verde. Eles tendem a aumentar a ansiedade e intensificam sintomas de nervosismo e agitação. Os açúcares também potencializam quadros de ansiedade;
3. Sono/repouso - Procure dormir pelo menos oito horas por noite, em local escuro e sem barulho. Esta é uma maneira da mente descansar e de, portanto, aliviar a ansiedade;
4. Respiração - A respiração profunda diminui consideravelmente a ansiedade. É cientificamente comprovado que a respiração profunda corta, inclusive, crises de pânico, que é uma das expressões de ansiedade.
Saúde espiritual:
1. Relacionamento com Deus - É comprovado cientificamente que a fé e as atividades religiosas (como meditar em um trecho da Bíblia e orar) diminuem o cortisol (hormônio do estresse), aumentam o nível de serotonina e dopamina (hormônios que causam bem-estar) e aumentam as atividades do córtex pré-frontal, responsável pelo raciocínio, decisões e escolhas, tornando-os mais saudáveis.
2. Oração - Falar com Deus sobre o que estamos sentindo, seja de forma verbal ou em pensamento, é uma atividade altamente terapêutica. Quando abrimos o coração a Ele e compartilhamos sentimentos e pensamentos de preocupação, frustração ou tristeza podemos experimentar alívio e esperança de que por mais que algo fuja do nosso controle, jamais fugirá do controle de Deus.
Como enfrentar uma grande perda:
Cada pessoa vivencia a dor da perda de uma maneira e com uma intensidade. No entanto, há algumas atitudes que podem ser tomadas pela pessoa enlutada para ajudá-la a enfrentar este sofrimento:
1. Fale sobre a sua dor. Muitas pessoas acreditam que o assunto da morte deve ser evitado. No entanto, quanto menos se fala sobre o assunto, mais a dor é acumulada.
2. Não fique sozinho. Por mais que não sinta vontade de falar sobre o assunto ou de compartilhar o seu sofrimento com alguém, procure não ficar muito tempo sem ninguém ao seu redor.
3. Aceite a sua dor. Aceitar não significa concordar com o que aconteceu e nem gostar do que está sentindo, mas é não negar que o fato aconteceu e que está, sim, doendo.
4. Questione o seu sentimento de culpa. É muito comum amigos e familiares enlutados se sentirem culpados após a morte de alguém, seja por pensarem não ter cuidado bem da pessoa, ou não terem resolvido algum conflito relacional. No entanto, é importante distinguir culpas reais e irreais. Se a culpa for real, perdoe-se pelo que aconteceu. Se for uma falsa culpa, aprenda a dar limites aos pensamentos de culpa quando eles vierem.
5. Evite tomar decisões muito importantes no período de luto. Pode acontecer de você, logo após a morte de um querido, ter dificuldade em se concentrar nas suas atividades diárias e tomar decisões. Peça ajuda a alguém se você precisa tomar decisões num momento desses, isto será mais prudente.
6. Lidando com dias e datas difíceis. Datas de aniversário e feriados como Natal, Ano Novo, Páscoa e outros, podem ser momentos bastante difíceis de serem encarados após a morte de alguém querido. Por isso, planeje passar estas datas com amigos ou familiares a fim de receber apoio e ter companhia.
7. Não se culpe por se sentir bem. É comum pessoas não se sentirem à vontade para sorrirem e terem momentos felizes e agradáveis após uma grande perda. Não se sinta culpado em se sentir bem e feliz quando estes sentimentos vierem. Voltar a ter momentos de felicidade não significa diminuir o valor que você dava a esta pessoa. Isto faz parte da recuperação e da finalização do luto.
Sofrimentos emocionais são inevitáveis. Quando situações adversas batem à porta, é normal sentirmos tristeza, raiva, medo, frustração ou angústia. Por algum tempo, podemos permanecer abalados emocionalmente. Porém, com o tempo e com nossos recursos internos, podemos nos recuperar do “baque” e voltamos à nossa estabilidade emocional. Algumas pessoas até conseguem ir além da reestruturação psicológica, ou seja, conseguem crescer com a adversidade. Chamamos isto de resiliência.
