sábado, 28 de abril de 2012

Fanatismo

A palavra fanatismo - do latim fanaticus -, que vem de fanum = templo, lugar consagrado, significa aquele que era o possuído pelo deus. Assim, fanatismo é a cega obediência a uma ideia, servida com zelo obstinado, até exercer violência para obrigar outros a segui-la e punir quem não está disposto a abraçá-la.
 O fanatismo é a intolerância extrema para com os diferentes.
Caracteriza-se  como estado psicológico de fevor excessivo irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza reliosa, política ou esportiva ( times de futebol).
Os fanáticos possuem as seguintes caracteristicas:
-  Agressividade
-  Preconceitos vários
-  Estreiteza mental
-  Extrema credulidade quanto ao próprio sistema, e incredulidade quanto a sistemas contrários
-  Ódio
- Sistema subjetivo de valores
- Intenso individualismo 
Do ponto de vista psicopatológico, todo fanatismo parece ter relação com a fuga da realidade, pode surgir de uma estrutura psicótica.
 Mas, seguindo o raciocínio de Freud, vemos que "aquilo que o psicótico paranoico vivencia na própria pele, o parafrênico experiência na pele do outro", ou seja, somos levados a supor que o fanatismo está mais para a parafrenia que para a paranoia. Hitler, antes considerado um paranoico, hoje é mais aceito enquanto parafrênico pois seus atos indicam sua idéia fixa pela supremacia da raça ariana e a eliminação dos "impuros"; mais ainda, o gozo psíquico do parafrênico não se limita "ser olhado" ou "ser perseguido", tal como acontece com paranoicos, mas sim se desenvolve "uma ação inteligente de perseguição e extermínio de milhares de seres humanos", donde extrai um quantum de gozo sádico. Portanto, deve existir membros de um grupo de fanáticos paranoicos, mas certamente o pior fanático é o determinado pela parafrenia, pois visa de fato destruir em atos calculados "os impuros", "os infiéis", enfim, todos os que não concordam com ele.
O fanatismo religioso é baseado em rejeição de qualquer outra idéia que não a de interpretação religiosa particular de quem o possui, não raro considerando-se quem diverge como inimigo, não é típica de nenhuma religião em particular.
 A consequência imediata do fanatismo religioso é o sectarismo, que encarcera a liberdade de consciência, pretendendo uma liberdade dirigida na espera do pensamento, que torna o homem escravo de postulados que lhe proíbem a expansão da alma pela idéia e pela razão. 
Alguns sintomas do fanatismo:
1.  um sujeito ou grupo estarem convictos, quando julgam de posse de uma certeza que recusa o teste da realidade. 
2. quando alguém quer impor a todos de modo tirânico a "verdade" única extraída de sua inspiração ou crença absoluta.
3. quando uma pessoa passa a colocar uma causa suprema (podendo esta ser justa ou delirante) acima da vida dela e dos outros.
4. quando um indivíduo e/ou grupo se isolam da convivência familiar e social e adotam um modo de vida narcísico,quando uniformizam seu discurso, gestos, postura, atitudes em geral e punem os que se recusam a seguir as regras impostas. Entrar para um grupo de fanáticos implica em renunciar: pai, mãe, os filhos, os amigos, o lugar onde viveu, o trabalho, enfim, os membros são persuadidos a matarem os vestígios simbólicos da vida anterior para fazer renascer a vida em outra base moral e de fé.
5.  quando o indivíduo e/ou grupo perdem o bom-senso na lógica da comunicação e nas ações do cotidiano. O discurso passa a ser repetitivo e estranho à vida comum.
6. quando se perde o sentido de respeito e humanidade para com os diferentes, em nome de uma causa transcendente.
 Tendo origem no dogma religioso, o fanatismo não se restringe a esse campo único; existe fanatismo por uma raça, um time de futebol, por um partido político, sobretudo por ideologias revolucionárias quando extrapolam a dimensão racional, sentindo-se guiada pela "fantasia da escolha divina".
Victor Frankl descrevia o fanático por dois traços essenciais: a absorção da individualidade na ideologia coletiva e o desprezo pela individualidade alheia.
 Acredito que se o fanatismo com uma educação de boa qualidade, que saiba promover a cultura geral - mais do que a fé - e o sentido de grupo, de criatividade e humor.