Algumas pessoas são mais resilientes do que outras. Todavia, todas podem aprender a desenvolver atitudes que as fortalecem emocionalmente. Quais atitudes são estas? Observe os itens a seguir:
1. Aceite a adversidade - Aceitar não significa concordar ou gostar daquilo que está acontecendo. Significa não negar que algo está acontecendo. A cura emocional só acontece quando você para de negar para si mesmo a realidade dolorosa e se permite experimentar a dor para que possa traçar planos sobre como solucioná-la.
2. Priorize a solução do problema, e não o problema em si - Muitas pessoas permanecem concentradas no problema em si, em vez de em suas possíveis soluções. É preciso identificar a situação adversa, mas pensar em possíveis soluções e dar atenção ao que é possível de ser feito.
3. Procure avaliar se a sua maneira de pensar não contribui para a manutenção do problema - Pensamentos disfuncionais como “eu nunca consigo fazer nada”, podem impedir você de buscar soluções para uma situação difícil. A solução é modificar os pensamentos disfuncionais por pensamentos positivos e realistas como “Talvez não consiga resolver tudo, mas posso conseguir fazer algumas coisas”, e seguir em frente em vez de ficar paralisado.
4. Tenha amigos - Pessoas que possuem relacionamentos de amizade tendem a passar por situações de crise com menos dificuldade do que pessoas isoladas e sozinhas.
5. Seja bom consigo mesmo - Algumas pessoas se punem ou se culpam por estarem vivendo uma crise. Entretanto, é importante não se menosprezar por causa disto. Crises já são estressantes. Punir-se ou culpar-se por não estar conseguindo ficar bem somente aumentará o sofrimento emocional. Por isso, seja paciente com o seu ritmo de recuperação e valorize o que você consegue diante da crise.
6. Seja flexível em momentos difíceis - Cada pessoa possui um padrão de comportamento. Há pessoas que são mais rígidas consigo mesmas, e outras que tendem a ser mais desorganizadas, e em momentos de crise estes comportamentos tendem a se potencializar. Porém, é importante ter flexibilidade com relação a estes padrões de como se comportar porque pode ser que seja necessário agir de forma diferente diante de uma situação crítica. Por isso, cuidado com comportamentos rígidos como “nunca posso chorar”, “nunca posso desapontar alguém”, “nunca posso decidir de forma rápida”, e com comportamentos desorganizados como “sempre decido o que ‘me der na telha’”, “sempre falo para todo mundo o que está acontecendo comigo”. Às vezes será preciso abrir mão destes comportamentos para lidar melhor com a situação emergente.
7. Expresse suas emoções - Guardar ou “engolir” os próprios sentimentos aumenta a angústia e pode ter como consequência o surgimento de transtornos emocionais ou doenças psicossomáticas. Por isso, se conscientize dos sentimentos que está tendo, dê nome a eles, permita-se experimentá-los, sentindo a dor natural de ser sentida, e procure falar sobre o sofrimento com uma pessoa próxima, confiável e madura para ouvir você. Somente quando permitimos que a dor “saia” é que será possível que ela vá embora.
8. Tenha clareza quanto à crise - Esclareça ao máximo a você mesmo e à outra pessoa que esteja convivendo com você sobre aquilo que está acontecendo, e evite disfarces, mentiras e segredos no âmbito familiar com relação ao que se passa. Quanto mais disfarces e silêncio, mais distante está a solução do problema.
9. Tenha fé - A fé oferece conforto e significado além da compreensão, diante da adversidade. É comprovado cientificamente que atividades religiosas como a oração, a adoração a Deus e a meditação desencadeiam um aumento da ativação do córtex pré-frontal (responsável pela tomada de decisões, pensamento lógico e raciocínio), dos níveis de serotonina e dopamina (neurotransmissores responsáveis pela nossa sensação de bem-estar), e uma diminuição do nível de cortisol (hormônio relacionado ao estresse).
Mas como podemos mudar? Abaixo estão algumas dicas:
1) Conscientize-se que é possível mudar - Algumas pessoas, após fracassos repetidos, desistem de mudar hábitos e tendências. Mas não desanime. Deus o convida a prosseguir independente dos fracassos que podem sobrevir. O problema maior não é cair, mas permanecer no chão.
2)Reconheça padrões errados de pensamento/comportamento e decida abandoná-los - Só quando percebemos nossos erros e buscamos o auxílio de Deus, caminhamos no sentido da renovação de vida. Que atitudes você precisa mudar? Abandonar um vício? Melhorar a alimentação? Deixar sentimentos negativos? Melhorar a forma como lida com as pessoas? Peça a Deus forças para perceber, por mais desagradável que seja, aquilo que está ruim. Esse é o ponto de partida para a mudança.
3)Saiba que a mudança é lenta - A não ser em raros casos, a mudança não ocorre da noite para o dia, num passe de mágica. Vencer maus hábitos e tendências cultivadas durante anos demanda tempo. É preciso ter paciência e perseverança.
4)Substitua os velhos padrões de pensamento e comportamento por novos padrões - Aquilo que ocupa nossos pensamentos influenciará as nossas atitudes e vice-versa. Portanto, é através do estudo da Bíblia, meditação, oração e submissão diária a Deus que você será transformado. Busque a presença e a influência do Espírito Santo sobre a sua mente, e você terá novos padrões de comportamento e os antigos serão abandonados. Isso se chama conversão, que deve ser buscada diariamente.
Antes de terminar, gostaria de explicar que passamos por várias fases em nossas vidas, aqui relatei algumas, mas o que é importante é libertarmos de padrões que não se adequam a nossa realidade de vida hoje, e aceitarmos que nós e o meio em que vivemos passam por constantes mudanças.
O verbo “transformar”, no original grego, é metamorfoo,que deu origem à palavra metamorfose. Pense na transformação de uma lagarta em borboleta – isso é metamorfose. Nós vivemos isso em algumas fases de nossa vida, e é saudável a mudança, de padrões, de modo de vida, mudanças em padrões financeiros, de saúde, etc. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Mães Perversas

Antes de ser mãe mulheres são seres humanos, com qualidades e defeitos. Podem apresentar desajustes emocionais e essas serão transferidas para seus filhos, pois antes de serem mães esses seres já atuavam com perversidade e maldade.
Elas acabam projetando em seus filhos suas variações emocionais, traumatizantes, controladoras e torturadoras , mantendo-se distantes emocionalmente dos mesmos, os tratando com autoritarismo, vaidade, frieza, e um prazer sádico de fazer e causar o mal.
São movidas por desejos intermináveis de auto satisfação e quando seus filhos não atingem suas expectativas impossíveis e irreais, são punidos severamente.
No entanto, o sucesso desse filho passa despercebido, muitas vezes acompanhado da frase: " Não fez mais que sua obrigação", pois estão centradas em si mesmas, então de nada adianta ser bom nos estudos ou por exemplo arrumar impecavelmente a casa, sempre haverá critica e o não reconhecimento de seus méritos.
Geralmente, essas mulheres gostam de passar uma imagem para a sociedade, de mães cuidadosas, preocupadas, orgulhosas de seus rebentos, para com isso não chamarem atenção do que realmente acontece na intimidade do lar.
Esse perfil é negligente em muitos aspectos quanto a criação dos filhos, são capazes de gerar culpa nos mesmos , pois nunca estão satisfeitas.
Quando castigam o fazem geralmente com constante abuso de poder, pois precisam se auto afirmar em um ser mais frágil que elas, e usam da estratégia de que agiu daquela forma por culpa do próprio filho, gerando culpa e sofrimento ao mesmo, que não entende essa relação com a mãe e o comportamento da mesma, ao ser comparado a outras matriarcas.
Começam a denegrir a imagem dos filhos, geralmente isso ocorre com mais frequência em caso de filhas já que essas mães são competitivas e invejosas, e brigam para "demarcarem terreno" em sua própria casa, (mas há casos que os filhos homens também são alvos), para que possam em suas fantasias, se sentirem melhor do que eles ou elas, principalmente quando percebem que o seu jogo, geralmente feito com agressões físicas e verbais, insinuações algumas vezes veladas, que atentam contra a moral dos mesmos, está surtindo efeito.