sábado, 21 de abril de 2012

Homofobia

O termo homofobia deriva-se do grego, homo de homossexual e fobia que refere a medo ou aversão.Apresenta-se como uma série de sentimentos e ações negativas comportamento crítico e hostis relacionadas a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros.Entre as formas mais discutidas estão a lesbofobia, fobia a lésbicas.
A homofobia estatal inclui a criminalização e penalização dos homossexuais, geralmente apresentando discurso de ódio e perseguição aos mesmos, geralmente são alavancados pelas bancadas religiosas.
Na China o comportamento homossexual foi proibido em 1740, a Coreia do Norte condena a cultura gay ocidental como um vício causado pela decadência da sociedade capitalista.
O medo de ser identificado como gay pode ser considerado como uma das formas de  homofobia social.
O insulto homofóbico pode ir do bullying, difamação, assédio moral (ameaça de demissão), injúrias verbais, gestos obscenos, falta de cordialidade, ironia ou sarcasmo, casos que a vítima tem dificuldade em provar que a sua honra ou dignidade foram afetadas.
Há diversos grupos que se opõem a homossexualidade, muitos marcam encontros através das redes sociais para juntos agredirem homossexuais, existem também pessoas que se aproveitam de sua posição em uma empresa para perseguir e até despedir funcionários.
Acredito que nesses grupos e pessoas, acima citados tem muito de pulsão homossexual  reprimida, e por esse motivo eles atacam o que desejam, e não tem coragem de assumir.
É uma vergonha ainda existirem pessoas que marginalizam o que não conhecem, existe um vídeo intitulado "Você tem medo de quê?" que coloca isso de forma clara e simples.
Conheço gays e lésbicas que são pessoas maravilhosas, como também conheço os que são arrogantes e difíceis, claro, eles são gente como os heteros o são também, com qualidades e defeitos, vamos deixar o preconceito de lado e entender que todos temos a liberdade de escolher o que queremos ser , desde que respeitemos o outro.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Fofoca no Trabalho

Ainda que a intenção não seja prejudicar o outro, a fofoca normalmente não acaba bem. Ela começa pequena e, conforme é passada adiante, vira uma bola de neve. No ambiente de trabalho as proporções são ainda maiores: várias pessoas convivem diariamente e nem sempre têm afinidade. Para evitar problemas futuros com a fofoca, o ideal é passar longe das conversinhas sobre a vida alheia no seu local de trabalho, mesmo que nem sempre seja fácil.

Para quem não quer ser vista como antissocial, mas também não quer participar do clube dos fofoqueiros,  um posicionamento neutro é a melhor solução,se você está no meio de um grupo e começam a comentar da vida alheia, simplesmente ouça, mas não opine. Agora, se perguntarem o que você acha, procure dar respostas mais vagas e mude de assunto o mais rápido possível.

Além disso, não passe adiante o que ouviu. Primeiro, porque você pode estar ajudando a disseminar uma intriga. Segundo, porque dependendo da política da empresa é possível levar uma advertência ou até mesmo perder o emprego, caso os comentários cheguem aos superiores. A fofoca é algo viral, um passa para o outro até que todo mundo esteja sabendo. Isso gera um situação desagradável dentro da empresa e muitas vezes por algo que nem é verdade.

Se você foi vítima de fofoca e realmente foi prejudicada pelos comentários maldosos de seus companheiros, ficar calada não é uma boa opção. Se o caso não for tão grave, o melhor é deixar para lá.
Agora, se você não é exatamente a vítima da situação, amanhã o alvo de comentários pode ser você. Além disso, a fofoca não tem nada de útil: Há quem conte tudo para o chefe achando que assim vai manter o emprego ou quem acredite que contar para um companheiro o que ouviu sobre ele vai ajudá-lo de alguma forma. Mas comportamentos desse tipo só vão torná-la malvista dentro da empresa.