Os filhos dessas mulheres são inseguros, ansiosos, pessimistas, se sentem fracassados e usam a obediência para conseguirem um pouco de atenção, mas não conseguem manter vinculo, pois algo dentro deles está quebrado, o afeto, acreditam que se rejeitarem primeiro, não serão maltratados já que não se vincularam afetivamente com ninguém.
Esses filhos são extremamente carentes, o que torna um alvo fácil para aproveitadores de todo tipo, geralmente saem de casa por não suportarem a pressão e acabam nas mãos de outras pessoas tão perversas quanto a genitora.
Seus pensamentos são regidos pela voz dessa mãe e age influenciado por seus traumas e culpa por inconscientemente, odiar essa mulher. Pois nunca ganharam sequer, um olhar de aprovação da figura principal de sua vida.
Quando conseguem falar sobre esse imenso conflito com alguém que parece ser de sua confiança, geralmente ouvem criticas, pois está entrando em um solo sagrado, que é a figura materna imaculada.
E isso acontece também quando procuram ajuda especializada, pois existe muitos profissionais que não tem o devido preparo para lidar com essa situação, geralmente esses indivíduos ouvem interrogações do tipo: "Como alguém pode não gostar da própria mãe?  É você quem está errado, é em você que está o problema ". Insinuações desse tipo fazem com que a dor se transforme em culpa e silêncio.
Muitas vezes acreditamos que as mães perversas possuem um transtorno psíquico, mas é só maldade mesmo. 
Mães perversas são simbióticas. Jamais esse filho a questionará, quiçá ousará ter pensamentos de ruptura para com a mesma.
A cura é justamente livrar-se emocionalmente dessa mãe, não importa se convive com ela ou não.
O ideal é desobedecer e questionar ordens mentais que jazem no inconsciente, fruto do comportamento autoritário dessa figura, que lhe comandou por anos.
Reprocessar crenças sobre si mesmos, apresentando amor próprio e segurança para reconhecer seu valor.
E não se iludam! Esse tipo de mãe não é doente mental, vitimista sim, mas não doente.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Perseguidores Obsessivos

Síndrome de Peter Pam

Adultos que tem Síndrome de Peter Pan são pessoas que continuam a se comportar como crianças mesmo depois de adultas.
São pessoas que se recusam a crescer, demonstram uma forte imaturidade emocional e tem um grande medo de não serem amadas e acabarem sendo rejeitadas.
Essa Síndrome está relacionada com certos traços de personalidade que se caracterizam pela imaturidade psicológica e pelo narcisismo.
São pessoas que se negam a envelhecer e que necessitam e acreditam que devem continuar sendo dependentes de certa forma de outras pessoas.
Ao invés de viverem as mudanças psicológicas naturais da adolescência, os indivíduos com essa Síndrome passam diretamente da infância para a fase adulta, ou tentam permanecer na fase de adolescência o máximo que podem.
Apresentando comportamentos infantilizados, tentando viver uma fase já ultrapassada para sua idade cronológica.
Entre os principais sintomas destaca-se a  irresponsabilidade, a ansiedade, baixa tolerância à pressão e o conflito relativo ao papel sexual.
A irresponsabilidade resulta da falta de limites ou punições no processo de criação e educação dos filhos, a educação é a base para a prevenção a complicações como a Síndrome de Peter Pan.
Já a ansiedade se apresenta como uma profunda insatisfação consigo mesmo, embora muitas vezes não demonstre diretamente e pode estar, ligada à forma que a pessoa é criada e educada, podem surgir conflitos, possíveis traumas vividos devido a educação recebida pelos pais ou figuras parentais próximas.
O conflito sexual se instala quando surge a necessidade de se estabelecer a divisão clara entre os papéis de homens e mulheres ( não estamos aqui referindo a opções sexuais ).
Existem pacientes que não conseguem por exemplo, concluir um curso, se entediam com facilidade, é como não encontrassem seu papel no mundo, seu lugar ao sol.
Não conseguem vestir-se como adultos, sempre haverá algo de infantil em algum detalhe de sua roupa ( por exemplo o uso de bonés infantilizados, o excesso de selfies fazendo poses infantis "caretinhas"etc)
A depressão se instala quando a pessoa portadora dessa síndrome, percebe seu circulo familiar e de amigos, crescendo ou seja, deixando a fase da adolescência, formando famílias, trabalhando, enfim...
Isso levado ao extremo pode trazer consequências fatais, como  idéias e tentativa de suicídio, pois o paciente percebe que não se adequa ao mundo, na verdade, ao mundo fantasioso criado por ele mesmo.
O caminho mais eficaz para o tratamento é a psicoterapia, onde o trabalho seria direcionado ao autoconhecimento, as limitações criadas pelo inconsciente do individuo que insiste em permanecer na infância e/ou adolescência.
O tempo de tratamento é relativo, depende do comportamento e das respostas de cada paciente, pois muitos procuram a terapia e criam "histórias fantasiosas sobre si mesmos", ou seja,  criam personagens,  não sendo sinceros, boicotam-se pois não aceitam inconscientemente, serem portadoras dessa síndrome, mascarando o que realmente se passa com eles.O que chamamos de inconsciente sabotador.
A terapia tentará conscientizar esse paciente, primeiro a aceitar o que tem. E depois, no processo terapêutico facilitar seu caminhar ao encontro com a verdadeira realidade apresentada pela vida real.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Comigo vai ser diferente. Será?

Homens se casam esperando que as mulheres não mudem, e em geral, elas mudam. Mulheres se casam esperando que o homem mude e eles, nunca mudam.
Muitas pacientes me procuram no consultório insatisfeitas com alguns comportamentos e características, de seus companheiros, mas insistem em acreditar que eles irão mudar.
Reclamam, se ressentem sofrem amargamente, mas alimentam esperança, que com o tempo, eles serão melhores.Algumas mudam de religião e arrastam os mesmos, mas de nada adianta.
Esquecem do principio básico que rege qualquer um de nós:  Uma pessoa só muda quando algo está incomodando ela mesma.Ninguém muda pelo outro, nem homem, nem mulher, suas essências permanecem, atá que os mesmos decidam, e as vezes precisam de ajuda para conseguir mudar velhos hábitos muitos deles adquiridos na infância, os resultantes de traumas dessa época.
Não acredite que o outro vai mudar por voce, ou porque tem um filho, e o mesmo seria responsável por esse milagre.
Ou voces aceitam o outro como ele é, ou não leve a relação adiante, só trará sofrimento para ambos os lados.
Se ame e se valorize em primeiro lugar, e depois façam escolhas para a vida inteira (ou não).

Seis Comportamentos Tóxicos

1- Levar tudo para o lado pessoal:  A reação dos outros com relação a voce está relacionada a interpretação da realidade delas, ou seja, suas crenças, valores, experiencias e perspectivas.É muito mais positivo desapegar do que os outros acham de voce e construir sua personalidade em seus próprios julgamentos.
2- Agir como sempre voce fosse a vitima: Ser poliqueixoso acreditar que é vitima da vida, falar demais sobre si mesmo, afasta as pessoas, que irão ver voce uma pessoa sem autoestima.
3- Nutrir pensamentos negativos e obsessivos: O pessimismo é algo arraigado a nossa cultura, principalmente no momento politico-religioso em que vivemos , com tanta intolerância. Mas manter uma perspectiva positiva irá melhorar sua autoestima.
4-Falta de auto controle emocional: A falta de habilidade de lidar com as próprias emoções é no minimo, perturbadora, em todas as áreas da vida.Quem vai conseguir conviver com uma pessoa descontrolada emocionalmente, que não suporta um nível mínimo que seja de stress. Se voce percebe isso, procure ajuda especializada.
5- Agir com crueldade: Falta de empatia, preocupação e compaixão com o semelhante , ser cruel com o outro, seja virtualmente ou não, ou com animais e plantas pode ser sinal de desvio comportamental, fique atento para esse tipo de comportamento e procure ajuda.