sábado, 14 de abril de 2012

Suicídio


Suicídio (do latim sui, "próprio", e caedere, "matar") é o ato intencional de matar a si mesmo. Sua causa mais comum é um transtorno mental que pode incluir depressão, transtorno bipolar,esquizofrenia,alcoolismo e abuso de drogas. bem como fatores socioeconômicos. Embora as circunstâncias externas, tais como um evento traumático, podem desencadear o suicídio, não parece ser uma causa independente. Assim, os suicídios são mais prováveis de ocorrer durante os períodos de família socioeconômico, ou uma crise individual.
 Dificuldades financeiras e/ou emocionais também desempenham um fator significativo.
Mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano, tornando-se esta a décima causa de morte no mundo. Trata-se de uma das principais causas de morte entre adolescentes e adultos com menos de 35 anos de idade. Entretanto, há uma estimativa de 10 a 20 milhões de tentativas de suicídios não fatais a cada ano em todo o mundo.
O suicídio medicamente assistido (Eutanásia, ou o "direito de morrer") é uma questão ética atualmente muito controversa que envolve um determinado paciente que esteja com uma doença terminal, ou em dor extrema, que tenha uma qualidade de vida muito mínima através de sua lesão ou doença. 
Transtorno psicológico.
Segundo a OMS, os transtornos psicológicos que estão mais associados com o risco de suicídio são:
  • Transtornos de humor
  • Psicoses
  • Transtornos de Ansiedade
  • Demências.
  • Transtorno de Personalidade
Os transtornos mentais são frequentemente presentes durante o momento do suicídio, com estimativas de 87% a 98% dos casos. Transtornos de humor estão presentes em 30%, abuso de substâncias em 18%, esquizofrenia em 14% e transtornos de personalidade em 8 a 20% dos suicídios. Estipula-se que entre 5 e 15% de pessoas com esquizofrenia morrem de suicídio.O abuso de alcóol é um dos principais indicadores de ideação suicida.O abuso de substâncias é a segunda causa mais comum de suicídio depois dos transtornos de humor.

Biológico

Para boa parte dos especialistas, a genética tem um efeito sobre o risco de suicídio responsável por 30-50% de variância. Grande parte deste relacionamento atua através da hereditariedade da doença mental.

Social

Problemas familiares, amorosos e financeiros
Um estudo encontrou maior frequência de suicídio entre pessoas com famílias desestruturadas e após rompimentos de relacionamentos amorosos entre jovens. Entre adultos separações e problemas financeiros são fatores de risco.
Segundo a psicologia, existem vários comportamentos que indicam a possibilidade de ideação suicida. Dentre eles o relato de querer desaparecer, dormir para sempre, ir embora e nunca mais voltar ou mesmo objetivamente o relato do desejo de morrer, mesmo quando falado num tom de brincadeira, devem ser considerados indícios significativos e levados a sério.
Um importante indicativo é o uso abusivo de álcool, especialmente quando o início for precoce, existir um histórico familiar de alcoolismo e houver eventos disruptivos recentes ou perda de uma relação interpessoal importante. Outro importante indicativo é o uso drogas. Enquanto pessoas com histórico de abuso de drogas tem mais de 50 vezes mais probabilidade de tentar suicídio do que os que nunca usaram. Mais de 40% dos suicidas tem histórico de abuso de álcool ou outra substância.
Quanto mais comportamentos indicativos mais provável a ideação e necessidade de intervenção. Outros comportamentos associados com tentativas de suicídio e que devem ser tratados como alerta são:
  • Distúrbios do Sono (insônia, hipersonia, etc)
  • Transtornos Alimentares
  • Descaso com a higiene e cuidados pessoais
  • Mau humor, irritabilidade, tristeza, (humor depressivo)
  • Transtornos de Ansiedade (Ataque de Pânico, TOC e Transtornos de Ansiedade generalizada).
  • Correr riscos desnecessários como não usar preservativo, dirigir perigosamente e andar em locais perigosos.
  • Alucinação, delírio, desconfiança excessiva, deterioração cognitiva. (sintomas de esquizofrenia)
  • Ter um método planejado.
  • Ouvir músicas, assistir filmes e/ou ler livros sobre morte regularmente.
  • Pouca socialização/Se isolar de família e amigos;
Outros fatores importantes que deveriam ser considerados, pois seriam mais comuns entre aqueles que tentam suicídios:
  • Planejar o suicídio;
  • Acesso ao método de suicídio;
  • Tentativas anteriores (as duas semanas após a tentativa é que tem mais risco);
  • Eventos estressores recentes (como perda do emprego, morte de ente querido, desastres naturais, guerras, diagnóstico de doença e divórcio);
  • Idade entre 13 e 19 anos (35% dos adolescentes brasileiros entre 13 e 19 anos tem ideação suicida)[ ou depois dos 65;
  • Rede de apoio social restrita (poucos amigos e cuidadores).
  • Nível sócio-econômico e nível educacional baixos;
  • Traumas, tais como abuso físico e sexual;
  • Baixa auto-estima e desesperança;
  • Questões de orientação sexual (tais como homossexualidade);
  • Pouco discernimento, falta de controle da impulsividade, e comportamentos auto-destrutivos;
  • Poucos recursos (cognitivos, materiais, funcionais e sociais) para enfrentar problemas;
  • Doença física (como HIV) e dor crônica;
  • Exposição ao suicídio de outras pessoas.
Fatores socioeconômicos como o desemprego, a pobreza, falta de moradia, e discriminação podem provocar pensamentos suicidas. A pobreza pode não ser uma causa direta, mas pode aumentar o risco de suicídio, pois é um grupo de risco para depressão.