6- Necessidade de ser aceito: Isso é básico na história da humanidade, mas a carência excessiva pode afastar as pessoas de seu convívio. Principalmente se, para chamar atenção voce não pára de falar de seus próprios atributos, e tentar sufocar com excesso de presença seja física ou virtual, as pessoas próximas à voce. 

sábado, 23 de setembro de 2017

Oito conflitos por diferenças religiosas

1. Afeganistão:
O Afeganistão é um campo de batalhas desde a época em que Alexandre, o Grande, passava por lá, em meados de 300 a.C. Atualmente, dois grupos disputam o poder no país, em um conflito que se desenrola há anos. De um lado está o Talibã, movimento fundamentalista islâmico que governou o país entre 1996 e 2001. Do outro lado está a Aliança do Norte, organização político-militar que une diversos grupos demográficos afegãos que buscam combater o Regime Talibã.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, a Aliança do Norte passou a receber o apoio dos Estados Unidos, que invadiram o Afeganistão em busca do líder do Al-Qaeda, Osama Bin Laden, estabelecendo uma nova república no país. Em 2011, americanos e aliados comemoraram a captura e morte do líder do grupo fundamentalista islâmico responsável pelo ataque às Torres Gêmeas, mas isso não acalmou os conflitos internos no país, que continua sendo palco de constantes ataques talibãs.
2. Nigéria:
Grupos em conflito: cristãos e muçulmanos
Não é apenas o rio Níger que divide o país africano: a população nigeriana, de aproximadamente 148 milhões de habitantes, está distribuída em mais de 250 grupos étnicos, que ocuparam diferentes porções do país ao longo dos anos, motivando constantes disputas territoriais. Divididos espacialmente e ideologicamente estão também os muçulmanos, que vivem no norte da Nigéria, e cristãos, que habitam as porções centro e sul. Desde 2002, conflitos religiosos têm se acirrado no país, motivados principalmente pela adoção da sharia, lei islâmica, como principal fonte de legislação nos estados do norte.
3. Iraque:
Grupos em conflito: xiitas e sunitas
Diferentes milícias, combatentes e motivações se misturam no conflito que tem lugar em território iraquiano. Durante os anos de 2006 e 2008, a Guerra do Iraque incluía conflitos armados contra a presença do exército dos Estados Unidos e também violências voltadas aos grupos étnicos do país. Mas a retirada das tropas norte-americanas, em dezembro de 2011, não cessou a tensão interna. Desde então, grupos militantes têm liderado uma série de ataques à maioria xiita do país. O governo iraquiano estima que, entre 2004 e 2011, cerca de 80 mil pessoas tenham sido mortas.
4. Israel:
Grupos em conflito: judeus e mulçumanos
Em 1947, a ONU aprovou a divisão da Palestina em um Estado judeu e outro árabe. Um ano depois, Israel foi proclamado país. A oposição entre as nações árabes estourou uma guerra, que, com o crescimento do território de Israel, deixou os palestinos sem Estado. Como tentativa de dar fim à tensão, foi assinado em 1993 o Acordo de Oslo, que deu início às negociações para criação de um futuro Estado Palestino. Tudo ia bem até chegar a hora de negociar sobre a situação da Cisjordânia e da parte oriental de Jerusalém – das quais nem os palestinos nem os israelenses abrem mão.
Na Palestina, as eleições parlamentares de 2006 colocaram no poder o grupo fundamentalista islâmico Hamas. O grupo é considerado uma organização terrorista pelas nações ocidentais e fracassou em formar um governo ao lado do Fatah – partido que prega a reconciliação entre palestinos e israelenses. O Hamas assumiu o poder da Faixa de Gaza. E o Fatah chegou ao da Cisjordânia, em conflitos que se prolongaram até fevereiro de 2012, quando os dois grupos fecharam um acordo para a formação de um governo. Mas segundo o site AL Jazeera, rede de notícias do Oriente Médio, a rixa continua. Eleições parlamentares e presidenciais serão conduzidas nos dois territórios e a tensão internacional permanece pela possibilidade do Hamas voltar a vencer no processo eleitoral.
5. Sudão:
Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanos
A guerra civil no Sudão já se prolonga há mais de 46 anos. Estima-se que os conflitos, que misturam motivações étnicas, raciais e religiosas, já tenham deixado mais de 1 milhão de sudaneses refugiados. Em maio de 2006 o governo e o principal grupo rebelde, o Movimento de Libertação do Sudão, assinaram o Acordo de Paz de Darfur, que previa o desarmamento das milícias árabes, chamadas janjawid, e visava dar fim à guerra. No mesmo ano, no entanto, um novo grupo deu continuidade àquela que foi chamada de “a pior crise humanitária do século” e considerada genocídio.
6. Tailândia:
Grupos em conflito: budistas e mulçumanos
Um movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia e criou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dos conflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país: segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cerca de 10% muçulmana.
7. Tibete:
Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
A regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o Partido Comunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território e anexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violenta invasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis mil templos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado por monges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado região autônoma da República Popular da China.
8 Brasil:
Aqui existe uma guerra silenciosa algumas vezes, e outras bastante explicita, que é a intolerância religiosa, a grande maioria dos evangélicos e outras denominações que se intitulam cristãs, agridem sem piedade religiões de matriz africana, depredam seus terreiros e apedrejam seus fiéis. Motivados pelo preconceito e pela briga de "converter pessoas" a troco de receber mais contribuições para as igrejas, pois quanto mais fiéis, mais se tem dízimo. Acontece desde  depredação de imagens, à violência física e verbal. Briga essa que já chegou ao Congresso com a criação da bancada evangélica, tentando conduzir o país que é LAICO, sob seus preceitos religiosos. 
Acontece vetos à muitos direitos que o cidadão poderia já ter adquirido, mas devido a essa "guerra" não tem acesso, como por exemplo pode ser citado a proibição do aborto, o conflito de orientação sexual, dentre outras. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Violência

Violência significa usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.
A violência se manifesta de diversas maneiras, em guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos, preconceito, assassinato, fome, etc. Pode ser identificada como violência contra a mulher, a criança e o idoso, violência sexual, violência urbana, etc. Existe também a violência verbal, que causa danos morais, que muitas vezes são mais difíceis de esquecer do que os danos físicos.
A palavra violência deriva do Latim “violentia”, que significa “veemência, impetuosidade”. Mas na sua origem está relacionada com o termo “violação” (violare).
Quando se trata de direitos humanos, a violência abrange todos os atos de violação dos direitos: civis (liberdade, privacidade, proteção igualitária); sociais (saúde, educação, segurança, habitação); econômicos (emprego e salário); culturais (manifestação da própria cultura) e políticos (participação política, voto).
A violência doméstica é o tipo de violência que ocorre em um contexto familiar, ou seja, entre parentes. Poderá ser entre o pai e a mãe, entre os pais e os filhos, etc. Abusos sexuais a crianças e maus tratos a idosos também constituem violência doméstica. Existem cinco tipos de violência doméstica: a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Diariamente, cerca de 2 mil pessoas apresenta queixas na polícia, alegando ter sofrido violência doméstica.
A violência urbana também consiste em um tipo de violação da lei penal. Consiste na prática de crimes diversos contra pessoas (assassinatos, roubos e sequestros), e contra o patrimônio público, influenciando de forma negativa o convívio entre as pessoas e a qualidade de vida. Esse tipo de violência manifesta-se particularmente nas grandes cidades.
Um dos principais fatores que gera a violência urbana é o crescimento acelerado e desordenado das cidades. Como consequência surgem graves problemas sociais como fome, miséria, desemprego e marginalização, que associados à ineficiência das políticas de segurança pública contribuem para o aumento dos atos de violência.
Alguns tipos de violência:
  • Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
  • Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.
  • Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento".  a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues .

  • A violência pode ser dividida em três grandes categorias:
    As atitudes ou atos violentos podem ser:
    • físicos
    • sexuais
    • psicológicos
    • emocionais