Método

O principal método de suicídio varia dramaticamente entre os países. Os métodos de liderança em diferentes regiões incluem enforcamento, envenenamento por pesticidas, psicotrópicos e armas de fogo. Em todo o mundo 30% dos suicídios são de pesticidas. A utilização deste método, contudo, varia consideravelmente de 4% na Europa a mais de 50% na região do Pacífico. Nos Estados Unidos, 52% dos suicídios envolvem o uso de armas de fogo. Asfixia e envenenamento também são bastante comuns neste país. Juntos, eles compreenderam aproximadamente 40% dos suicídios nos Estados Unidos. Outros métodos de suicídio incluem trauma contundente (saltando de um prédio ou uma ponte, jogando-se na frente de um trem, ou provocando um acidente de carro, por exemplo). Há ainda causas menos comuns, como afogamento intencional, choque elétrico, ou fome intencional.

Abordagem psicológica:

A abordagem psicológica quanto ao suicídio foca-se na prevenção e na intervenção em crise. A visão predominante da psicologia moderna é de que o suicídio é um problema de saúde mental, associada a fatores psicológicos como a dificuldade ou a impotência em lidar com eventos altamente estressantes, impacto de transtornos mentais . Ao invés de uma verdadeira intenção de morrer, a tentativa de suicídio por vezes é interpretada como um "grito de socorro" para chamar a atenção ao seu desespero e seu desejo de fuga. A maioria das pessoas que tentam suicidar-se não obtém sucesso em sua primeira tentativa e frequentemente tentam novamente em outro momento. Pessoas com tentativas anteriores têm mais probabilidade de realizarem o ato com sucesso, por isso, é importante que a família e amigos se mantenham alerta e tomem medidas de prevenção contra novas tentativas.

 Intervenção em crise

Segundo a psicologia e a psiquiatria, caso seja identificado ideação suicida em alguém algumas das medidas que podem ser tomadas para evitar a conclusão do ato é:
Colocar a pessoa em acompanhamento psicológico e psiquiátrico;
  • Mobilizar a rede social de apoio (família, parceiro(a), amigos...);
  • Em casos graves, internação em um (CAPS);
  • Fazer um contrato de vida, onde a pessoa se compromete a ligar para pessoas de sua confiança antes de cometer o suicídio;
  • Monitoramento regular;
  • Restringir acesso a álcool e drogas;
  • Retirar acesso aos métodos (como arma de fogo e venenos para animais) do ambiente;
  • Conversar sobre alternativas para solução dos problemas atuais e de como encará-los de uma forma mais saudável.
Família e amigos devem ficar alerta para pessoas com ideação suicida que começaram a usar antidepressivos. Medicação antidepressiva apesar de diminuir a ideação a longo prazo, nos primeiros meses aumenta bastante os riscos, ao melhorar a capacidade do indivíduo de tomar decisões e tomar atitudes, e por isso precisa de acompanhamento constante.
Contenção física pode ser necessária durante uma tentativa. Conseguir conter o momento de crise e o impulso de se matar frequetemente é eficaz para prevenir o suicídio temporariamente. A intervenção em crise geralmente é pontual durando de duas a seis sessões. Intervenções preventivas feitas em comunidades teve bom resultados como forma de preparar as pessoas a lidar com crises e fazer um acolhimento mais adequado.
Conseguir conter o momento de crise e o impulso de se matar frequentemente é eficaz para prevenir o suicídio temporariamente. A intervenção em crise geralmente é pontual durando de duas a seis sessões. Estudos apontam que algumas intervenções preventivas feitas em comunidades obtiveram bons resultados como forma de preparar as pessoas a lidar com crises e fazer um acolhimento mais adequado.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Psicologia - Seu exercício no dia a dia

Já postei sobre inveja, embora não goste citar esse sentimento acho pura falta de amor próprio,de baixa estima e por aí vai.
Gosto muito da minha profissão e me adapto a ela em todas as suas vertentes,estudo, leio, procuro estar atualizada na medida do possível, nunca ambicionei a profissão de outros que trabalham comigo, sempre quis ser o que sou e me orgulho disso.O cuidar do outro já me compensa em todos os sentidos, acolher o elemento humano em suas dores e angustias me deixa gratificada.
Mas, talvez a forma como exercemos nossa profissão machuque alguns colegas que se sentem em segundo plano, eles querem ser o que somos, não encontraram sua própria identidade em suas profissões, digo isso porque entre profissionais da mesma área é comum haver "competição", mas em áreas completamente diferentes, é bem mais difícil de se compreender e lidar.
Existem pessoas que não são felizes com suas vidas e querem viver a vida do outro,até mesmo no trabalho, confundem amizade com autoritarismo e manipulação.
No ambiente de trabalho é comum encontrar pessoas que não conseguem se relacionar bem com os colegas e elegem um dos membros do grupo, geralmente o que lhe é seu oposto, como bode expiatório.
Pessoas recalcadas? Mal amadas?
Enfim, se a pessoa em questão ocupar um cargo de chefia na empresa ela pode tentar te prejudicar apenas pelo fato, de voce ser mais comunicativa, mais inteligente, isso se chama projeção.
Quando me diziam para me impor em minha profissão no ambiente de trabalho, não imaginei que teria que fazê-lo com indivíduos que trabalham em áreas diferentes.
Mas pasmem, essas pessoas trazem muito de sua vida pessoal para o ambiente de trabalho, muitas vezes, vivem apenas no trabalho, não tem amigos, namorado, não se preocupam com a família, se refugiam no trabalho, e como mecanismo de defesa usam essa área da vida.
E aí começa a guerra, tem que serem perfeitas para serem aceitas e poderem dizer a si mesmas: "Pelo menos nisso eu sou a melhor"!
Nesse embate pela perfeição , se transformam em "tanques de guerra" e atropelam, ou pelo menos tentam atropelar, quem a está ofuscando.
Nesse momento, nós psicólogos, precisamos estar atentos a como lidar, e saber intervir na hora certa, pois temos que nos colocar como profissionais responsáveis, pois para muitos, o psicólogo, é qualquer um que aconselha e não é bem assim, existe um código de ética que precisa ser lembrado nas empresas,postos de saúde, escolas, hospitais,etc e seguido a risca.
Não é para qualquer profissional aplicar testes psicotécnicos, retirados muitas vezes da internet, mas muitos acreditam que sim, não entendem das responsabilidades jurídicas que estão envolvidas, temos um Conselho, acreditam que psicólogo pode ser qualquer um que converse qualquer coisa.
É hora de nós, onde estivermos nos colocarmos enquanto agente de mudança, interagindo contra o assédio moral nas empresas, contra a "psicologia de salão de beleza", onde todo funcionário acredita ser o que não é, dando conselhos e se dizendo psicólogos.
Vamos a luta!